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PortuNoticias | Venezuela adverte os especuladores com “cela fria” e até 14 anos de prisão

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014


O Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, voltou a instar os empresários a cumprirem a nova Lei de Preços Justos, ao mesmo tempo que advertiu os especuladores com uma "cela fria" e penas até 14 anos de prisão.

"Aumentaram as penas (de prisão) até 14 anos, sem atenuantes de qualquer tipo. Você escolhe se prefere uma cela fria (…) ou trabalhar e respeitar o povo venezuelano e as leis", disse.

Nicolás Maduro falava no palácio presidencial de Miraflores, durante um Conselho de Ministros, em que recordou ter estabelecido segunda-feira, 10 de fevereiro, como data limite para que os comerciantes ajustem os produtos segundo a nova lei.

Por outro lado, precisou, durante as recentes inspeções realizadas a estabelecimentos comerciais do país foram detetadas situações de açambarcamento de produtos.

"Encontrámos açambarcamento de todo o tipo, de todos os produtos que vocês possam imaginar, a um nível que nos pensávamos que começava a desaparecer. Não desapareceu o açambarcamento, não desapareceu o contrabando, está vivo e saudável e vinculado, às vezes, ao narcotráfico", disse.

O chefe de Estado sustentou que a nova lei visa estabelecer normas "muito claras" para os custos dos processos produtivos e lucros máximos de 30%.

PortuNoticias com © Lusa | Felipe Gouveia | Agencia de noticias de Portugal


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PortuNoticias | Ex-candidato venezuelano desvincula-se de ações de grupo da oposição


O ex-candidato da oposição Henrique Capriles Radonski desvinculou-se de um grupo de opositores que convocou ações de rua, incluindo uma marcha para pedir a renúncia do Presidente Nicolás Maduro, por não acreditar em saídas violentas ou golpes de Estado.

"Não vamos participar nisso (…) a nossa agenda é social, a saída é social. Não acreditamos nem em saídas violentas, nem em saídas por golpes de Estado", disse o ex-candidato à presidência da Venezuela.

Capriles Radonski, que é atualmente governador do Estado venezuelano de Miranda, falava durante um encontro com cidadãos, durante o qual sublinhou que os convocadores são um setor da oposição que atua à margem da coligação opositora Mesa de Unidade Democrática.

"Onde estão os pobres nisto tudo? Não há nada e nós não vamos participar, porque não vamos cair outra vez, nem nos vamos deixar levar por coisas. A história repete-se outra vez. Estamos construindo um projeto que inclua todos os pobres, a imensa maioria do país", disse, fazendo alusão indireta aos acontecimentos que em abril de 2002 afastaram temporariamente o falecido Presidente Hugo Chávez do poder.

No último domingo centenas de pessoas participaram numa assembleia de cidadãos, em Caracas, convocada pela oposição venezuelana, durante a qual questionaram as políticas governamentais desde a chegada ao poder de Hugo Chávez, há 15 anos, a 02 de fevereiro de 1999.

Durante a iniciativa, que a oposição designou de primeira jornada para mudar o país, os participantes deram opinião sobre as alternativas para a saída da crise e as ações a desenvolver para "restabelecer" a democracia e promover uma viragem de regime.

Uma marcha de protesto, no próximo dia 12 de fevereiro, dia da juventude, marca o arranque das iniciativas que a oposição diz ser "a saída".

"Isto é um chamamento à rebeldia", disse a deputada Maria Corina Machado, que também subscreveu a convocatória. "Não nos calarão", garantiu. "Que nos chamem rebeldes, mas defendamos a Venezuela!".

A marcha foi também convocada por Leopoldo López, coordenador do partido opositor Vontade Popular e pelo presidente da Câmara Metropolitana de Caracas, António Ledezma.

PortuNoticias com © Lusa | Felipe Gouveia


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PortuNoticias | Jornalistas venezuelanos protestaram pela falta de divisas para importar papel


Duas centenas de jornalistas e trabalhadores de meios de comunicação social venezuelanos marcharam em Caracas em protesto pela falta de divisas para a importação de papel para imprimir os jornais.

Na Venezuela está vigente, desde 2003, um férreo sistema de controlo cambial que impede a livre obtenção de moeda estrangeira no país, o que obriga as empresas a acudir à Comissão de Administração de Divisas e ao Centro Nacional de Comércio Exterior (Cenacoex) para obter os dólares para as importações.

