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PortuNoticias | Nicolás Maduro presentarña hoy su Memoria y Cuentas 2015

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016


El Presidente Nicolás Maduro presentará hoy, viernes 15/09 a las 05:00 pm su “Memoria y Cuentas 2015” a la nueva Asamblea Nacional (artículo 237 de la Constitución).

Su ausencia podrá ser considerada una falta temporal de funciones presidenciales.


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PortuNoticias | Intervención del diputado MUD Miguel Pizarro sobre las universidades venezolanas


Diputado MUD @Miguel_Pizarro: “Comparto con Uds. mi intervención en el debate sobre la situación de las universidades públicas en el país. Hoy aprobamos la creación de una Comisión Especial para dialogar con todos los sectores universitarios y buscar soluciones a la crisis que vive. El cambio llegó a la Asamblea Nacional”, indicó el parlamentario en su canal del Youtube.



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PortuNoticias | Asesinan socio del club portugués de Turumo por resistirse al robo

sexta-feira, 3 de abril de 2015

Un inmigrante de origen italiano y accionista del club portugués "Centro Marítimo de Venezuela" murió cuando supuestamente intentó impedir que lo asaltaran mientras llegaba a su vivienda en la urbanización Turumo del estado Miranda.

Giuseppe Lanza Zaccardi, de 61 años de edad, falleció cuando era intervenido en la Policlínica Metropolitana, este miércoles a las 11:45 pm. Llegó a ese centro asistencial con una herida por proyectil en el hombro izquierdo.

Luego de dispararle, los atacantes huyeron sin robar nada. El quedó inerte frente a la quinta Lanzy. Sus familiares se percataron de la situación y lo trasladaron a la referida clínica.

Giuseppe Lanza Zaccardi era el accionista N° 25 del club portugués "Centro Marítimo de Venezuela".

Sus restos serán velados hoy viernes 03/04 en el Cementerio del Este (capilla principal) a partir de las 5:00 pm.

Esta fue una de las quince muertes violentas reportadas en Distrito Capital durante las primeras horas del mes de abril | BBm Pin: 53396EEB.
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PortuNoticias | PortuAgenda 12/04: Tarde Fadista Folklórica en Venezuela

quarta-feira, 1 de abril de 2015

El Centro Marítimo de Venezuela te invita a una tarde “Fadista Folklórica” con un sabroso almuerzo, postres típicos, rifas y un variado espectáculo.

Este grandioso evento portugués tendrá lugar el domingo 12 de abril a la 01:00 pm en el Salón Luso del Centro Marítimo de Venezuela (Avenida Principal de Turumo, Municipio Sucre, Estado Miranda).

Pro fondos XXII Encuentro de Folklor Portugués Continental.

Esta gran PortuFiesta es organizada por el Grupo Folklórico Internacional “Luso” del Centro Marítimo de Venezuela y cuenta con el apoyo comunicacional de @PortuNoticias, @NaveganteRadio y @RevistaNavegante. BBm Pin: 53396EEB.

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PortuNoticias | Nicolas Maduro decreta 9 de março como o “dia do anti-imperialismo” na Venezuela


O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciou nesta terça-feira (31) que decretou que a cada 9 de março se celebre o “dia do anti-imperialismo bolivariano” em seu país, pois nesse dia o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, aprovou um decreto no qual se declara a Venezuela uma ameaça para a segurança americana.

“Não esqueceremos jamais e a cada 9 de março nós estaremos lembrando o dia do anti-imperialismo bolivariano na Venezuela”, disse o governante durante seu programa de rádio e televisão "En Contacto con Maduro".

O presidente venezuelano comentou que “Obama quis em um dia 9 de março passar para a história da Venezuela como o primeiro chefe de um império” que declara seu país como uma ameaça aos Estados Unidos.

Nicolas Maduro comentou ainda que, com o decreto americano, Barack Obama conseguiu “que se erguesse uma onda de indignação mundial contra sua decisão errada, errática”.

Barack Obama declarou no último dia 9 de março que a situação na Venezuela é “uma ameaça extraordinária à segurança nacional” dos Estados Unidos e anunciou também uma ampliação das sanções a sete funcionários do governo venezuelano considerados responsáveis de violações dos direitos humanos.

Por causa do anúncio de Washington, o governo venezuelano promove, desde meados de março, uma campanha para coletar a assinatura de pelo menos 10 milhões dos 30 milhões de habitantes da Venezuela para exigir a derrogação do decreto.

Nicolas Maduro reiterou que entregará a Barack Obama essas assinaturas quando ambos se encontrarem na Cimeira das Américas de meados de abril no Panamá.


#PortuNoticias Prensa Internacional com © Globo
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PortuNoticias | Venezuela pede aos turistas que levem artigos de higiene


A Câmara de Turismo do Estado venezuelano de Mérida, 770 quilómetros a sudoeste de Caracas, pediu hoje a quem pretenda viajar para aquela região que leve papel higiénico e sabonetes, devido à escassez desses bens nos hotéis. 

