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PortuNoticias | Cavaco Silva apela à diáspora para ajudar à “credibilidade” de Portugal

sábado, 28 de dezembro de 2013


O Presidente da República apelou hoje aos emigrantes portugueses "em funções de destaque" para ajudarem o país sua "credibilidade" e "imagem", com objetivo de contribuírem para um maior investimento estrangeiro e consequente crescimento económico.

"Portugal tem de ser capaz de aproveitar, de tirar partido, das potencialidades desta nova diáspora, como fazem outros países. Estudámos outros casos, como a Irlanda. Este Conselho (da Diáspora Portuguesa) surgiu como resposta a um repto que lancei, no sentido de mais vozes portugueses se juntarem às vozes de políticos e diplomatas para projetar Portugal no estrangeiro pela positiva e contribuir para corrigir alguma desinformação que existe sobre o nosso país e assim ajudar a melhorar credibilidade do país e difundir as suas potencialidades", disse Cavaco Silva.

Na cerimónia de encerramento do encontro anual do Conselho da Diáspora Portuguesa (CDP), em Cascais, o Chefe de Estado defendeu que o país pode "colher muitas vantagens, contribuindo para criar condições para o investimento do país por parte de investidores estrangeiros ou mesmo uma maior predileção pela escolha de produtos portugueses".

"(Daí) resulta, talvez, mais exportações, mais visitantes, turistas, mais decisões de investimento no nosso país e isso contribui para o crescimento económico em Portugal e para o aumento do emprego", afirmou, desejando que "este encontro marque uma atitude nova no relacionamento entre o país e a sua diáspora, em particular aqueles portugueses que alcançaram um lugar de destaque nos países onde exercem as suas atividades".

Cavaco Silva pediu ainda para que os emigrantes portugueses, "além da ligação afetiva, tenham agora uma ligação mais empenhada em casos mais concretos para ajudar ao desenvolvimento do país".

Segundo o Presidente da República, depois de um núcleo de 24 fundadores, o CDP conta agora com "52 membros, em 16 países e quatro continentes", adiantando que o objetivo "é mapear 200 portugueses que exercem funções de destaque no estrangeiro".

"Temos aqui um grupo de excelência de portugueses que exercem a sua atividade no estrangeiro, em diversas áreas, na economia, nas empresas, na cultura, na arte na cidadania, que ganharam uma projeção através do seu mérito, da sua experiência, e são altamente considerados. Demonstra bem a evolução que teve a nossa diáspora nas últimas décadas, no reforço da qualificação", disse.

O primeiro-ministro, Passos Coelho, o vice-primeiro-ministro, Paulo Portas, o ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Rui Machete, o ministro da Economia, Pires de Lima, mas também secretário-geral do PS, António José Seguro, ou o presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, marcaram igualmente presença.

@PortuNoticias com © Lusa | Agencia de noticias de Portugal


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PortuNoticias | Produtos escassos viram presentes de Natal na Venezuela


Os produtos que escasseiam na Venezuela estão a transformar-se num novo tipo de presente de Natal de milhares de cidadãos que, nesta época, saem de Caracas para passar alguns dias com a família.

Hoje, no terminal de transporte terrestre de La Bandera (Caracas), muitos dos passageiros estavam munidos com bagagem extra, que passava por uma mala adicional, uma caixinha de cartão e bolsas plásticas, com produtos que escasseiam no mercado local.

Entre esses produtos via-se papel higiénico, leite em pó, farinha de milho pré-cozido, óleo vegetal e açúcar, mas também fraldas, enlatados e artigos de higiene pessoal.

"Estou a sair para Turmero (90 quilómetros a oeste da capital), além de presentes e de roupa, levo leite em pó para os netinhos, quatro quilogramas de Harina Pan (farinha de milho) e açúcar que comprei em Caracas, mas que por lá não se consegue", explicou uma portuguesa à agência Lusa.

Assegurando que, "de momento” não falta nada netos, “porque sempre se vai conseguindo o que comprar", Maria Gonçalves explicou que dedica várias horas diárias a ir aos supermercados à procura de "coisas" e que cada vez que visita a filha há sempre algo de bagagem extra, um produto que escasseia e que se transformou "num presentinho muito apreciado por todos".

Segundo a imprensa venezuelana, as cidades de Maracaibo, Táchira, Barinas, Barquisimeto e Mérida, a oeste e sudoeste do país, são as principais localidades para onde os passageiros levam coisas extra na bagagem.

Algumas destas localidades fazem fronteira com a Colômbia, sendo constantes as denúncias de contrabando de produtos, que são comprados na Venezuela a preços mais baixos e depois levados para o país vizinho, apesar das cada vez mais intensas fiscalizações das autoridades.

