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PortuNoticias | Cristiano Ronaldo recebe prémio Globe Soccer no Dubai

sábado, 28 de dezembro de 2013


O futebolista internacional português Cristiano Ronaldo recebeu hoje o prémio Globe Soccer, durante a oitava Conferência Internacional do Desporto do Dubai.

O avançado dos espanhóis do Real Madrid, que esteve acompanhado na sessão de abertura da conferência pelo antigo árbitro italiano e atualmente um dos responsáveis pela arbitragem da UEFA, Pierluigi Collina, foi eleito por uma votação efetuada através de adeptos de todo o Mundo.

Esta foi a segunda vez que Ronaldo participou nesta conferência, depois de já o ter feito em 2011, na altura em companhia do avançado italiano Alessandro del Piero

O internacional luso continua assim a somar prémios, numa altura em que decorre a contagem decrescente para o anúncio da Bola de Ouro da FIFA, que premeia o melhor jogador do Mundo, à qual concorrem, além de Ronaldo, o argentino Lionel Messi e o francês Frankc Ribery. O anúncio está agendado para 13 de janeiro próximo.

@PortuNoticias com © Lusa | Agencia de noticias de Portugal


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PortuNoticias | Cavaco Silva apela à diáspora para ajudar à “credibilidade” de Portugal


O Presidente da República apelou hoje aos emigrantes portugueses "em funções de destaque" para ajudarem o país sua "credibilidade" e "imagem", com objetivo de contribuírem para um maior investimento estrangeiro e consequente crescimento económico.

"Portugal tem de ser capaz de aproveitar, de tirar partido, das potencialidades desta nova diáspora, como fazem outros países. Estudámos outros casos, como a Irlanda. Este Conselho (da Diáspora Portuguesa) surgiu como resposta a um repto que lancei, no sentido de mais vozes portugueses se juntarem às vozes de políticos e diplomatas para projetar Portugal no estrangeiro pela positiva e contribuir para corrigir alguma desinformação que existe sobre o nosso país e assim ajudar a melhorar credibilidade do país e difundir as suas potencialidades", disse Cavaco Silva.

Na cerimónia de encerramento do encontro anual do Conselho da Diáspora Portuguesa (CDP), em Cascais, o Chefe de Estado defendeu que o país pode "colher muitas vantagens, contribuindo para criar condições para o investimento do país por parte de investidores estrangeiros ou mesmo uma maior predileção pela escolha de produtos portugueses".

"(Daí) resulta, talvez, mais exportações, mais visitantes, turistas, mais decisões de investimento no nosso país e isso contribui para o crescimento económico em Portugal e para o aumento do emprego", afirmou, desejando que "este encontro marque uma atitude nova no relacionamento entre o país e a sua diáspora, em particular aqueles portugueses que alcançaram um lugar de destaque nos países onde exercem as suas atividades".

Cavaco Silva pediu ainda para que os emigrantes portugueses, "além da ligação afetiva, tenham agora uma ligação mais empenhada em casos mais concretos para ajudar ao desenvolvimento do país".

Segundo o Presidente da República, depois de um núcleo de 24 fundadores, o CDP conta agora com "52 membros, em 16 países e quatro continentes", adiantando que o objetivo "é mapear 200 portugueses que exercem funções de destaque no estrangeiro".

"Temos aqui um grupo de excelência de portugueses que exercem a sua atividade no estrangeiro, em diversas áreas, na economia, nas empresas, na cultura, na arte na cidadania, que ganharam uma projeção através do seu mérito, da sua experiência, e são altamente considerados. Demonstra bem a evolução que teve a nossa diáspora nas últimas décadas, no reforço da qualificação", disse.

O primeiro-ministro, Passos Coelho, o vice-primeiro-ministro, Paulo Portas, o ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Rui Machete, o ministro da Economia, Pires de Lima, mas também secretário-geral do PS, António José Seguro, ou o presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, marcaram igualmente presença.