"Alguns prestadores de serviços têm que recorrer a esta estratégia devido à escassez de materiais para hotéis e pousadas. Estamos a passar pela vergonha de ter que dizer aos hóspedes que tragam papel higiénico e sabonetes", disse o Presidente da Câmara de Turismo de Mérida. Gerardo Montilla falava aos jornalistas, em Mérida, no âmbito de um balanço dos preparativos para acolher algumas dezenas de milhares de cidadãos que nos próximos dias visitarão aquela localidade, fazendo dela uma das regiões mais procuradas pelos venezuelanos durante a Semana Santa.

O atarca acrescentou que a falta de artigos de higiene motivou o pedido de reuniões urgentes com representantes do Ministério do Turismo, do governo do Estado de Mérida, da Superintendência de Preços Justos e da Guarda Nacional (polícia militar) para exposição dos problemas que afetam o setor turístico, designadamente a "falta de abastecimento e insegurança". Esses pedidos não tiveram resposta, lamentou. 

Na Venezuela são cada vez mais frequentes as queixas de dificuldades para se conseguirem produtos essenciais como leite, óleo, café, açúcar, margarina, papel higiénico, lâminas de barba, champô, sabonetes e preservativos, entre outros.

Alguns produtos, considerados "não básicos" ou "não prioritários", estão também em falta, como sejam acessórios para automóveis, papel e tecidos. Diariamente os supermercados registam grandes filas de clientes à procura de produtos que muitas vezes são comprados na totalidade sem chegarem a ser colocados nas prateleiras.

Alguns cidadãos recorrem frequentemente a aplicações para telemóveis, para saber onde se podem encontrar os produtos que escasseiam e para avisar os amigos da sua existência em determinado sítio. Para conseguir os produtos os venezuelanos gastam diariamente horas nas filas de estabelecimentos comerciais.

#PortuNoticias Prensa Internacional com © Correio da Manhã
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PortuNoticias | ¡Boleto para Portugal a 25.000 Bs!

La nueva aerolínea portuguesa “Portucale Airlines” empezará a volar a partir de hoy miércoles 1º de abril desde los aeropuertos internacionales de Caracas, Valencia, Maracaibo y Barquisimeto hacia varios destinos en territorio portugués.

“Después de un estudio, hemos considerado el mercado lusovenezolano como particularmente rentable. En Venezuela existen casi 500.000 portugueses según fuentes de la comunidad local y no podemos desconsiderar este potencial de negocios para Portugal”, informó Lurdes Valente, directora de “Portucale Airlines” desde la sede de la aerolínea lusa en La Guaira.

Los boletos con un precio excepcional tienen mucha demanda: “Desde la semana pasada, la venta ha sido muy concurrida. Todos los días hay colas enormes frente a nuestra agencia. Con este precio preferencial, ¡todos los portugueses quieren su boletico!”, indicó Orquídea Beja, gerente de una agencia de viajes en La Candelaria (Caracas). “Esto es una locura, ya casi no tenemos boletos para viajar con ‘Portucale Airlines’ y ya pedimos más pasajes a la aerolínea y así venderlos a nuestros clientes”, agregó por su parte Mariana de Abreu, dueña de otra agencia de viajes en Maracay (Aragua).

“Nuestros destinos son hacia los aeropuertos portugueses de Funchal, Lisboa, Oporto y São Miguel (Azores). Todos los días habrán vuelos desde Venezuela para estas ciudades en Portugal con alternancia de los destinos en la semana”, completó la directora de “Portucale Airlines”, Lurdes Valente.

“Compré 8 pasajes para toda mi familia. ¿A este precio quien no lo haría? Supe la información por #PortuNoticias la semana pasada y me vine desde Mérida”, se exaltó Carlos Manuel Viriato, uno de los primeros clientes al embarcar en el vuelo inaugural de hoy.

[+] Información: www.goo.gl/1wnQqW



© #PortuNoticias Prensa Internacional 
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PortuNoticias | PortuAgenda 12/04: Tarde“ Fadista Folklórica”

segunda-feira, 30 de março de 2015

#PortuAgenda 12/04: El Centro Marítimo de Venezuela te invita a una tarde “Fadista Folklórica” con un sabroso almuerzo, postres típicos, rifas y un variado espectáculo. 

Este grandioso evento portugués tendrá lugar el domingo 12 de abril a la 01:00 pm en el Salón Luso del Centro Marítimo de Venezuela (Avenida Principal de Turumo, Municipio Sucre, Estado Miranda). 

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PortuNoticias | A oposição venezuelana aplaude a intervenção de Felipe González

domingo, 29 de março de 2015


A oposição venezuelana celebrou com entusiasmo o anúncio de que o ex-chefe de governo espanhol Felipe González se dispõe a participar na defesa de Leopoldo López e Antonio Ledezma, dois de seus líderes, que continuam presos. Os principais porta-vozes da oposição classificaram a decisão de Felipe González como um indício do renovado interesse da comunidade internacional pela crise sul-americana, que ontem viveu um novo episódio. 