@PortuNoticias com © Lusa | Felipe Gouveia | Agencia de noticias de Portugal


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PortuNoticias | Portugueses no Brasil tentam preservar tradições portuguesas no Natal


Os portugueses que estão a viver no Brasil procuram passar o Natal com os seus compatriotas, reproduzindo a tradição com muito bacalhau e bolo-rei, embora alguns já comecem a habituar-se ao churrasco e panetone.

"Vou ficar [no Natal] com uma amiga portuguesa, vamos fazer um jantar entre nós", diz à agência Lusa o estudante português Jonathan Chave Ferreira, de 20 anos, adiantando que o menu será bacalhau com natas.

A viver no Rio de Janeiro há apenas três meses, e longe da família pela primeira vez, o jovem prevê que o dia "será um pouco estranho", principalmente pela falta da presença dos pais e dos dois irmãos, que já têm uma visita programada, mas para o Carnaval.

Para amenizar a distância, muitos recorrerão às tecnologias, como é o caso de Sara Teles Almeida Rocha, de 26 anos, que irá passar o Natal deste ano no Rio de Janeiro com nove amigos portugueses.

"Antes de começarmos o jantar, ligamos o Skype e falamos durante algum tempo. No dia de Natal também [nos ligamos], para falarmos sobre os presentes que recebemos", conta Sara, que manterá a tradição portuguesa com um jantar de bacalhau, batata e legumes cozidos.

Também no mundo virtual, o grupo de portugueses no Rio de Janeiro, no Facebook, combinou uma reunião natalícia para o passado sábado, com o objetivo de reunir o maior número possível de compatriotas, antes do dia de Natal, quando cada um passará apenas com os mais íntimos.

Para a escolha do local e do tipo de festa, entre as opções estavam o brasileiríssimo "churrasco", que por pouco não venceu como formato de celebração.

"Eu preferia um churrasco, é mais informal, as pessoas estariam em pé conversando umas com as outras, cada um levaria uma peça de carne e a bebida se compra no quiosque, mas a questão foi quem assumiria a churrasqueira...", conta o luso-brasileiro Marcelo Cerqueira, a viver no Rio de Janeiro desde 2010.

O Natal funciona ainda como uma excelente desculpa para aqueles que já não aguentam as saudades e querem um pretexto para atravessarem o Atlântico.

Esse é o caso de Márcio Rodrigues Valente, de 20 anos, que chegou ao Brasil em 2011 e, depois de passar o Natal com os tios, no ano passado, decidiu fazer uma surpresa à família este ano.

"Não conhecia as tradições do Brasil e até gostei [do Natal de 2012]. O mais diferente foi a comida, não há o bacalhau. E a festa, porque costumamos estar sentados à mesa, jantar, e aqui foi um pouco mais descontraído, um clima mais informal", compara.

Natural de Aveiro, Valente admite que sofreu um pouco nos primeiros meses com o choque cultural, ao chegar com apenas 17 anos a uma cidade de mais de seis milhões de habitantes.

Hoje, a viver em Florianópolis, onde diz sentir-se "mais em casa", pela proximidade com a cultura portuguesa, Valente comemora o objetivo alcançado, com a obtenção da licença de piloto, e terá um merecido fim de ano perto da família.

"Este Natal será em Portugal. Vou chegar a casa de surpresa, no dia do aniversário do meu pai. Os meus amigos sabem, mas não contei à família, para ser surpresa", diz.

@PortuNoticias com © Lusa | Agencia de noticias de Portugal


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PortuNoticias | Cavaco Silva e Passos Coelho discutiram o futuro de Portugal com portugueses da diáspora


O Presidente da República e o primeiro-ministro reuniram-se com cerca de 30 "portugueses influentes", como Horta Osório, Armando Zagalo ou Joaquim de Almeida, para discutir "novas ideias sobre soluções para o futuro" do país.

Trata-se do primeiro encontro anual do Conselho da Diáspora Portuguesa, criado faz na quinta-feira um ano, e decorreu no Palácio da Cidadela, em Cascais, com as presenças de 29 conselheiros de Portugal no mundo e 30 governantes e outros líderes, informou a organização.

"Esperamos ter um debate que permita trazer novas pistas e novas ideias sobre soluções para o futuro", disse à Lusa o presidente da direção do Conselho, Filipe de Botton, que fez um "balanço extremamente positivo" do primeiro ano da organização.

Lançado a 26 de dezembro de 2012 pelo Presidente da República com 25 membros fundadores, o conselho tem hoje 52 conselheiros, de 16 países e quatro continentes.

"A nossa grande preocupação nestes primeiros meses tem sido organizar e mapear os conselheiros de Portugal no mundo, como chamamos a estes portugueses de influência fora de Portugal, no sentido de poderem começar a trabalhar e a propor e sugerir ideias para Portugal", disse Botton.