Convocados pelo Sindicato Nacional de Trabalhadores da Imprensa (Sntp) e pelo Colégio Nacional de Jornalistas (CNP - entidade responsável pela atribuição da carteira profissional), os jornalistas marcharam desde o centro de Caracas até a sede do Cenacoex, onde entregaram um documento a manifestar "profunda preocupação" pela situação e a instar aquele organismo a autorizar as divisas para importar papel e evitar o encerramento de mais jornais no país.

"Estamos perante uma crise de consequências dramáticas e sociais", declarou Marcos Ruíz, secretário do Sntp, fazendo alusão à escassez de papel que afeta 80 empresas do setor, que obrigou os jornais a reduzir o número de páginas e levou ao encerramento de 12 diários e revistas.

Segundo Tinedo Guia, presidente do CNP, a falta de papel "não afeta apenas os jornalistas, mas a indústria".

"A informação é democracia, liberdade. Estamos torcendo pela democracia, a liberdade é um exercício ético do jornalismo", vincou.

No protesto participaram também estudantes de comunicação social de diversas universidades venezuelanas.

PortuNoticias com © Lusa | Felipe Gouveia | Agencia de noticias de Portugal


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PortuNoticias | Libertado comerciante madeirense sequestrado na Venezuela


O empresário madeirense do setor da panificação, raptado na noite de terça-feira no estado venezuelano de Miranda, foi libertado esta madrugada

Segundo fontes da comunidade portuguesa local, o comerciante, de 42 anos, é natural de Santa Cruz, na ilha da Madeira, e foi libertado numa zona conhecida como La Mata.

"A família já está com ele. Está numa clínica a fazer exames, mas pensamos que está bem apesar de ter sinais de que foi golpeado na cara", disse uma das fontes.

O comerciante foi intercetado por vários homens armados pelas 22:00 locais de terça-feira (02:30 de quarta-feira em Lisboa), quando chegava ao estacionamento da sua residência em Ocumare del Tuy, no município Tomás Lander do estado de Miranda, a cerca de 70 quilómetros a sul de Caracas.

Segundo a imprensa local, após o sequestro os raptores permitiram que entrasse em contato telefónico com um irmão a quem teria manifestado que estava bem de saúde.

O sequestro causou preocupação na comunidade portuguesa daquela localidade e alguns comerciantes e motoristas chegaram a ponderar paralisar as suas atividades em protesto.

PortuNoticias com © Lusa | Felipe Gouveia | Agencia de noticias de Portugal


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PortuNoticias | Nicolás Maduro quer normas estritas contra o sensacionalismo da imprensa na Venezuela


O Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciou que vai elaborar normas "muito estritas" contra o que diz ser o sensacionalismo da imprensa e para impedir que quem viva no estrangeiro seja proprietário de algum meio de comunicação social.

"Vão-me chamar de ditador, mas não me importo. Eu vou fazer um conjunto de normas, muito estritas, para acabar com o sensacionalismo, a campanha, a propaganda que se enche e se alimenta do sangue, da morte e quem a promove", disse.

Nicolás Maduro falava durante um ato oficial celebrado no estado venezuelano de Miranda, a sul de Caracas, e acusou a imprensa venezuelana de pretender o falhanço do programa de pacificação do país que o Governo lançará a 14 de fevereiro.

"Quando um país inteiro clama pela paz e eles saem a deleitar-se com a morte e a promovê-la", disse.

As novas normas vão também proibir "que gente que não viva na Venezuela seja proprietária” de meios de comunicação social, disse ao salientar que o seu Governo vai "curar" a sociedade venezuelana dos "anti-valores do capitalismo, do culto das armas, da violência e das drogas".

O anúncio do Presidente da Venezuela acontece quando a imprensa critica o Executivo por não ter acesso à compra de divisas para importar o papel necessário à impressão dos jornais.

Na Venezuela vigora desde 2003 um férreo sistema de controlo cambial que impede a livre obtenção de moeda estrangeira no país e nas últimas semanas vários jornais reduziram o número de páginas impressas por falta de papel, advertindo que se persistir a situação haverá quem tenha de suspender publicações.

Segundo o Observatório Venezuelano de Violência 25.000 pessoas foram assassinadas em 2013 no país.