Uma das filhas de Ledezma foi retida no aeroporto internacional de Maiquetia por uma operação antidrogas. Apesar da confusão inicial, e embora seu passaporte tenha sido retido, finalmente acabou sendo devolvido e ela foi liberada uma hora depois.

Para Lilian Tintori, a esposa de Leopoldo López, preso há mais de um ano na prisão militar de Ramo Verde, é “uma honra contar com uma figura de escala internacional como o ex-chefe de governo Felipe González”. “Estamos esperando por ele”, comentou. Além disso, o coordenador da Mesa da Unidade Democrática, que aglutina os diferentes partidos opositores, Jesús Torrealba, considera que a decisão de González significa que “o mundo está sentindo que a situação na Venezuela é insustentável”.

Por outro lado, a ex-deputada María Corina Machado assegurou que o fato de que Felipe González tenha assumido a causa “demonstra até que ponto está mudando a perceção da crise na comunidade internacional”. “Hoje sabemos que contamos com os democratas espanhóis. Leopoldo López, Antonio Ledezma, Daniel Ceballos e todos os presos políticos não representam somente uma parte da sociedade, mas as lutas de um povo que está enfrentando uma ditadura que possui conexões com o crime organizado. Nosso mais profundo agradecimento a ele”, acrescentou Machado. “O significado da figura de Felipe González para a Venezuela não é menor. Conhecemos sua longa relação e estreita amizade com os democratas deste país e seu papel crucial na transição espanhola, suas lutas pelos direitos humanos e a democracia”, continuou.

A decisão de Felipe González recebeu o respaldo de diversos líderes latino-americanos. “Apoio por completo a iniciativa de Felipe González de assumir a defensa de Leopoldo López e do Presidente da Camara Antonio Ledezma”, afirmou o ex-presidente brasileiro Fernando Henrique Cardoso: “Chegou a hora de que as vozes democráticas e especialmente os Governos democráticos da América Latina protestem contra os abusos praticados pelo Governo da Venezuela. A falta de respeito aos direitos humanos das vítimas constitui uma afronta política para todos”, acrescentou. Henrique Cardoso enfatizou que os líderes presos são “lutadores pacíficos em prol do que eles consideram o melhor para seu país, com a agravante de que um foi eleito pelo voto do povo e o outro é o líder nacional de seu partido. Os que amam as liberdades democráticas não podem se calar. É hora de que seja feita justiça na Venezuela com a liberação de Leopoldo López e de Antonio Ledezma, assim como das outras vítimas da intolerância antidemocrática”, concluiu.

O ex-mandatário chileno Ricardo Lagos também aplaudiu a decisão de Felipe González. “Segue consequentemente o que foi sua vida em todos estes anos”, enfatizou Lagos, membro do Clube de Madri, que lembrou: “Em 1977, Felipe González chegou ao Chile para interceder por dois presos políticos de Augusto Pinochet, Erick Schnake e Carlos Lazo. Foi uma visita bem-sucedida. Agora, tantos anos depois, frente a uma situação complexa e difícil como a da Venezuela, onde a solução precisa ser política, Felipe González, refaz o mesmo caminho. Desejamos que tenha sucesso”, acrescentou Ricardo Lagos.

Também se pronunciou o secretário-geral da Organização de Estados Americanos (OEA), o chileno José Miguel Insulza: “Acho que seria bom para o diálogo e a reconciliação na Venezuela se López e outros detidos fossem julgados em liberdade”, comentou, seguindo a linha do Departamento de Estado do Governo dos Estados Unidos, lembrando que pediu ao venezuelano que permita a todos os detidos, “inclusive Leopoldo López e Antonio Ledezma, as proteções legais e julgamentos justos às quais têm direito”.

O também ex-presidente chileno Sebastián Piñera comemorou a notícia: “Felipe González vai contribuir para que o mundo possa conhecer a grave e profunda crise que a Venezuela está enfrentando. Além disso, sua participação será um incentivo para que este silêncio, indiferença ou cumplicidade com que muitos Governos enfrentaram a crise da Venezuela, comece a terminar”.

Sebastián Piñera, junto com o ex-presidente da Colômbia, Andrés Pastrana, viajou em janeiro para Caracas para visitar o líder opositor Leopoldo López na prisão, mas a polícia da Venezuela proibiu a entrada. Maduro criticou a viagem dos ex-presidentes, que conseguiram se reunir com vítimas de violações aos direitos humanos, jornalistas e participaram de um seminário sobre a democracia e o futuro do país. “Conseguimos observar com nossos próprios olhos o que está acontecendo para expressar com força e clareza nossa opinião”, apontou o ex-mandatário chileno.

Além de oferecer toda a colaboração a Felipe González, Sebastián Piñera afirma que a proteção legal que ele oferecerá a Leopoldo López e Antonio Ledezma é um gesto importante: “O fato de que um ex-chefe de governo espanhol e ex-líder do PSOE assuma a defesa de dois presos políticos da Venezuela é um símbolo muito forte”, destacou. Para Sebastián Piñera, “todos os governos da América Latina deveriam levantar suas vozes de maneira forte e clara. Não estamos falando de política nem apoiando um regime de esquerda nem de direita, mas defendendo a democracia, a liberdade, os direitos humanos, que são valores que não reconhecem fronteiras”.