@PortuNoticias com © Lusa | Agencia de noticias de Portugal


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PortuNoticias | Opinião | Paulo Pisco: “O colapso do serviço público consular”


O Governo reconheceu a situação “difícil” e “delicada” que se vive nos postos consulares, mas nem assim toma as medidas necessárias para evitar a situação de pré-colapso em que muitos se encontram, uma vez que continua a negociar rescisões e a não substituir os funcionários que se aposentam.

Entretanto, enquanto os funcionários consulares têm cada vez menos condições de trabalho e capacidade de resposta, os utentes gastam cada vez mais tempo e dinheiro para obter os seus documentos, criando uma situação inadmissível.

Os serviços consulares têm um grande significado no âmbito das políticas para as comunidades por serem um dos mais importantes elos de ligação com os portugueses espalhados por cerca de 140 países, nos cinco continentes. Diariamente são atendidos no estrangeiro milhares de portugueses que precisam de documentos.

O grande paradoxo é que, não obstante o Governo reconhecer um enorme aumento da emigração portuguesa, que está ao nível dos anos 60 e 70, nem por isso aumenta as suas estruturas de resposta, particularmente a nível do atendimento consular, da intervenção social, do ensino ou do apoio ao movimento associativo. Pelo contrário, os cortes nestes domínios chegam a ser chocantes.

O outro grande paradoxo é que os postos consulares geram anualmente milhões de euros para os cofres do Estado e do Ministério dos Negócios Estrangeiros, mas nem assim o Governo deixou de encerrar de forma irracional e incompreensível postos relevantes cuja receita era superior às despesas de funcionamento, só para se ver livre dos funcionários. A tónica geral é a de gastar o menos possível com os serviços públicos consulares e tentar obter o máximo de receita, mesmo que entrem em rutura ou acabem por encerrar. Um exemplo flagrante é o recente encerramento do posto consular na Córsega, porque o Governo não substituiu o último funcionário que se reformou, deixando assim os portugueses presos na ilha.

Na vertigem autofágica em que o Governo atualmente vive, devora de tal maneira os serviços públicos que eles se tornam ineficazes, atingindo brutalmente tanto os funcionários como utentes, transformando o atendimento consular num inferno. Não foram só as grandes filas de espera que regressaram a muitos consulados e todo o desgaste e tensão que isso acarreta; é também o sentimento crescente de revolta contra Portugal que se torna cada vez mais visível.

É por isso que as políticas consulares deveriam merecer toda a deferência do Governo, no sentido de melhorar a sua qualidade e eficácia. O que será impossível com a diminuição drástica dos funcionários e se o atendimento consular for reduzido a um mero ato burocrático, como acontece com as permanências consulares, apesar da sua utilidade.

Com efeito, as orientações do regulamento consular são cada vez menos cumpridas, porque a saída acelerada de funcionários e a degradação das condições de trabalho e dos salários está a tornar impossível que os postos promovam o país, a língua e a cultura, que façam diplomacia económica, deem apoio social e mantenham a proximidade com os portugueses através do movimento associativo, como se deve exigir de um país como Portugal que tem vastíssimas comunidades espalhadas pelo mundo.

Na prática, a cegueira do Governo em prosseguir com a redução de mais 250 efetivos do Ministério dos Negócios Estrangeiros, por via das rescisões e aposentações, levará ao colapso de muitos postos. Enquanto o barco se afunda, como o Titanic, o Governo vai dando música aos portugueses dizendo que vai expandir as permanências consulares e até criar as mais que duvidosas (à luz da Convenção de Viena) “antenas consulares”, quando pura e simplesmente já não tem funcionários para o fazer e ainda terá menos no futuro próximo.

O que é altamente criticável é a insensibilidade do Governo, que assim desampara e deixa agravar o sentimento de abandono de milhares de portugueses, como se estivessem a ser duplamente punidos por terem sido obrigados a deixar o país e, depois, por o país os deixar à sua sorte.