Na reunião esteve o Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, o vice-primeiro-ministro, Paulo Portas, o presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, e o líder do Partido Socialista, António José Seguro, assim como outros ministros e dirigentes de empresas em Portugal como a REN, a Brisa, o BES ou a IBM.

O objetivo de aproximar estas personalidades dos conselheiros de Portugal no mundo, portugueses com lugares de destaque no estrangeiro, seja em empresas, na cultura ou na ciência, é "criar uma rede e lançar o diálogo" entre todos.

Em debate estiveram "três grandes temas": a mobilidade inteligente, o financiamento alternativo das empresas portuguesas e a discussão sobre se Portugal está pronto para o futuro.

@PortuNoticias com © Lusa | Agencia de noticias de Portugal


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PortuNoticias | Portugueses na Venezuela fazem da ementa de Natal uma “mistura de tradições e sabores”


Emigrados há dezenas de anos, os portugueses da Venezuela transformaram as ementas festivas, como a da noite de Natal, numa "mistura de tradições e sabores", em que a gastronomia portuguesa está lado a lado com a venezuelana.

"Estamos aqui há muitos anos, o Natal para nós é uma mistura de tradições e de sabores. Por estar na Venezuela a ementa tem uma forte componente local, mas os toques que engalanam a consoada são portugueses", explicou Ana Maria de Abreu à agência Lusa.

Natural da Ribeira Brava, Madeira, com 65 anos de idade, 50 deles vividos em Chacao, leste de Caracas, Venezuela, esta portuguesa disse que para ela e os conterrâneos "é obrigatório preparar carne de vinha de alhos, uma boa galinha ou um peru e uma perna de porco assada no Natal".

Mas a ementa que está a preparar para esta noite "é também venezuelana", tem uma salada fria de galinha com batata, cenoura, ervilhas e maionese, acompanhada por rabanadas de pão recheado com fiambre fumado, azeitonas e passas de uva.

O prato principal que pensa servir é a "hallaca" ou "hayaca", cujo nome deriva de "ayúa" e "ayuaca", que no dialeto guariani quer dizer "misturar" e "misturado", mas que por deformação passou a ser "ayaca".

Conta a tradição que os escravos negros aproveitavam as sobras dos guisados dos banquetes dos senhorios, misturavam com farinha de milho, fazendo uma massa que era envolvida em folhas de plátano (banana tropical) e cozida.

A "hallaca" atual passou por algumas transformações, a massa de farinha de milho é misturada com o óleo de sementes de "onoto", um arbusto da Amazónia e outras zonas tropicais, que eram usadas pelos aborígenes para pintar o corpo de cor de abóbora, como repelente de insetos.

A massa é estendida em cima das folhas de plátano, no centro são colocados pedaços pequenos de carnes guisadas (frango, vaca e porco), azeitonas, alcaparras, passas de uva, ovos cozidos. Cuidadosamente fechada para impedir a fuga do recheio, é protegida pelas folhas de plátano e cozida em abundante água.

"Confesso que a primeira vez que provei a 'hayaca', pelo seu sabor tão particular, fiquei na dúvida se gostava ou não, porque estava habituada a sabores menos intensos, agora, em alguns natais preparo o que chamo de 'hallaca' portuguesa, recheada com bacalhau, ovo cozido, azeitonas, muita cebola e pimentão", explicou.

Queixando-se que o alto preço do bacalhau dificulta cumprir com a tradição de compartilhar aquele prato com familiares, amigos e vizinhos, explicou que, num domingo de dezembro, a família reúne-se para preparar as "hallacas" que "às vezes passam das duas centenas e comem-se durante toda a quadra".

A "hallaca" é sempre servida acompanhada por fatias de perna de porco assada ou de peru assado com "ervas frescas", que a fazem lembrar a infância vivida na Madeira, como a matança do porco.

No Natal, referiu, não pode faltar o bolo de mel ao estilo madeirense, a letria, as filhós, o bolo de bolacha e o tronco de chocolate, que junto com a "torta negra" (bolo preto) à venezuelana, recheada de frutos secos, dão um toque especial à noite.

"Mas a sobremesa, tem ainda doce de tirinhas de papaia verde, doce de 'boganga' (chila) com ananás picado e algumas 'broas' (biscoitos) de chocolate, manteiga ou de coco", disse.

Sublinhou ainda que embora durante a refeição os vinhos são "venezuelanos ou chilenos, porque são bons e mais baratos”, enquanto o verdadeiro brinde é feito “com um Porto ou um Madeira".

@PortuNoticias com © Lusa | Felipe Gouveia | Agencia de noticias de Portugal


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PortuNoticias | Filipe de Botton destaca importância de divulgar Portugal através do Conselho da Diáspora

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013


O presidente da direção do Conselho da Diáspora Portuguesa, Filipe de Botton, realçou a importância de divulgar Portugal e aumentar a reputação do país através da ligação entre portugueses residentes e os que estão no estrangeiro.