Às felicitações se uniu o ex-presidente do Peru, Alejandro Toledo: “Tem nosso apoio”, assegurou o ex-mandatário, que, sobre a situação da Venezuela, comentou: “Não é suficiente ter sido eleito democraticamente com os votos, é indispensável governar democraticamente”. “A situação da Venezuela está piorando, em grande parte, porque chefes de Estado em exercício e também alguns ex-mandatários ficam em silêncio e se tornam cúmplices das atrocidades do senhor [Nicolás] Maduro, violando os princípios básicos da democracia: a liberdade de expressão, os direitos humanos, a independência dos poderes, a forte repressão aos jovens”.

#PortuNoticias Prensa Internacional com © El Pais / Brasil
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PortuNoticias | Presidente da Venezuela diz estar pronto para dialogar com os Estados Unidos


O Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, pediu "condições de igualdade e respeito" ao seu homólogo norte-americano Barack Obama e anunciou que está "pronto" para dialogar com os Estados Unidos.

"Com base no respeito e em termos de igualdade entre os Estados, quando quiserem eu quero, onde quiserem eu quero, como quiserem eu quero, com respeito, com diplomacia, com paz", disse Nicolás Maduro em Antímano (na zona oeste de Caracas), durante uma ação "casa a casa" para recolher assinaturas contra o recente decreto de Washington que considera a Venezuela um "risco inusitado e extraordinário" para a segurança norte-americana.

A 9 de março último o Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, ordenou a aplicação de novas sanções a sete altos responsáveis venezuelanos, atuais e antigos, que acusa de violação dos direitos humanos.

As sanções a aplicar aos sete altos responsáveis venezuelanos, entre os quais o diretor-geral dos serviços secretos e o diretor da polícia nacional, são proibição de entrada nos Estados Unidos e congelamento de bens.

Obama declarou igualmente que existe uma situação de "emergência nacional" nos Estados Unidos devido ao "risco inusitado e extraordinário" que representa a situação na Venezuela para a segurança norte-americana.

Segundo a ministra venezuelana de Relações Exteriores, Delcy Rodríguez, os Estados Unidos têm planeado ir além das sanções contra funcionários venezuelanos e estariam a preparar um bloqueio económico e comercial contra a Venezuela.

#PortuNoticias Prensa Internacional com © Minuto ao Minuto
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PortuNoticias | Venezuela coleta 3 milhões de assinaturas para que Obama revogue medidas contra o país

Foto: Jorge Silva / Reuters
Manifestante venezuelano segura cartaz contra presidente dos Estados-Unidos, Barack Obama, em Caracas
© Foto: Jorge Silva / Reuters

O governo da Venezuela afirmou nesta quarta-feira ter coletado mais de três milhões de assinaturas pedindo que o presidente dos Estados-Unidos, Barack Obama, revogue as medidas que declararam o país uma ameaça de segurança.

Na pior crise entre os dois inimigos ideológicos desde que Nicolás Maduro assumiu o poder em 2013, Washington anunciou no início deste mês a existência de uma “emergência nacional” devido a “uma incomum e extraordinária ameaça” vinda da Venezuela e aplicou sanções contra sete autoridades venezuelanas, acusadas de abusos contra os direitos humanos e corrupção.

Em resposta, Nicolás Maduro acusou Washington de planejar invadir a Venezuela e transformou praças públicas por todo o país de 29 milhões de habitantes em centros de recolhimento de assinaturas para apoiar uma petição de cunho nacionalista, de autoria do Partido Socialista.

A oposição tem denunciado que os venezuelanos, especialmente funcionários públicos, estão sendo obrigados a assinar.

“De acordo com nossas projeções, vamos coletar 10 milhões de assinaturas para dizer ‘Obama: revogue a ordem executiva”, disse Jorge Rodriguez, um diretivos do Partido Socialista Unido de Venezuela (PSUV, partido de governo). Ele confirmou que três milhões de pessoas haviam assinado a petição em duas semanas.

Nicolás Maduro espera entregar as assinaturas a Barack Obama durante a Cimeira das Américas, a ser realizada no Panamá no próximo mês, em abril.

Embora representantes do governo dos Estados-Unidos tenham dito que as medidas têm a intenção apenas de punir as sete autoridades venezuelanas, negando a existência de uma agenda mais ampla, aliados da Venezuela, incluindo países como Rússia e Argentina, emitiram mensagens de apoio aos venezuelanos.

O bloco de países sul-americanos Unasul também condenou a “interferência” dos Estados-Unidos.

#PortuNoticias Prensa Internacional com © Reuters
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PortuNoticias | Venezuela entregou nota de protesto contra decreto de Barack Obama


O Governo venezuelano entregou hoje uma nota de protesto contra o decreto do Presidente norte-americano Barack Obama, que declara a Venezuela um "risco inusitado e extraordinário" para os Estados Unidos.