PortuNoticias com © Lusa | Felipe Gouveia


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PortuNoticias | Governo venezuelano acusa EUA de "promover e legitimar" desestabilização no país

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014


[17/02/2014] O Governo da Venezuela acusou os Estados Unidos de tentarem “promover e legitimar os esforços para desestabilizar” a democracia do país, após quase duas semanas de protestos contra o Governo.

Em comunicado, o Ministério venezuelano dos Negócios Estrangeiros sustenta que o Governo do Presidente Nicolás Maduro “rejeita categoricamente as declarações do Secretário de Estado norte-americano, John Kerry, na medida em que estas representam mais uma manobra do Governo de Washington” de exercer uma influência indevida em Caracas.

Nas últimas semanas, o Governo venezuelano tem enfrentado o crescente descontentamento de parte da população num contexto de inflação elevada (56,3% em 2013), escassez de alimentos e produtos de consumo, e insegurança.

PortuNoticias com © Lusa | Agencia de noticias de Portugal


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PortuNoticias | México lamenta violência na Venezuela e apela ao diálogo


[17/02/2014] O Governo do México lamentou a violência registada no final de uma manifestação convocada pelos estudantes venezuelanos conotados com a oposição e apelou ao diálogo para solucionar diferenças.

Em comunicado, a Secretaria das relações Externas lamentou os atos de violência e expressou condolências às famílias dos mortos.

Por outro lado, reiterou a sua convicção de que qualquer diferença deve ser resolvida pelo diálogo, respeito pelas instituições e direito internacional.

Os confrontos no final da manifestação de estudantes provocaram mortos, dezenas de feridos e vários detidos.

O Governo responsabiliza o líder da oposição Leopoldo López, sobre quem pende um mandato de captura e que já anunciou que se entrega terça-feira.

PortuNoticias com © EFE | Agencia espanhola de noticias


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PortuNoticias | 11 jornalistas detidos e 20 feridos nos protestos na Venezuela (sindicato)


[17/02/2014] Onze jornalistas foram detidos e, pelo menos, 20 ficaram feridos na Venezuela, entre quarta-feira e domingo, quando faziam a cobertura de protestos da oposição, denunciou o Sindicato Nacional de Trabalhadores da Imprensa (SNTP).

Num comunicado divulgado em Caracas, o SNTP faz um balanço da situação dos jornalistas, precisando que "cinco foram espancados e feridos pela Guarda Nacional e cinco foram roubados por funcionários dos mesmos corpos de segurança, que além de lhes tirarem o material e o equipamento de trabalho, também os deixaram sem objetos pessoais como os telemóveis".

Na lista de nomes dos profissionais agredidos está o do fotógrafo freelancer português, Eduardo Leal, que foi atacado quando cobria uma manifestação de estudantes opositores em Caracas e esteve várias horas detido pela polícia.

O documento sublinha ainda que dois profissionais da comunicação social foram agredidos por manifestantes, um deles na praça França de Altamira (leste de Caracas), onde está concentrada a oposição, e outro durante uma manifestação convocada por simpatizantes do Governo.

Segundo o SNTP foram "violados os direitos ao trabalho e à proteção dos trabalhadores dos meios de comunicação social" o que levou o secretário-geral daquele organismo, Marco Ruiz, a protestar pelas ações dos policias contra os jornalistas e denunciar os mesmos perante as autoridades de Justiça.

No comunicado, o SNTP diz ser "censura" a decisão do Governo de suspender das operações de televisão local o canal internacional de notícias da Colômbia, NTN24, que fazia a cobertura dos acontecimentos e denuncia "assédio" às sedes dos canais Venezuelana de Televisão (estatal) e Globovisión.

Segundo as autoridades venezuelanas três pessoas morreram desde 12 de fevereiro último na sequência de atos de violência ocorridos durante protestos de estudantes opositores contra o governo do presidente Nicolás Maduro.

PortuNoticias com © Lusa | Felipe Gouveia


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PortuNoticias | Fotógrafo português interrogado no departamento “anti-terrorismo” venezuelano (advogado)


[17/02/2014] O fotógrafo freelancer português Eduardo Leal, detido na Venezuela quando cobria uma manifestação da oposição, foi “maltratado por homens fardados” e ouvido no departamento "anti-terrorismo" da polícia venezuelana, disse o seu advogado.