Na abertura do primeiro encontro anual do Conselho da Diáspora Portuguesa, que se realizou no Palácio da Cidadela, em Cascais, Filipe de Botton destacou que "a grande missão é fazer a ligação entre os portugueses lá fora e os que cá estão".

Além disso, acrescentou, pretende-se também informar os conselheiros sobre o que se passa no país, com o objetivo de "aumentar a reputação de Portugal e criar uma arquitetura para todos trabalharem em prol do país".

A cultura, arte, ciência e cidadania são áreas nas quais Filipe de Botton quer desenvolver maior trabalho para a projeção de Portugal.

Já com o ministro da Economia, António Pires de Lima, o líder do PS, António José Seguro, entre as personalidades presentes, o primeiro painel de debate do Conselho da Diáspora Portuguesa foi sobre o futuro de Portugal.

"Estará Portugal pronto para o futuro", foi a pergunta que se impôs, num debate fechado aos órgãos de informação.

O encontro de hoje do Conselho da Diáspora Portuguesa reuniu cerca de 30 "portugueses influentes", como Horta Osório, Armando Zagalo ou Joaquim de Almeida, para discutir "novas ideias sobre soluções para o futuro" do país.

O Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, e o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, marcaram presenças, bem como o vice-primeiro-ministro, Paulo Portas, o presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, e outros ministros e dirigentes de empresas em Portugal como a REN, a Brisa, o BES ou a IBM.

Lançado a 26 de dezembro de 2012 pelo Presidente da República com 25 membros fundadores, o conselho tem hoje 52 conselheiros, de 16 países e quatro continentes.

Em debate estiveram "três grandes temas": a mobilidade inteligente, o financiamento alternativo das empresas portuguesas e a discussão sobre se Portugal está pronto para o futuro.

@PortuNoticias com © Lusa | Agencia de noticias de Portugal


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PortuNoticias | Portugueses influentes no mundo discutem soluções para Portugal com o Governo


Cerca de 30 "portugueses influentes", como Horta Osório, Armando Zagalo ou Joaquim de Almeida, reúniram-se com governantes e altos responsáveis em Portugal para discutir "novas idéias sobre soluções para o futuro" do país.

Trata-se do primeiro encontro anual do Conselho da Diáspora Portuguesa, criado há um ano, e que decorreu no Palácio da Cidadela, em Cascais, com a presença de 29 conselheiros de Portugal no mundo e 30 governantes e outros líderes, informou a organização.

"Esperamos ter um debate que permita trazer novas pistas e novas ideias sobre soluções para o futuro", disse à Lusa o presidente da direção do Conselho, Filipe de Botton, que fez um "balanço extremamente positivo" do primeiro ano da organização.

Lançado a 26 de dezembro de 2012 pelo Presidente da República com 25 membros fundadores, o conselho tem hoje 52 conselheiros, de 16 países e quatro continentes.

"A nossa grande preocupação nestes primeiros meses tem sido organizar e mapear os conselheiros de Portugal no mundo, como chamamos a estes portugueses de influência fora de Portugal, no sentido de poderem começar a trabalhar e a propor e sugerir ideias para Portugal", disse Botton.

Na reunião participou o Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, o vice-primeiro ministro, Paulo Portas, o presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, e o líder do Partido Socialista, António José Seguro, assim como outros ministros e dirigentes de empresas em Portugal como a REN, a Brisa, o BES ou a IBM.

O objetivo de aproximar estas personalidades dos conselheiros de Portugal no mundo, portugueses com lugares de destaque no estrangeiro, seja em empresas, na cultura ou na ciência, é "criar uma rede e lançar o diálogo" entre todos.

Em debate estiveram "três grandes temas": a mobilidade inteligente, o financiamento alternativo das empresas portuguesas e a discussão sobre se Portugal está pronto para o futuro.

Sobre este último, Botton foi perentório: "Nós achamos que sim, que Portugal está pronto, não temos dúvidas nenhumas. Mas também não temos grandes dúvidas de que não temos sabido vender-nos da melhor forma possível até hoje".

Para o presidente da Logoplaste, "Portugal é muito melhor" do que os próprios portugueses muitas vezes tentam transmitir.

"Hoje somos o terceiro maior exportador de calçado e temos o segundo preço médio mundial a que é vendido um par de sapatos exportados. A seguir a Itália, e longe dos outros, o par de sapatos português é o segundo par de sapatos mais caro vendido no mundo", exemplificou.

Transmitir a ideia do "Portugal verdadeiro, um Portugal moderno, atrativo e com oportunidades" é aliás uma das prioridades do Conselho da Diáspora Portuguesa, já que os próprios conselheiros tinham, antes de começarem a receber informação regular da organização, uma perceção negativa do país, disse Botton.