Paulo Pisco | Deputado pelo Círculo da Europa
Grupo Parlamentar do Partido Socialista
Coordenador na Comissão de Negócios Estrangeiros e Comunidades Portuguesas


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PortuNoticias | Cavaco Silva e Passos Coelho discutiram o futuro de Portugal com portugueses da diáspora


O Presidente da República e o primeiro-ministro reuniram-se com cerca de 30 "portugueses influentes", como Horta Osório, Armando Zagalo ou Joaquim de Almeida, para discutir "novas ideias sobre soluções para o futuro" do país.

Trata-se do primeiro encontro anual do Conselho da Diáspora Portuguesa, criado faz na quinta-feira um ano, e decorreu no Palácio da Cidadela, em Cascais, com as presenças de 29 conselheiros de Portugal no mundo e 30 governantes e outros líderes, informou a organização.

"Esperamos ter um debate que permita trazer novas pistas e novas ideias sobre soluções para o futuro", disse à Lusa o presidente da direção do Conselho, Filipe de Botton, que fez um "balanço extremamente positivo" do primeiro ano da organização.

Lançado a 26 de dezembro de 2012 pelo Presidente da República com 25 membros fundadores, o conselho tem hoje 52 conselheiros, de 16 países e quatro continentes.

"A nossa grande preocupação nestes primeiros meses tem sido organizar e mapear os conselheiros de Portugal no mundo, como chamamos a estes portugueses de influência fora de Portugal, no sentido de poderem começar a trabalhar e a propor e sugerir ideias para Portugal", disse Botton.

Na reunião esteve o Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, o vice-primeiro-ministro, Paulo Portas, o presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, e o líder do Partido Socialista, António José Seguro, assim como outros ministros e dirigentes de empresas em Portugal como a REN, a Brisa, o BES ou a IBM.

O objetivo de aproximar estas personalidades dos conselheiros de Portugal no mundo, portugueses com lugares de destaque no estrangeiro, seja em empresas, na cultura ou na ciência, é "criar uma rede e lançar o diálogo" entre todos.

Em debate estiveram "três grandes temas": a mobilidade inteligente, o financiamento alternativo das empresas portuguesas e a discussão sobre se Portugal está pronto para o futuro.

@PortuNoticias com © Lusa | Agencia de noticias de Portugal


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PortuNoticias | Falta de lugares em voos internacionais apanhou comunidade portuguesa da Venezuela de surpresa

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013


A falta de lugares nos voos internacionais a partir da Venezuela, em particular com destino a Portugal, apanhou de surpresa a comunidade portuguesa local, por entre manifestações de "preocupação" e "incredulidade".

"Tive sorte e consegui um bilhete para junho (de 2014), porque um amigo de uma agência de viagens advertiu-me do que estava a acontecer, mas há muita gente que está a ser apanhada de surpresa", disse à Agência Lusa uma representante da secção Venezuela do Conselho das Comunidades Portuguesas.

Segundo Maria Lourdes de Almeida, atualmente "há um défice muito grande de lugares, as linhas aéreas internacionais estão com quase tudo vendido até finais de 2014 e as pessoas estão a planificar e comprar as viagens até com um ano de antecipação".

A conselheira das comunidades adiantou que em 2013 viajou para Portugal "por 14 mil bolívares (1.634,00 euros), já com os impostos incluídos" mas que agora teve "de pagar 27.000 mil bolívares (3.151,00 euros), pela mesma viagem e com muito mais antecipação".

A conselheira diz ter ouvido manifestações de "preocupação" da comunidade com relação à falta de lugares, mas também de "incredulidade, porque há pessoas a quem custa acreditar que isto esteja a acontecer".

"Já no ano passado houve muita procura, mas a situação intensificou-se. Há algmas pessoas que estão apreensivas, porque se questionam sobre o que acontecerá em caso de situações familiares de emergência", frisou Maria Lourdes de Almeida.

Um agente de viagens explicou à Agência Lusa que um dos motivos da alta procura, é porque as "pessoas percebem pouca estabilidade no bolívar (a moeda venezuelana) e desde há vários meses que acreditam que haverá em breve uma forte desvalorização".