"Acompanhei-o ao departamento de anti-terroismo do Corpo de Investigações Científicas e Criminalísticas (CICPC, antiga Polícia Técnica Judiciária) e depois de fazer valer os direitos dele, porque não queriam que fosse acompanhado por um advogado, esperei que fosse chamado e entrevistado", disse Inácio Pereira.

O advogado explicou que o interrogatório, que presenciou, "foi um procedimento normal para estes casos".

"Ele não tinha telefone, disse-me que tinha perdido a câmara fotográfica e o telemóvel. Também [disse] que tinha sido bastante maltratado por umas pessoas que não conseguiu identificar, mas que estavam fardadas de preto e tinham colete anti-balas", frisou.

Questionado sobre se os agressores do fotógrafo português seriam polícias, o advogado explicou que Eduardo Leal "não pôde identificá-los”, mas admitiu que "se lhe puseram algemas e o levaram para a polícia judicial, em Parque Carabobo (centro de Caracas), deviam ser polícias".

Inácio Pereira precisou que soube do caso porque foi contatado pelo Consulado Geral de Portugal em Caracas.

Segundo o advogado, o fotógrafo esteve detido entre as 17:00 locais (21:30 em Lisboa) da última quarta-feira e as 03:00 locais (07:30) de quinta-feira.

"Ele estava bastante magoado, tinha um olho magoado, também as mãos, onde colocaram as algemas, e os braços. Disse-me que tinha as pernas bastante inchadas e quase não podia andar", explicou.

Segundo o Sindicato Nacional de Trabalhadores da Imprensa (SNTP) venezuelano, 11 jornalistas foram detidos e pelo menos 20 ficaram feridos, entre quarta-feira e domingo, quando faziam a cobertura de protestos da oposição.

Num comunicado divulgado em Caracas, o SNTP faz um balanço da situação dos jornalistas, precisando que "cinco foram espancados e feridos pela Guarda Nacional e cinco foram roubados por funcionários dos mesmos corpos de segurança, que além de lhes tirarem o material e o equipamento de trabalho, também os deixaram sem objetos pessoais, como os telemóveis".

Os opositores protestam contra o Governo do Presidente Nicolás Maduro.

PortuNoticias com © Lusa | Felipe Gouveia


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PortuNoticias | Governo venezuelano denuncia ataque de Anonymous a mais de 60 páginas de internet


[17/02/2014] O Governo da Venezuela denunciou que 61 páginas de Internet de instituições oficiais foram atacadas pelo movimento Anonymous nas últimas 48 horas, e que foram extraídos dados e realizadas operações que qualificou como parte de uma “guerra informática".

Em declarações ao canal estatal VTV, o ministro da Ciência e Tecnologia da Venezuela, Manuel Fernández, disse que se trata de uma "guerra informática" ou "cibernética" declarada pelo grupo Anonymous "ou por quem utiliza essa figura".

Manuel Fernández disse que "o ataque mais agressivo" ocorreu contra o portal da estatal Comissão de Administração de Divisas (Cadivi), organismo que regula o sistema de controlo cambial vigente na Venezuela, descrevendo a ação no âmbito de uma "guerra económica" que está a ser travada contra o Governo.

Por sua vez, o diretor geral da estatal Comissão Nacional de Telecomunicações (Conatel), William Castillo, também disse que está em desenvolvimento uma "guerra eletrónica" durante uma entrevista com o canal Telesur.

Segundo William Castillo, esta guerra inclui, além dos ataques piratas às páginas do Estado, montagens de fotografias e vídeos nas redes sociais.

As denúncias de ataques informáticos ocorreram numa altura em que o país enfrenta protestos nas ruas contra o Governo.

Por sua vez, o Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, denunciou que estes protestos são parte de um plano orquestrado pela oposição com financiamento do ex-Presidente colombiano Álvaro Uribe, para derrotá-lo.

PortuNoticias com © EFE | Agencia espanhola de noticias


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PortuNoticias | Insegurança leva à suspensão do carnaval em duas localidades venezuelanas


[17/02/2014] A alta insegurança que se regista na Venezuela levou as autoridades de San Diego e Puerto Cabello a suspender o festejo do carnaval, que tradicionalmente é os mais emblemático no Estado de Carabobo, 150 quilómetros a oeste de Caracas.