"Posso dizer que mudou 180 graus a perceção. Hoje sentem-se confortáveis em serem embaixadores de Portugal e em divulgarem o valor de Portugal", afirmou.

Isto é importante, explicou, porque o facto de "serem pessoas que estão à frente de grandes empresas, grandes institutos, museus, laboratórios, faculdades, de serem pessoas que aparecem como neutras, a falarem de Portugal tem uma força de opinião completamente diferente do que se for o embaixador do país".

"Essa tem sido a grande aposta e penso que é uma aposta que tem vindo a revelar-se ganhadora", concluiu.

Para reforçar este objetivo, o Conselho da Diáspora lançou a iniciativa "Introducing Portugal", que consiste em desafiar os conselheiros a fazerem sessões discretas para divulgar Portugal nas sociedades de acolhimento.

Para isso, o conselheiro "junta 10 pessoas de influência à volta de uma mesa e, num jantar mais informal, faz a venda ou a promoção de Portugal", afirmou, explicando que este modelo resulta porque a promoção parte de alguém que os convidados "reconhecem como um dos seus".

@PortuNoticias com © Lusa | Agencia de noticias de Portugal


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PortuNoticias | Cidade norte-americana descobre passado português

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013


A cidade histórica de Echo, no estado norte-americano do Oregon, está a lançar uma iniciativa para descobrir um capítulo da sua história, promovido pelo estabelecimento de uma comunidade portuguesa, que foi praticamente esquecido.

A cidade foi estabelecida em 1880, mas foi em meados do século passado, quando um grupo de açorianos lá se instalou como rancheiros, que conheceu a fase de maior prosperidade.

A vereadora da cidade Diane Berry está a tentar reunir informação sobre estes emigrantes e espera «abrir uma nova janela para a história da comunidade».

A norte-americana está a organizar dois encontros para o início de 2014, convidando os residentes e descendentes de portugueses a participar, trazendo fotografias e memorias para partilhar. «Muitas pessoas na cidade não sabem das raízes portuguesas», explicou Berry à agência Lusa, sublinhando que, «após quatro gerações, o passado português está a desaparecer muito rapidamente».

Diane já iniciou a pesquisa e, recorrendo a jornais e obituários, traçou as origens portuguesas até aos irmãos Vey, que se terão estabelecido na região no início do século passado.

Nos anos 1930, Joseph Cunha chegou ao estado do Massachusetts, vindo dos Açores a bordo de uma baleeira americana, e ouviu a história dos dois irmãos, que tinham enriquecido como rancheiros. Cunha acabou a trabalhar para os irmãos durante três anos, estabelecendo-se depois por conta própria com um rebanho de 1 200 ovelhas. Em poucos anos, transformou-se num dos maiores proprietários da região e, em 1941, tinha já mais de 64 mil acres de terra.

O açoriano tornou-se um benfeitor de Echo, construindo o primeiro banco da cidade, que hoje serve como museu, e a igreja de São Pedro. Ao mesmo tempo, escreveu cartas para os Açores, encorajando dezenas de pessoas a estabelecer-se na cidade.

Desse passado, sobra uma grande cruz em pedra, com mais de três metros de altura e cerca de 10 toneladas, que Cunha mandou construir no cemitério da cidade em memória da mulher. «Temos o banco e a cruz no cemitério, mas muitas pessoas não sabem a ligação entre as duas coisas e a história por trás delas», admitiu Diane Berry.

No final da pesquisa, a vereadora vai disponibilizar todo o material recolhido a artistas locais, esperando que eles criem obras de arte que ficarão expostas na cidade. «Espero inspirar artistas locais e, dessa forma, atrair mais negócios e turismo», explicou Berry.

«Esta história é muita específica da nossa cidade, não há muitos portugueses no Oregon. Podemos usar isto para ajudar a revitalizar a cidade», acrescentou.

Diane Berry disse que a cidade também se irá candidatar ao Oregon Heritage All-Star, um programa que distingue as comunidades que usam o seu passado como um recurso de desenvolvimento.

@PortuNoticias com © TVI | Televisão Independente Portugal


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PortuNoticias | Empresas portuguesas visitam Estados-Unidos à procura de financiamento multilateral


Representantes de nove empresas portuguesas visitam os Estados Unidos para falar com o Banco Mundial e procurar novas oportunidades de financiamento multilateral, disse à Lusa o presidente da AICEP, Pedro Reis.

Mota-Engil, REN Serviços, Cabelte, CENOR Consultores, Cinclus Engeneering Consultancy, COBA - Consultores de Engenharia e Ambiente, Energyin, Q.B (Eupportunity) e SPI (Sociedade Portuguesa de Inovação) são as nove entidades que integram esta comitiva empresarial presente em Washington.