"Comprar com bastante antecipação dá a possibilidade de conseguir lugar nas classes mais económicas, mas também de proteger-se e poupar um pouco", frisou.

O mesmo agente explicou que "há destinos para onde as coisas são mais complicadas do que para Portugal, sobretudo nos voos para o continente americano" o que leva a que esforços adicionais das agências de viagens. Na Venezuela está vigente, desde 2003, um sistema de controlo cambial que impede a livre obtenção de moeda estrangeira.

Antes de viajarem, os passageiros têm de se dirigir à Comissão de Administração de Divisas que autoriza a atribuição de até 3.500 dólares anuais (conforme o destino) para compras com cartão de crédito durante as viagens ao estrangeiro.

Segundo a imprensa venezuelana alguns cidadãos optam por viajar para países da América Latina, com o propósito de fazer turismo, mas também de regressar ao país com algumas divisas, que em muitos casos acabam no mercado paralelo onde a cotação chega a ser até dez vezes superior ao valor oficial de 6,30 bolívares por cada dólar norte-americano.

@PortuNoticias com © Lusa | Felipe Gouveia | Agencia de noticias de Portugal


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PortuNoticias | Filipe de Botton destaca importância de divulgar Portugal através do Conselho da Diáspora


O presidente da direção do Conselho da Diáspora Portuguesa, Filipe de Botton, realçou a importância de divulgar Portugal e aumentar a reputação do país através da ligação entre portugueses residentes e os que estão no estrangeiro.

Na abertura do primeiro encontro anual do Conselho da Diáspora Portuguesa, que se realizou no Palácio da Cidadela, em Cascais, Filipe de Botton destacou que "a grande missão é fazer a ligação entre os portugueses lá fora e os que cá estão".

Além disso, acrescentou, pretende-se também informar os conselheiros sobre o que se passa no país, com o objetivo de "aumentar a reputação de Portugal e criar uma arquitetura para todos trabalharem em prol do país".

A cultura, arte, ciência e cidadania são áreas nas quais Filipe de Botton quer desenvolver maior trabalho para a projeção de Portugal.

Já com o ministro da Economia, António Pires de Lima, o líder do PS, António José Seguro, entre as personalidades presentes, o primeiro painel de debate do Conselho da Diáspora Portuguesa foi sobre o futuro de Portugal.

"Estará Portugal pronto para o futuro", foi a pergunta que se impôs, num debate fechado aos órgãos de informação.

O encontro de hoje do Conselho da Diáspora Portuguesa reuniu cerca de 30 "portugueses influentes", como Horta Osório, Armando Zagalo ou Joaquim de Almeida, para discutir "novas ideias sobre soluções para o futuro" do país.

O Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, e o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, marcaram presenças, bem como o vice-primeiro-ministro, Paulo Portas, o presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, e outros ministros e dirigentes de empresas em Portugal como a REN, a Brisa, o BES ou a IBM.

Lançado a 26 de dezembro de 2012 pelo Presidente da República com 25 membros fundadores, o conselho tem hoje 52 conselheiros, de 16 países e quatro continentes.

Em debate estiveram "três grandes temas": a mobilidade inteligente, o financiamento alternativo das empresas portuguesas e a discussão sobre se Portugal está pronto para o futuro.

@PortuNoticias com © Lusa | Agencia de noticias de Portugal


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PortuNoticias | Voos da TAP de Caracas para Lisboa esgotados até junho de 2014


Os voos de Caracas para Lisboa estão praticamente esgotados até junho, confirmou hoje a operadora aérea portuguesa à Lusa, considerando que é uma "situação excecional" e garantindo que já foram tomadas medidas até "ao limite da capacidade" da TAP.

"Há uma procura muitíssimo forte que já dura há meses e que provoca que as reservas dos voos também para os próximos meses estejam com uma ocupação absolutamente excecional, praticamente a 100% até junho", disse o porta-voz da TAP, António Monteiro, escusando-se a comentar os contornos e as razões deste "período excecional em termos de reforço da procura".