"Devo informar que, mesmo com tudo preparado, decidimos suspender os carnavais internacionais de San Diego (Valência), devido ao clima de insegurança que se vive no nosso país", anunciou o presidente da Câmara Municipal, Enzo Scarano.

Por outro lado também o autarca de Puerto Cabello, Rafael Lacava, anunciou que estavam suspensos os atos do carnaval naquela localidade, porque "não há ânimo para isso".

Rafael Lacava recordou que em janeiro último a atriz e miss venezuelana Mónica Spear Mootz e o seu marido foram assassinados a tiro por homens armados, que assaltaram a viatura em que circulavam entre as localidades de Valência e Puerto Cabello.

No último domingo, dois padres católicos foram assassinados e um terceiro ficou ferido na localidade de Valência, Estado de Carabobo, 150 quilómetros a leste de Caracas.

As vítimas foram mortas com múltiplos golpes de faca enquanto dormiam nas suas habitações dentro das instalações do Colégio Don Bosco.

Segundo dados não oficiais, no Estado de Carabobo residem mais de 130.000 portugueses.

PortuNoticias com © Lusa | Felipe Gouveia


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PortuNoticias | Partido da oposição venezuelana denuncia rusga à sua sede


[17/02/2014] O partido opositor venezuelano Vontade Popular denunciou que agentes da Direção de Inteligência Militar (DIM) da Venezuela efetuaram uma rusga ilegal à sua sede.

"DIM ataca sede de Vontade Popular com armamento, sem ordem, ilegalmente", denunciou através da sua conta no Twitter o coordenador do partido político, Carlos Vecchio.

A rusga, segundo o presidente da Câmara Municipal de El Hatillo (sul de Caracas), David Smolansky, ocorreu pelas 15:20 horas locais (19:50 horas em Lisboa) e foi efetuada por oficiais da DIM que entraram no local armados.

A rusga teve lugar um dia depois de o líder do partido Vontade Popular, Leopoldo López, convocar os venezuelanos para o acompanharem numa marcha até ao Ministério de Relações Interiores, Justiça e Paz, para "dar a cara" contra acusações que lhe foram dirigidas pelo executivo.

O dirigente opositor, procurado pelas autoridades venezuelanas, é acusado pelo Governo da Venezuela de estar envolvido nos acontecimentos violentos que provocaram três mortos e dezenas de feridos durante manifestações de opositores e de simpatizantes do atual regime, ocorridas na última semana em Caracas.

Segundo a imprensa venezuelana, Leopoldo López é acusado por um tribunal venezuelano de "homicídio intencional qualificado executado por motivos fúteis e não nobres" de dois dos três cidadãos que faleceram durante manifestações.

É ainda acusado de "associação, instigação para cometer delito, intimidação pública, incêndio a edifício público, danos a propriedade pública e lesões graves".

PortuNoticias com © Lusa | Felipe Gouveia


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PortuNoticias | Opositor Leopoldo López convocou marcha para se apresentar à Justiça venezuelana


[17/02/2014] O dirigente da oposição venezuelana, Leopoldo López, convocou os venezuelanos para o acompanharem numa marcha até ao Ministério do Interior, Justiça e Paz, onde quiz "dar a cara" às acusações do Governo contra si.
Líder do partido Vontade Popular é procurado pelas autoridades venezuelanas, Leopoldo López é acusado pelo Governo de estar envolvido nos acontecimentos violentos que provocaram mortos e dezenas de feridos durante as manifestações na última semana.

"Estarei aí para dar a cara. Disseram durante os últimos dias que me querem ver preso, aí estarei para dar a cara. Eu não tenho nada a temer, não cometi nenhum delito. Tenho sido um venezuelano comprometido com o nosso país, com o nosso povo, com a Constituição e com o nosso futuro", disse Leopoldo López num vídeo divulgado através do Youtube.

O político frisou ainda que "se há alguma decisão ilegal” de o prender seria enfrentada e assumida.

No vídeo o líder opositor começou por agradecer "todas as mensagens de apoio e solidariedade" recebidas nos últimos dias e sublinha que continua na Venezuela, onde vai permanecer para “lutar” por um país melhor.