A visita destes empresários portugueses insere-se “num trabalho de fundo que a AICEP - Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal tem vindo a fazer em parceria com o Ministério das Finanças”, referiu Pedro Reis à Lusa, em São Francisco, estado da Califórnia.

A iniciativa pretende, de acordo com o responsável da AICEP, “colocar na agenda das instituições financeiras multilaterais [bancos mundiais ou regionais] as empresas portuguesas e no radar das empresas portuguesas os instrumentos de financiamento das multilaterais”.

“Trouxemos nove empresas da área da engenharia, de projetos, das tecnologias de informação que vêm posicionar-se e apresentar-se ao Banco Mundial”, indicou Pedro Reis, acrescentando que estes mecanismos podem ser encarados como "um motor acrescido ao carro das exportações de cada uma das empresas".

De acordo com o presidente da AICEP, esta visita tem vários aspetos a destacar, sendo um deles colocar as empresas nacionais em estreito contacto com os bancos.

“É determinante que as nossas empresas conheçam os interlocutores, aliás muitas das vezes portugueses altamente bem colocados nestas instituições, para que tenham com tempo a perceção e os elementos sobre os projetos que os bancos vão financiar e lançar em diversos países e se possam candidatar a ser fornecedores”, explicou.

Outro dos aspetos destacados por Pedro Reis é o facto de estas instituições multilaterais desenvolveram projetos próprios, mas também financiarem projetos de países.

“Ao financiarem estes projetos de países recomendam empresas que estejam devidamente capacitadas, certificadas e homologadas”, sublinhou.

A par do financiamento, Pedro Reis salientou que estas entidades multilaterais podem ainda ajudar as empresas portuguesas a obter garantias bancárias.

Para o presidente da AICEP, esta iniciativa é uma forma “de nivelar” as empresas portuguesas com os seus concorrentes internacionais, que têm bancos de desenvolvimento próprios, como é o caso da China ou do Brasil.

A parceria com a AICEP e o Ministério das Finanças é também uma oportunidade, segundo Pedro Reis, para as empresas nacionais assumirem parcerias entre si, o que permite “ganharem escala e terem uma proposta de valor integrado”.

O grupo de nove empresas em visita a Washington integra entidades que já estão familiarizadas com estes mecanismos, nomeadamente grupos de construção, e que apresentam operações em concreto, mas também entidades desconhecidas no meio e que pretendem ganhar visibilidade.

Os projetos a financiar, sempre de caráter internacional, são especialmente vocacionados para países de mercados emergentes ou em desenvolvimento, “onde ainda é preciso uma intervenção das instituições mundiais para conseguir acelerar o crescimento e um desenvolvimento equitativo do ponto de vista social e económico”, explicou.

Ainda em declarações à Lusa, Pedro Reis indicou que o International Finance Corporation – IFC (membro do Grupo Banco Mundial e instituição de desenvolvimento global voltada para o setor privado nos países em desenvolvimento), também com sede em Washington, manifestou interesse para que a AICEP apresente dossiês de projetos de empresas portuguesas para África, nomeadamente para Angola e Moçambique.

O responsável da AICEP integra a comitiva da missão de captação de investimento nos Estados Unidos liderada pelo Ministro da Economia, António Pires de Lima.

@PortuNoticias com © Lusa | Agencia de noticias de Portugal


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PortuNoticias | Português confessa em tribunal homicídio da ex-mulher, na Suíça, com sete tiros


Um emigrante português autor confesso do homicídio da ex-mulher, ocorrido na Suíça em 2012, mostrou-se hoje arrependido, em tribunal, mas afirmou que nunca teve intenção de a matar, apesar de ter disparado por sete vezes.

"Não era a minha intenção. Não queria matá-la", afirmou o português, encarregado de obras na Suíça, perante o coletivo de juízes do tribunal de Ponte de Lima.

O homem, de 36 anos, está em prisão preventiva desde 25 de julho de 2012 e o crime foi cometido num parque de estacionamento de uma localidade suíça, país onde o casal residia há 14 anos.

O homicídio aconteceu a 04 de julho daquele ano, quando o emigrante disparou sete tiros à queima-roupa sobre a ex-mulher, de 31 anos. Alguns destes, segundo a acusação deduzida pelo Ministério Público, a distâncias de 10 e 20 centímetros do corpo da mulher, tendo um projétil trespassado o coração da vítima, provocando-lhe morte imediata.

Contudo, num discurso por várias vezes colocado em causa pelo tribunal, o homem negou sempre qualquer intenção de matar a companheira ou o planeamento do crime.

"Nem pensava que aquela arma podia matar", afirmou, justificando que foi ter com a ex-mulher - já não viviam juntos há vários meses depois de um longo historial de violência doméstica - para tentar "falar sobre a filha", confessando agora estar "arrependido" do crime.

Contudo, também admitiu que vivia na altura "sob muita tensão", depois de saber de um novo relacionamento que a ex-mulher manteria com outro homem.