Segundo um comunicado do Ministério de Relações Exteriores da Venezuela, o documento foi entregue pela ministra Delcy Rodríguez na Embaixada dos Estados Unidos em Caracas e exige "a pronta derrogação do decreto".

Por outro lado, sublinha que "as amostras de solidariedade do mundo" para com Caracas, "chamam à reflexão do Governo norte-americano e da sua Presidência, para que cessem as agressões contra a Venezuela e se reverta a execução dessa ordem".

"No total, 120 países, 26 deles da América Latina, e 10 organismos internacionais, manifestaram apoio à República Bolivariana da Venezuela, considerando que o decreto emitido pelo Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, contra a Pátria de (Simón) Bolívar, viola absolutamente o direito internacional", refere a nota.

Durante uma conferência de imprensa realizada hoje em Caracas, a ministra explicou que o Governo venezuelano quer "um diálogo baseado no respeito entre os estados e no princípio de igualdade soberana" com os EUA.

Segundo Delcy Rodríguez, durante a VII Cimeira das Américas, a realizar em abril, no Panamá, o Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, entregará à delegação norte-americana "10 milhões de assinaturas de venezuelanos" solicitando que o decreto seja derrogado e cessem as sanções contra funcionários do Governo de Caracas.

No passado dia 09 de março, Barack Obama ordenou a aplicação de novas sanções a sete altos responsáveis venezuelanos, atuais e antigos, acusados de violação dos direitos humanos.

As sanções a aplicar aos sete altos responsáveis venezuelanos, entre os quais o diretor-geral dos serviços secretos e o diretor da polícia nacional, incluem a proibição de entrada nos Estados Unidos e congelamento de bens.

Obama declarou igualmente que existe uma situação de "emergência nacional" nos Estados Unidos devido ao "risco inusitado e extraordinário" que representa a situação na Venezuela para a segurança norte-americana.

#PortuNoticias Prensa Internacional com © Diário de Noticias
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PortuNoticias | Venezuela corta remessa de petróleo à Petrocaribe e Cuba


Com um preço do petróleo que oscila em torno dos 45 dólares USD (41,32 €) por barril e uma economia praticamente paralisada, o Governo da Venezuela decidiu optar por corretivos menos custosos politicamente para tentar enfrentar sua crítica situação financeira e manter a popularidade em um ano eleitoral.

Um relatório do Banco Barclays intitulado Reduzindo a Generosidade, divulgado esta semana, revela que o Governo do presidente Nicolás Maduro decidiu cortar as remessas subsidiadas de petróleo aos países membros da Petrocaribe, a aliança capitaneada por Caracas que inclui 17 países da América Central e do leste do Caribe, e Cuba. Com Cuba a Venezuela mantém um acordo à parte mediante o qual exportava até agora 100.000 barris diários em troca de serviços esportivos, médicos e de inteligência.

Os últimos dados disponíveis na Venezuela, contidos na Memória e Balanços do Ministério da Energia e Petróleo, de 2013, indicavam que Caracas havia aumentado em 21% as remessas em relação a 2012. Naquele ano, o fornecimento alcançou 400.000 barris diários, dos quais a Venezuela só recebia pagamento em dinheiro para a metade, e em condições quase leoninas para os interesses locais: dois anos de carência e com juros de 2%. A outra metade era paga com bens e serviços produzidos nos países signatários do acordo: Antígua e Barbuda, Belize, Dominica, Granada, Guiana, Haiti, Jamaica, Nicarágua, República Dominicana, São Cristóvão e Neves, São Vicente e Granadinas e Suriname

Mas agora tudo é diferente: o governo enfrenta severos apertos econômicos por causa da queda da cotação do petróleo, que contribui com 96% das divisas arrecadadas pelo Fisco e cujo preço esta semana estava em 46,19 dólares. Nessa situação, não parece estar em situação vantajosa para continuar com sua generosa política em troca de respaldo nos fóruns americanos. Em 2014 a Venezuela já iniciara o corte com uma redução de 15% das remessas à Petrocaribe. No caso dos carregamentos da Petróleos de Venezuela (PDVSA) para Cuba, houve uma diminuição entre 23% e 32% em relação aos 104.000 barris diários exportados em 2013, de acordo com o que declarou em fevereiro de 2014 o então ministro do Petróleo da Venezuela, Rafael Ramírez, em uma reunião entre venezuelanos e cubanos reportada então pelo jornal El Nacional. Na última década, os acordos custaram à Venezuela até 50 bilhões de dólares (quase 46 mil milhões de €).

De acordo com o Barclays, hoje são enviados cera de 200.000 barris à Petrocaribe e 55.000 a Cuba, a metade do que era remetido em 2012. O banco qualifica como uma ironia que em meio a seus severos problemas econômicos a Venezuela continue mantendo esse esquema de financiamento a países em melhor situação. Com esses cortes, a previsão do deficit de fluxo de caixa em moeda estrangeira calculada pelo Barclays no início do ano se reduz de cerca de 30 bilhões de dólares para 22,6 bilhões. “Estimamos que o Governo possa obter financiamento de 17,5 bilhões, com o qual sua posição em ativos terá de diminuir em cerca de 6, 3 bilhões de dólares para poder fechar a lacuna”, acrescenta o relatório.