"Como é natural tirei uns dias para pensar, partilhar com a minha família e tomar a melhor decisão nestes momentos. Como ratifiquei continuarei a luta nas ruas e ao lado do povo venezuelano. É por isso que esta próxima terça-feira 18 quero convocar todos para que caminhemos juntos (…) até ao Ministério do Interior e Justiça, lugar que se converteu no símbolo da repressão, da perseguição, das torturas e das mentiras", afirmou.

Chamado de "covarde" pelo Presidente Nicolás Maduro, Leopoldo López anunciou aos seus simpatizantes que levaria "requerimentos muito completos" que passariam por "esclarecer a responsabilidade do Estado nos homicídios ocorridos" sublinhando que "aí estão fotos, vídeos, provas irrefutáveis do que aconteceu nesse dia".

Leopoldo López pretendia também que sejam libertados "todos os cidadãos" que "foram perseguidos e continuam presos e alvo de torturas", que "acabe a repressão e a perseguição do que é um direito de todos os venezuelanos, o direito a protestar".

O Governo venezuelano deve também "assumir o desarmamento dos grupos paramilitares e coletivos que foram responsáveis por homicídios e pela insegurança".

"Esse dia temos que sair como sempre o fizemos, pacificamente. Peço-lhes que se vistam de branco porque isso significa o nosso compromisso pela paz", disse.

Segundo a imprensa venezuelana, Leopoldo López é acusado dos delitos de "associação, instigação para cometer delito, intimidação pública, incêndio a edifício público, danos a propriedade pública e lesões graves", além de outros como homicídio.

PortuNoticias com © Lusa | Felipe Gouveia


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PortuNoticias | Venezuela expulsa três funcionários da embaixada dos EUA por alegada conspiração


[17/02/2014] O Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, acusou três funcionários da embaixada dos Estados Unidos em Caracas de conspirarem para encetar um golpe de Estado.

"Que nos respeitem porque o nosso país não se mete nos assuntos internos de ninguém (…). Mas como esta pátria se respeita eu dei a ordem ao ministro dos Negócios Estrangeiros para (…) expulsar do país estes três funcionários consulares da embaixada dos Estados Unidos da América na Venezuela", disse.

O Presidente Nicolás Maduro falava numa declaração ao país feita a partir do palácio presidencial de Miraflores, que foi transmitida em simultâneo e de forma obrigatória pelas rádios e televisões venezuelanas.

"Que vão conspirar para Washington, que deixem quieta a Venezuela", enfatizou, sem, contudo, revelar o nome nem os cargos dos diplomatas norte-americanos que vão ser expulsos.

Por outro lado, recordou, que "há meses” foi necessário tomar medidas idênticas.

Em novembro do ano passado, Nicolás Maduro expulsou três funcionários da embaixada dos Estados Unidos em Caracas sob a acusação de estarem aliados à oposição em alegados planos para criar instabilidade no país.

Washington recusou as acusações de envolvimento dos funcionários em ações de "conspiração para desestabilizar" o Governo da Venezuela e em retaliação declarou também três funcionários venezuelanos como ‘personas non gratas’.

PortuNoticias com © Lusa | Felipe Gouveia


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PortuNoticias | Organizações portuguesas condenam violência na Venezuela (embaixada)


[17/02/2014] Organizações portuguesas enviaram à embaixada da Venezuela em Lisboa mensagens de solidariedade para com o povo e o Governo do país na sequência da violência que já provocou mortos e dezenas de feridos no país.

"Nas missivas podem ler-se palavras de apoio às ações que tem tomado o Presidente Nicolás Maduro para combater o plano de conspiração da oposição venezuelana que pretende gerar desestabilização e mortes no país" explica um comunicado divulgado pela representação diplomática.

Segundo a Embaixada da Venezuela em Lisboa, as notas de solidariedade foram enviadas pelo "Partido Comunista Português (PCP), pelo Conselho Português para a Paz e a Cooperação, pela Cooperativa Mó de Vida e pessoas afins ao processo revolucionário" venezuelano.

"O PCP condenou a campanha de violência e os atos de vandalismo perpetrados por grupos de cariz neofascita que provocaram mortes e destruição a bens públicos (…) o PCP denuncia os objetivos antidemocráticos e golpistas desta campanha desestabilizadora levada a cabo contra a Revolução Bolivariana, por forças reacionárias e a direita venezuelana, articuladas e apoiadas pelo imperialismo norte-americano", explica.