"Foi uma coisa repentina. Nunca pensei que ia chegar a isto", disse, no início do julgamento.

O português, que tal como a vítima é natural de Ponte de Lima, esteve fugido durante mais de vinte dias, acabando por se entregar na Polícia Judiciária de Braga, confessando a autoria do crime.

Está acusado da autoria do crime de homicídio e pela posse de uma arma proibida, que terá adquirido dias antes em Portugal.

O emigrante chegou a ser detido por três vezes pelas autoridades suíças, nos meses que antecederam o crime, por se aproximar da ex-companheira.

O homicídio terá sido preparado pelo português nos dias anteriores, após a sua saída de um mês de detenção por se ter voltado a aproximar da ex-companheira.

Entre 28 de junho e 01 de julho viajou para Portugal, altura em que adquiriu a arma, para a qual não tinha licença, tendo mantido contactos, considerados habituais, com a família da ex-mulher, em Ponte de Lima.

De regresso à Suíça, segundo a acusação, terá estudado durante dois dias o percurso habitual da ex-companheira no parque de estacionamento da estação de caminho-de-ferro de Schübelbach-Buttikon.

A 04 de julho surpreendeu-a naquele local público e, quando esta tentava fugir ao volante da sua viatura e, após nova discussão, disparou por sete vezes na sua direção, colocando-se em fuga.

A guarda da filha menor do casal, nascida já na Suíça e hoje com 14 anos, foi entregue a familiares maternos.

A defesa do português já avançou com um pedido ao tribunal para que a condenação a aplicar seja cumprida na Suíça, para "poder estar mais próximo da filha".

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PortuNoticias | PSD: Empresas portuguesas na diáspora podem ajudar o país a sair da crise


O porta-voz do PSD Marco António Costa elogiou as empresas portuguesas na diáspora, considerando que são "uma guarda avançada a abrir mercados para as exportações portuguesas" e que "podem ajudar o país a sair da crise".

O coordenador da Comissão Permanente do PSD falava durante um almoço com jovens quadros portugueses no Luxemburgo, um encontro integrado na visita que iniciou na sexta-feira às comunidades neste país, e que prosseguiu em Paris.

Marco António Costa, que jantou com o vice-presidente do Partido Cristão-Social no Luxemburgo, Claude Wiseler, visitou empresas e associações portuguesas no país e almoçou com uma dezena de jovens quadros portugueses.

"Há uma clara evidência de que os nossos quadros têm uma aceitação muito positiva pela comunidade local, isso foi-me transmitido também num jantar privado com um responsável político do Luxemburgo. Há uma apreciação muito positiva dos luxemburgueses em relação à nossa comunidade, que é muito respeitada", elogiou Marco António Costa.

"Nós temos que ter um grande respeito pelas pessoas que procuraram um novo caminho para as suas vidas, e que criaram esta força enorme que é a nossa diáspora, que é uma preciosa ajuda na afirmação da nossa imagem externa", acrescentou.

O responsável partidário, que esteve acompanhado pelo deputado do PSD eleito pelo círculo da emigração da Europa, Carlos Gonçalves, visitou ainda a Santa Casa da Misericórdia e a Confederação da Comunidade Portuguesa no Luxemburgo (CCPL), e encontrou-se com militantes do partido.

Marco António Costa vai assistiu a uma missa em Paris em memória de Francisco Sá Carneiro, tendo ainda agendado uma visita à Missão Católica e um jantar com a Câmara de Comércio e Indústria Franco-Portuguesa.

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PortuNoticias | Grupo de humor põe comunidade portuguesa dos Estados Unidos a rir de si mesma

sábado, 14 de dezembro de 2013


Os Portuguese Kids, o primeiro grupo de humor que brinca com as características da comunidade portuguesa nos Estados Unidos, deu cerca de 100 espetáculos no último ano e conta com mais de cinco milhões de visualizações no YouTube.

“Os portugueses, sobretudo os da comunidade, têm dificuldade em rir de si próprios e é isso que tentamos mudar”, explica à agência Lusa Jason Casimiro, um dos quatro elementos do grupo.

Casimiro diz que os portugueses “são emigrantes com imenso valor, trabalharam muito para ter uma vida confortável e esse dia a dia muito duro tornou difícil que consigam relaxar e gozar um bom momento”.

Antes de Derrick Melo, Brian Martins, Alberto Sardinha e Jason Casimiro nenhum humorista se tinha debruçado sobre as características do milhão e meio de pessoas que constituem a comunidade portuguesa no país.

As particularidades da comunidade são fáceis de identificar: falam uma mistura de inglês e português, são conservadores, muito trabalhadores e forretas.

“Capturá-las em piadas novas e que não ofendam é que é difícil”, diz Casimiro.