A ligação Caracas-Lisboa registou um aumento de 13,8% em número de passageiros entre janeiro e novembro, disse o responsável, notando que no inverno há três voos por semana, que no verão passam a um por dia.

Questionado sobre se a TAP vai aumentar a frequência dos voos ou encontrar uma solução para os passageiros que querem viajar de Caracas para Portugal, António Monteiro respondeu que "a TAP já reforçou as suas frequências até ao limite da sua capacidade atual, já que os aviões de longo curso estão a ser utilizados no limite da sua capacidade, ou seja, não há aviões disponíveis".

A falta de aviões, apontou, prende-se com as duas novas linhas que vão ser abertas para Bogotá e para o Panamá.

"Temos novas rotas no Brasil e na América do Sul (em Bogotá e Panamá), só o podemos fazer com a entrada de dois novos aviões, em junho", acrescentou o porta-voz da companhia aérea portuguesa.

A TAP não é a única a registar uma afluência excecional. Já em dezembro, a American Airlines suspendeu a venda de bilhetes aéreos para viagens com partida da Venezuela, em qualquer tipo de moeda, segundo a agência Bloomberg.

A suspensão da venda de bilhetes da American Airlines tem lugar depois de a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA) revelar que existe preocupação do setor por atrasos de parte do Governo venezuelano em autorizar as operadoras a repatriar 2,6 milhões de dólares.

Na Venezuela vigora desde 2003 um sistema de controlo cambial extremamente apertado que impede a livre obtenção de moeda estrangeira no país, cuja distribuição é controlada pela Comissão de Administração de Divisas (Cadivi).

Os empresários venezuelanos queixam-se com frequência de atrasos na autorização de divisas, que têm uma cotação oficial de 6,30 bolívares por cada dólar norte-americano, mas cujo valor é até sete vezes superior no mercado paralelo.

Além da alta inflação de quase 50% em 12 meses, os venezuelanos queixam-se de dificuldades para comprar produtos básicos como farinha de milho, arroz, margarina, açúcar, óleo, leite em pó e pasteurizado, papel higiénico, entre outros.

@PortuNoticias com © Lusa | Felipe Gouveia | Agencia de noticias de Portugal


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PortuNoticias | Portugueses influentes no mundo discutem soluções para Portugal com o Governo


Cerca de 30 "portugueses influentes", como Horta Osório, Armando Zagalo ou Joaquim de Almeida, reúniram-se com governantes e altos responsáveis em Portugal para discutir "novas idéias sobre soluções para o futuro" do país.

Trata-se do primeiro encontro anual do Conselho da Diáspora Portuguesa, criado há um ano, e que decorreu no Palácio da Cidadela, em Cascais, com a presença de 29 conselheiros de Portugal no mundo e 30 governantes e outros líderes, informou a organização.

"Esperamos ter um debate que permita trazer novas pistas e novas ideias sobre soluções para o futuro", disse à Lusa o presidente da direção do Conselho, Filipe de Botton, que fez um "balanço extremamente positivo" do primeiro ano da organização.

Lançado a 26 de dezembro de 2012 pelo Presidente da República com 25 membros fundadores, o conselho tem hoje 52 conselheiros, de 16 países e quatro continentes.

"A nossa grande preocupação nestes primeiros meses tem sido organizar e mapear os conselheiros de Portugal no mundo, como chamamos a estes portugueses de influência fora de Portugal, no sentido de poderem começar a trabalhar e a propor e sugerir ideias para Portugal", disse Botton.

Na reunião participou o Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, o vice-primeiro ministro, Paulo Portas, o presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, e o líder do Partido Socialista, António José Seguro, assim como outros ministros e dirigentes de empresas em Portugal como a REN, a Brisa, o BES ou a IBM.