O documento precisa que o PCP expressa solidariedade a Nicolás Maduro, destacando que a violência ocorre num momento em que a Venezuela promove a melhoria das condições de vida da população e intensifica as medidas de combate à especulação e à guerra económica.

Por outro lado o Conselho Português para a Paz e a Cooperação condenou as ações de violência e manifestou "solidariedade com o povo venezuelano na sua valente luta para defender a revolução bolivariana e os sucessos obtidos em matéria económica, cultural e social".

"O CPPC alerta para a gravidade da situação e apela à solidariedade de todos os democratas e organizações progressistas para com o povo venezuelano e as suas importantes conquistas (…) perante as ameaças de recrudescimento de renovadas ingerências externas", explica.

Por outro lado a Cooperativa Mó de Vida condenou o "tratamento mediático que alguns meios (de comunicação social) portugueses deram a estas ações violentas" os quais "ocultaram fatos importantes com o objetivo de induzir uma opinião” porque esses meios “estão com as mesmas forças que tentam desestabilizar o processo venezuelano".

Segundo o comunicado, a Mó de Vida manifestou "total solidariedade às vitimas que nada fizeram para que isto acontecesse, aos movimentos sociais venezuelanos e ao povo que luta por defender as conquistas alcançadas com este processo (bolivariano)".

O documento conclui explicando que o embaixador da Venezuela em Lisboa, general chefe Lucas Rincón Romero, agradeceu a solidariedade manifestada e as constantes expressões de apoio ao processo revolucionário e socialista venezuelano.

PortuNoticias com © Lusa | Felipe Gouveia


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PortuNoticias | Estados Unidos pedem ao governo da Venezuela para libertar manifestantes detidos

domingo, 16 de fevereiro de 2014


[16/02/2014] O secretário de Estado norte-americano, John Kerry, pediu ao governo da Venezuela que liberte os manifestantes opositores detidos durante os distúrbios registados esta semana e que reponha a calma neste país.

Em comunicado, o secretário de Estado condenou os eventos que causaram vários mortos e dezenas de feridos e manifestou a “profunda preocupação” dos Estados Unidos perante o que aconteceu.

“Fazemos um apelo ao governo venezuelano para que proporcione um espaço político necessário para um diálogo significativo com o povo venezuelano e para que liberte os manifestantes detidos. Instamos todas as partes a trabalhar no sentido da calma ser restabelecida e que se abstenham da violência”, disse.

O chefe da diplomacia norte-americana juntou-se, assim, à Alta Comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Navi Pillay, ao secretário executivo da Organização de Estados Americanos (OEA), José Miguel Insulza, e á Alta Representante dos Assuntos Exteriores da União Europeia, Catherine Ashton, na condenação da violência nas ruas venezuelanas.

PortuNoticias com © EFE | Agencia espanhola de noticias


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PortuNoticias | Diosdado Cabello diz que oposição venezuelana conspira e é dirigida pelos Estados Unidos com base na Colômbia


[16/02/2014] O presidente do Parlamento venezuelano, Diosdado Cabello, disse que a oposição está a conspirar contra o Governo e é "dirigida a partir dos Estados Unidos" com uma base na Colômbia, de onde o ex-governante Álvaro Uribe, financia os conspiradores.

"A direita está a conspirar, neste momento (...) dirigida a partir dos Estados Unidos com uma base na Colômbia, Uribe está a dirigir os seus amigos daqui", disse Diosdado Cabello durante um discurso numa cerimónia do Governo no estado de Bolívar.

O líder do parlamento Venezuela disse que Uribe é o “inimigo da paz deste continente, inimigo da paz da Venezuela” está a "dirigir a conspiração contra este país, financiando".

Diosdado Cabello acrescentou que os protestos que decorrem há dias na Venezuela e que já causaram mortos, dezenas de feridos e detidos, fazem parte de um plano que tem como fim último derrubar o Governo.

Além disso, afirmou que o ex-Presidente Uribe enviou para a Venezuela uma candidata a senadora do seu país para se encontrar com os alegados conspiradores para preparar "mais mortos" que justifiquem o golpe de Estado.

"Depende do povo e da força armada que a direita fascista se imponha aqui na Venezuela, não vão conseguir senhores da burguesia", disse.