O humorista diz que “representar alguém como ignorante ou estúpido é fácil, mas seria uma mentira e um insulto”.

“Há uma linha muito ténue que não queremos atravessar. O que estamos a fazer é celebrar a comunidade”, acrescenta.

Os humoristas são filhos de emigrantes açorianos e cresceram no mesmo bairro de Fall River, em Massachusetts, onde receberam uma educação portuguesa.

Nas letras das suas músicas, falam do nome de celebridades lusodescendentes, fazem referências a Queijo da Ilha e a chouriço e é visível que são, como os seus pais e avós, orgulhosos da sua origem.

“Se não fôssemos tão orgulhosos não nos deixavam fazer estas piadas”, explica Derrick Melo.

Apesar do foco comunitário, usam referências pop para conseguir visibilidade.

O seu vídeo mais popular no YouTube, onde são seguidos por mais de 14.300 utilizadores, é uma paródia do sucesso “I am sexy and I know it”, dos LMFAO.

Todos os meses, o grupo faz entre 10 a 12 espetáculos em vários estados norte-americanos, como Califórnia, Geórgia, Rhode Island, Nova Jérsia, Florida ou Connecticut.

Fora do país, já atuaram no Canadá e nas Bermudas. No próximo ano, planeiam ir à Austrália e à África do Sul.

No final das atuações, há sempre muitos jovens que falam com os elementos do grupo.

“Dizem-nos: ‘Era o meu pai que estava em palco’; ou: ‘A minha avó fazia a mesma coisa.’ E agradecem-nos por reacender essas memórias”, conta Derrick Melo.

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PortuNoticias | Jornalista português Pedro Pinto nomeado chefe do gabinete de imprensa da UEFA


O português Pedro Pinto foi hoje nomeado chefe do gabinete de imprensa e porta-voz oficial da UEFA, segundo informação disponível na página oficial da Federação Portuguesa de Futebol (FPF).

O profissional de comunicação, de 37 anos de idade, foi "pivot" do noticiário desportivo da cadeia de televisão norte-americana CNN e por várias vezes foi o apresentador principal de iniciativas da UEFA e do futebol em geral.

Pedro Pinto vai, a partir de meados de janeiro de 2014, ter responsabilidades ao nível da "coordenação da comunicação institucional, particularmente ligada ao presidente da UEFA", explicou o secretário-geral do organismo, Gianni Infantino. (Corrige cargo de Pedro Pinto, que será chefe do gabinete de imprensa e não diretor de comunicação).

© Lusa | Agencia de noticias de Portugal

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PortuNoticias | Designer portuguesa conquista mercado norte-americano

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013


A designer portuguesa Ana Romero Monteiro, de 32 anos, está a conquistar o mercado norte-americano marcando presença em séries de televisão e filmes e vendendo os seus acessórios de moda e decoração na conceituada loja Barneys, em Nova Iorque.

No ano passado, as capas de telemóvel da criadora foram uma presença constante na série de televisão "Gossip Girl" e estarão no filme "Finally Famous", com Rosario Dawson e Chris Rock, que será lançado no próximo ano.

Ana Monteiro licenciou-se em Design de Comunicação, na Faculdade de Belas Artes de Lisboa, e começou a sua carreira criando padrões que eram comprados por várias marcas, como a Macy's e a Anthropologie.

A designer lançou depois a sua marca, "Ana Romero", no início de 2012, na International Contemporary Furniture Fair, em Nova Iorque, com lenços, almofadas e capas de telemóvel.

Pouco tempo depois, foi contatada por alguém da série Gossip Girl.

"Mandaram-me um email a perguntar se estava interessada em fazer product placement. Disse logo que sim, mas pensei que não estaria nas mãos das protagonistas. Foi uma agradável surpresa quando vi uma das capas nas mãos da Blake Lively e em episódios onde o telemóvel tinha um papel importante", explica Ana à agência Lusa.

A designer percebeu que a presença no popular programa de televisão teria um efeito nas vendas e preparou o seu site para vendas online.

"Nota-se um efeito assim que os produtos aparecem. Por exemplo, a série esta a passar agora na Ásia e tenho recebido muitas encomendas do japão e Taiwan", diz a designer.

Neste momento, Ana está a preparar uma coleção exclusiva para a Barneys, que será lançada em março do próximo ano, de caixas lacadas e tabuleiros.

Nesta época de natal, a designer tem também a sua primeira loja temporária em Manhattan, na Bowery Street.

"Esta loja serve para testar o mercado e perceber qual é a respostas das pessoas num ambiente de retalho", explica.

No próximo ano, Ana Romero Monteiro espera criar um showroom dos seus produtos em Lisboa e expandir a linha de produtos para tapetes, papel de parede, louças, gravatas, malas e outros artigos de decoração e moda.

© Lusa | Agencia de noticias de Portugal


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