Entre essas medidas poderia estar o aumento da gasolina, que é quase dada de presente no país, e que representa um subsídio de 15 bilhões de dólares anuais. Em meados do mês a imprensa governista anunciava o iminente comparecimento do ministro do Transporte, Haiman El Troudi, na Assembleia Nacional para apresentar os novos preços. Isso não ocorreu porque o chavismo está concentrado em obter 10 milhões de assinaturas contra as sanções anunciadas pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e que afetam sete funcionários do Governo.


#PortuNoticias Prensa Internacional com © El Pais / Brasil
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PortuNoticias | Governo da Venezuela rejeita mediação internacional

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014


O ministro venezuelano de Relações Exteriores disse que a Venezuela não aceita nem solicita mediação internacional, como sugeriu a Organização de Estado Americanos (OEA), para acabar com os violentos protestos que desde há 12 dias atingem o país.

"A Venezuela não está a pedir nem aceita mediação alguma, nem de personalidades, nem de organismo multilateral algum, porque na Venezuela existem instituições democráticas e há uma vontade da maioria do povo para resolver esta situação em paz e em democracia", disse, Elías Jaua.

Durante uma conferência de imprensa do Partido Socialista Unido da Venezuela, Elías Jaua afirmou que "o Presidente (Nicolás Maduro) tem sido firme e o partido acompanha essa decisão", vincando que a única instância a que a Venezuela consideraria, se necessário, seria a União de Nações da América do Sul (Unasul devido “à agressão fascista a que está sendo submetida".

Na semana passada, o secretário-geral da OEA, José Miguel Insulza, disse estar preocupado com a possibilidade de que os protestos em Caracas ocasionem novos episódios de violência e apelou ao "Governo para evitar o uso da força” e à oposição para manifestar-se "pacificamente, evitando preocupações".

“Se já não há confiança em ninguém, em nenhuma instituição ou pessoas” disse, “talvez atores externos provenientes da nossa própria América sejam uma alternativa possível".

As manifestações na Venezuela ocasionaram 13 pessoas falecidas, seis delas em Caracas e dezenas de feridos e mais de 500 detidos.

Segundo o Sindicato Nacional de Trabalhadores da Imprensa, pelo menos 62 jornalistas foram vítimas de repressão de parte de organismos de segurança do Estado, de civis venezuelanos, de civis armados e de manifestantes.

Nicolás Maduro atribuiu entretanto às barricadas montadas pelos seus opositores a morte de 30 pessoas, por “ataques de coração e de asma”, que se somam às 13 mortes quantificadas pela Procuradoria-Geral no âmbito dos protestos.

“Já contabilizámos 30 compatriotas que faleceram por não terem sido socorridos a tempo”, disse, durante um discurso, transmitido pela cadeia pública de rádio e televisão, a um grupo de motociclistas que foi ao palácio presidencial manifestar-lhe apoio.

Dos Estados Unidos, chegaram apelos para o Presidente venezuelano dialogue com os seus opositores e a população venezuelana e acabe com as “acusações falsas” aos norte-americanos.

O porta-voz da Presidência norte-americana, Jay Carney, disse que Maduro “pede um diálogo” com o seu homólogo dos EUA, Barack Obama, “e a troca de embaixadores”, mas deveria “centrar-se no diálogo com o povo venezuelano”.

Durante o dia de segunda-feira, Nicolás Maduro anunciou ainda a detenção de um homem, alegadamente proveniente do Médio Oriente, que classificou como “mercenário” e a quem acusou de preparar atentados com carros armadilhados.

O indivíduo foi detido quando num bairro de classe média-alta, em Maracay, cem quilómetros da oeste de Caracas, “a preparar carros armadilhados para encher o país de violência”, adiantou o dirigente venezuelano.

PortuNoticias com © Lusa | Felipe Gouveia


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PortuNoticias | Saqueado supermercado de portugueses na Venezuela


Um supermercado, propriedade de empresários portugueses radicados na Venezuela, foi saqueado na noite de segunda-feira na localidade de El Limón, do estado venezuelano de Arágua, a oeste de Caracas, disseram à agência Lusa fontes da comunidade portuguesa local.

As mesmas fontes explicaram que várias pessoas chegaram ao supermercado ‘Super Líder’ quando este se encontrava encerrado, partiram os vidros, invadiram o espaço e roubaram vários produtos.

Entretanto, durante um Conselho Federal de Governo, o governador de Arágua, Tareck El Aissami, confirmou que tinham sido registados vários assaltos a estabelecimentos comerciais da localidade.

"Estão a roubar estabelecimentos privados, comércios em alguns pontos (do estado)", disse.

Contactados telefonicamente, vários elementos da comunidade portuguesa ou luso-descendente explicaram que estavam em casa, preocupados pela situação.