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PortuNoticias | Venezuela acusa imprensa internacional de manipular fotos de manifestações


[16/02/2014] A ministra venezuelana de Comunicação e Informação, Delcy Rodriguez, acusou a imprensa internacional de manipular imagens dos protestos ocorridos no país, prometendo ações judiciais do governo.

"Estamos cansados das mentiras dos meios que, permanentemente, têm uma campanha suja contra a Venezuela. Nós vamos acionar judicialmente, não vamos permitir este tipo de ações", disse a governante, durante uma conferência no palácio presidencial de Miraflores.

Em causa, afirmou a ministra, está a publicação de fotos de manifestações no Chile e no Egito, como atos atuais da Venezuela, para gerar violência.

Perante as câmaras de televisão, apresentou, entre outros exemplos, imagens divulgadas pelo jornal espanhol ABC sobre um protesto no Egito, que foi apresentada como uma agressão na Venezuela.

Delcy Rodríguez denunciou ainda que a sede do canal estatal e alguns dos seus trabalhadores foram alvo de agressões na última noite.

PortuNoticias com © Lusa | Felipe Gouveia


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PortuNoticias | Líder opositor convocou marcha nacional contra a violência na Venezuela


[16/02/2014] O ex-candidato presidencial Henrique Capriles Radonski pediu ao governo venezuelano que investigue as mortes ocorridas durante as recentes manifestações na Venezuela e anunciou uma marcha nacional contra a violência no país.

"Não é democrático controlar a ordem pública com chumbo, isso é fascismo puro. Quem deu um tiro na cabeça a esses venezuelanos? Onde estão? Que aconteceria se eu dissesse à gente para sair à rua como (Nicolás) Maduro disse ontem?" - questionou.

Durante uma conferência de imprensa em Caracas, o também governador do Estado venezuelano de Miranda, acusou o governo de colocar pessoas "infiltradas" em todos os atos da oposição, que alegadamente promoveriam a violência, ao mesmo tempo que se demarcou dos opositores que exigem "a saída" do Presidente da República.

"Não somos violentos. Não acreditamos nesse caminho. Não percamos o foco, deixemos os infiltrados sós, sejam de um partido ou de outro”. Até porque “há gente que quer que eu seja violento e não posso ser violento com gente que amo", disse Henrique Capriles que anunciou uma marcha nacional contra a violência e os grupos armados.

O líder opositor instou os estudantes que, desde há dias protestam em várias cidades contra as políticas governamentais, a "garantir a paz da República" e solidarizou-se com o dirigente opositor Leopoldo López, do partido Vontade Popular, que tinha pendente uma ordem de captura e é responsabilizado pelo Governo, dos acontecimentos violentos de 12 de fevereiro.

Capriles Radonski insistiu que não pode apoiar situações de violência e recordou que "os seus quatro bisavós foram assassinados num campo de concentração, sobreviventes do Holocausto", disse.

Entretanto centenas de pessoas concentraram-se hoje em Parque Cristal, Chacao (leste de Caracas), para apoiar as manifestações de estudantes.

PortuNoticias com © Lusa | Felipe Gouveia


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PortuNoticias | Dois sacerdotes assassinados durante um assalto na Venezuela


[16/02/2014] Dois padres católicos foram assassinados e um terceiro ficou ferido na Venezuela, na localidade de Valência, Estado de Carabobo, 150 quilómetros a leste de Caracas.

Segundo fontes do Colégio Don Bosco, os sacerdotes, Jesus Herasmo Plaza (79 anos) e Luís Heriberto Sánchez (salesiano, 84 anos), foram mortos com múltiplos golpes de faca enquanto dormiam nas suas habitações dentro das instalações daquela escola católica.
O caso ocorreu pelas 00:00 horas locais (04:30 horas em Lisboa) e um terceiro padre ficou também ferido, encontrando-se hospitalizado num centro de saúde local.

Segundo o religioso Luciano Stefani, os assassinos ficaram com "o pouco dinheiro" que as vítimas tinham na algibeira".

"Parece uma afronta contra a Igreja", disse.

Os homicídios estão a ser investigados pelo Corpo de Investigações Científicas, Penais e Criminalísticas (Cicpc), a antiga Polícia Técnica Judiciária.

Ao saber do homicídio, dezenas de pessoas se concentraram junto do Colégio Don Bosco, para protestar pelo ocorrido.

PortuNoticias com © Lusa | Felipe Gouveia


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