Os mesmos elementos explicaram que nas últimas horas ouviram-se muitos tiros em várias zonas de Maracay e em Turmero, localidades de Arágua.

PortuNoticias com © Lusa | Felipe Gouveia


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PortuNoticias | Governador socialista pede libertação de opositores venezuelanos

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014


O governador do Estado venezuelano de Táchira (850 quilómetros a sudoeste de Caracas), José Gregório Vielma Mora, anunciou que vai pedir ao executivo que deixe em liberdade o líder opositor Leopoldo López e o ex-comissário Ivan Simonovis.

"Faz falta, no país, que alguém diga faça tábua rasa e comece de novo, disse o socialista, apontando o caminho da paz: “Todos os que estão agora presos, por questões políticas, mandem-nos para casa, incluindo Simonovis, incluindo Leopoldo López."

Vielma Mora é um político e militar venezuelano que entre os anos 2000 e 2008, durante os governos do Presidente Hugo Chávez, foi superintendente do Serviço Nacional de Administração Alfandegária e Tributária. Em 2013 foi eleito governador de Táchira com o apoio do Partido Socialista Unido da Venezuela.

"A paz não é um tema de três letras, nasce do coração, se houve erros no Governo há que aceitá-los, se houve na oposição há que aceitá-los. Aceito todos os meus erros e inclusive peço desculpa", frisou.

O governador admitiu que as manifestações de estudantes na Venezuela são "um problema que vai crescendo" e questionou a atuação da Guarda Nacional (polícia militar), naquela localidade, na repressão aos manifestantes, frisando que "houve um excesso" e "os excessos não estão permitidos nem pelo Governo estadual nem nacional".

"Eu prefiro ter uma instalação queimada a ter um morto, que quebrem todos os vidros de uma instalação pública a que exista um ferido, estou contra tratar uma manifestação pacífica através das armas e do atropelo e por isso, em Táchira, permitimos que os estudantes estejam numa zona que é deles", frisou.

“Não sou parte do regime, fui eleito democraticamente no Estado mais opositor do país", disse o socialista, mostrando-se agastado com o sobrevoo, na semana passada, de dois aviões militares naquela localidade e com o anúncio do Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, de que poderia decretar o estado de sítio na região.

"Foi um excesso inaceitável. Eu pedi a mudança do chefe da Coordenação da Região para a Defesa Integral, porque estou contra a repressão. Não estamos de acordo com um estado de sítio, estamos tranquilos", frisou.

Leopoldo López Mendoza é um político e economista venezuelano, líder de partido opositor Vontade Popular, e a 18 de fevereiro entregou-se às autoridades que o acusam de estar envolvido nos protestos violentos que seis dias ocasionaram três mortos.

Segundo a imprensa venezuelana, Leopoldo López é acusado dos delitos de instigação pública, danos à propriedade, 'determinador' (autor intelectual) num incêndio intencional e associação para cometer delito.

Iván Simonoviz é um ex-comissário policial venezuelano, encarregado de segurança da Câmara Metropolitana de Caracas, condenado a prisão por envolvimento nos acontecimentos que em abril de 2002 causaram a morte de várias pessoas e o afastamento temporário do falecido Presidente Hugo Chávez do poder.

PortuNoticias com © Lusa | Felipe Gouveia


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PortuNoticias | Oposição bloqueia estradas das principais cidades de oito estados da Venezuela


As estradas das principais cidades de oito dos 24 estados da Venezuela foram bloqueadas por grupos de opositores da revolução bolivariana professada pelo governo do Presidente venezuelano, Nicolás Maduro.

Testemunhos de residentes, imprensa e autoridades locais dão conta de que os bloqueios afetam os estados de Táchira, Carabobo, Barquisimeto, Arágua, Zúlia, Anzoátegui, Mérida e Miranda, no âmbito dos protestos que desde há 12 dias se realizam no país, por diversos motivos, entre eles a insegurança, a violência, a inflação, a escassez de produtos e medicamentos.

Em Caracas, os bloqueios obrigaram o metropolitano a suspender serviços complementares de transporte de superfície com autocarros.

Ao começo da manhã de hoje (tarde em Lisboa) estava parcialmente bloqueada a estrada antiga que liga a capital venezuelana a La Guaira (norte) e a Guarenas (leste).

O presidente da Câmara Municipal de El Hatillo, o opositor David Smolansky, condenou a colocação de barricadas nas estradas, ao mesmo tempo que instou os manifestantes "à sensatez", e a manifestações pacíficas.

"Uma coisa são os protestos pacíficos, não violentos e inteligentes e outra é que nos próprios nos prejudiquemos. Temos pessoas que devem ser atendidas por emergência, médicos que devem atender a pacientes", disse.

PortuNoticias com © Lusa | Felipe Gouveia


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PortuNoticias | Nicolás Maduro convoca conferência nacional de paz na Venezuela para quarta-feira


O Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, afirmou que convocou uma Conferência Nacional de Paz para a próxima quarta-feira para que todos os setores se reconheçam como venezuelanos e para dizerem que querem a paz.

"Estou a convocar a Conferência Nacional pela Paz da Venezuela na quarta-feira, aqui também no Palácio Presidencial", disse Maduro numa entrevista transmitida pelo canal estatal VTV, em alusão à convocatória dos setores políticos e sociais para abordar a situação que se vive no país.

"Estou a convocar todo o país para a Conferência Nacional de Paz para nos olharmos nos olhos, para nos reconhecermos como venezuelanos, para dizermos: queremos a paz, vamos fazer a paz", disse.

Nicolás Maduro também recordou que vai realizar-se uma reunião do Conselho Federal, órgão onde estão todos os governadores, incluindo o líder opositor Henrique Capriles, que já confirmou a sua presença.

O Presidente da Venezuela anunciou também que pedirá uma Comissão da Verdade na Assembleia Nacional (parlamento) para que investigue a violência durante os protestos.

“Vou pedir à Assembleia Nacional que forme uma Comissão da Verdade que investigue toda a violência registada, que investigue todas as denúncia sobre o golpe de Estado em marcha, que investigue todas as mentiras e manipulações nacionais e internacionais”, disse.

Os protestos contra o Governo de Maduro sucedem-se desde que no dia 12 uma manifestação de estudantes e de opositores ao regime acabou com incidentes violentos e com a morte de três jovens.

Desde o início dos protestos morreram 11 pessoas em incidentes relacionados com as manifestações. Governo e oposição têm pedido para que as manifestações decorram sem incidentes, mas além das 11 vítimas mortais já há a registar mais de 150 feridos e dezenas de detidos.

PortuNoticias com © EFE | Agencia espanhola de noticias


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PortuNoticias | Presidente da Venezuela prevê que diálogo com os EUA será difícil e conflituoso

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014


O Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, disse que o diálogo com os Estados Unidos será "difícil e conflituoso", pouco depois de desafiar o seu homólogo norte-americano, Barack Obama, para um "diálogo de alto nível" entre os dois Governos.

"Todas as conversações e relações com os Estados Unidos, de um país que queira ser livre, serão sempre conflituosas, difíceis, mas os conflitos, aprendeu a humanidade, há que os gerir pelas política e diplomacia", disse.

Nicolás Maduro falava no palácio presidencial de Miraflores, Caracas, numa conferência de imprensa com jornalistas nacionais e estrangeiros, durante a qual acusou os meios de comunicação internacionais, como a CNN, de criarem "uma campanha” para o demonizar, assim como fizeram com Hugo Chávez.

"Sugiro ao Presidente (Barack) Obama que manejemos o conflito entre a independência do sul, entre a revolução bolivariana e a elite dos Estados Unidos, pela via política e diplomática", frisou.

O Presidente da Venezuela sublinhou estar na disposição de "nomear um embaixador nos EUA, para que cumpra o papel da via diplomática e política".

Para esse "grande diálogo", Nicolás Maduro designou Roy Chaderton, atual representante permanente da Venezuela na Organização de Estados Americanos, e concedeu poderes especiais ao atual ministro das Relações Exteriores, Elías Jaua, "para que avance o processo".

"Nós com os EUA o que queremos é paz, respeito, cooperação. Amamos os povos dos EUA, admiramos a sua cultura, a sua música (…) o povo dos EUA é um povo também nobre que merece ser visto no mundo como um povo de paz, ser amado (…) será difícil, mas estamos prontos", frisou.

PortuNoticias com © Lusa | Felipe Gouveia


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PortuNoticias | Comerciantes portugueses na Venezuela preocupados com novas medidas contra a especulação

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014


Comerciantes da comunidade portuguesa na Venenzuela manifestaram preocupação por novas medidas e inspeções decretadas pelo governo de Caracas para combater a especulação de preços, por temerem vir a ser "injustamente prejudicados".

"Os responsáveis nem sempre são os comerciantes, muitas vezes são os distribuidores e todos os mecanismos intermediários entre os produtores e os supermercados, mas somos nós os que ficamos mal vistos", disse o proprietário de um supermercado em Caracas.

Admitindo que os comerciantes podem ter alguma responsabilidade e pedindo o anonimato o mesmo comerciante frisou que "seria importante que as autoridades começassem por inspecionar os preços a outros níveis, a fim de detetar a origem de irregularidades e assim garantir que o cumprimento da lei em todas as etapas, desde a produção à comercialização".

Vários outros comerciantes disseram apoiar a luta contra a especulação e o açambarcamento.

Na terça-feira o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciou que avançará com "medidas mais radicais" contra o açambarcamento, a especulação e o contrabando de produtos, que incluirão, além de prisão para infratores a expropriação de empresas.

"Já basta. Vamos até ao fundo, vou até ao fundo. Não me subestimem setores da burguesia, não subestimem o povo. Se há que expropriar vamos expropriar a quem tivermos que o fazer, para defender a economia do país e do nosso povo", disse Maduro, afirmando-se disposto a "fazer uma revolução económica total, absoluta, radical".

PortuNoticias com © Lusa | Felipe Gouveia


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