O objetivo de aproximar estas personalidades dos conselheiros de Portugal no mundo, portugueses com lugares de destaque no estrangeiro, seja em empresas, na cultura ou na ciência, é "criar uma rede e lançar o diálogo" entre todos.

Em debate estiveram "três grandes temas": a mobilidade inteligente, o financiamento alternativo das empresas portuguesas e a discussão sobre se Portugal está pronto para o futuro.

Sobre este último, Botton foi perentório: "Nós achamos que sim, que Portugal está pronto, não temos dúvidas nenhumas. Mas também não temos grandes dúvidas de que não temos sabido vender-nos da melhor forma possível até hoje".

Para o presidente da Logoplaste, "Portugal é muito melhor" do que os próprios portugueses muitas vezes tentam transmitir.

"Hoje somos o terceiro maior exportador de calçado e temos o segundo preço médio mundial a que é vendido um par de sapatos exportados. A seguir a Itália, e longe dos outros, o par de sapatos português é o segundo par de sapatos mais caro vendido no mundo", exemplificou.

Transmitir a ideia do "Portugal verdadeiro, um Portugal moderno, atrativo e com oportunidades" é aliás uma das prioridades do Conselho da Diáspora Portuguesa, já que os próprios conselheiros tinham, antes de começarem a receber informação regular da organização, uma perceção negativa do país, disse Botton.

"Posso dizer que mudou 180 graus a perceção. Hoje sentem-se confortáveis em serem embaixadores de Portugal e em divulgarem o valor de Portugal", afirmou.

Isto é importante, explicou, porque o facto de "serem pessoas que estão à frente de grandes empresas, grandes institutos, museus, laboratórios, faculdades, de serem pessoas que aparecem como neutras, a falarem de Portugal tem uma força de opinião completamente diferente do que se for o embaixador do país".

"Essa tem sido a grande aposta e penso que é uma aposta que tem vindo a revelar-se ganhadora", concluiu.

Para reforçar este objetivo, o Conselho da Diáspora lançou a iniciativa "Introducing Portugal", que consiste em desafiar os conselheiros a fazerem sessões discretas para divulgar Portugal nas sociedades de acolhimento.

Para isso, o conselheiro "junta 10 pessoas de influência à volta de uma mesa e, num jantar mais informal, faz a venda ou a promoção de Portugal", afirmou, explicando que este modelo resulta porque a promoção parte de alguém que os convidados "reconhecem como um dos seus".

@PortuNoticias com © Lusa | Agencia de noticias de Portugal


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PortuNoticias | Vaticano: Papa Francisco quer visitar Portugal em 2017

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013


O Papa Francisco reforçou a sua intenção de visitar Portugal em 2017 num encontro com Manuela Gomes Alves, da Irmandade de São Vicente de Braga, revelou hoje a própria à Agência ECCLESIA.

A advogada bracarense esteve no Vaticano e ofereceu ao Papa uma tela de Braga com a igreja de São Vicente, a Basílica do Sameiro, o Bom Jesus de Braga e Sé, pintada por Santiago Belacqua.

“O Papa Francisco foi muito simpático, humilde, e após vários minutos de conversa muito interessado no convite e no que representa a igreja de São Vicente para o Vaticano, disse que estará em Portugal e em Braga, em 2017”, assinala um comunicado da Irmandade de São Vicente de Braga.

“Privar com o Papa Francisco foi um momento único”, revelou Manuela Gomes Alves, que recebida no Vaticano pelo cardeal português D. Manuel Monteiro de Castro, antigo penitenciário-mor da Santa Sé.

Francisco já tinha referido anteriormente a sua vontade de visitar Portugal em 2017, ano em que se assinala o Centenário das Aparições de Fátima.

O último Papa que visitou as cidades de Braga e Guimarães foi João Paulo II, em 1982.

@PortuNoticias com © Agencia Ecclesia | Noticias da Igreja Católica em Portugal


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PortuNoticias | Portugal vai estagiar em Campinas durante o Mundial

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013


A Federação Portuguesa de Futebol (FPF) escolheu a cidade de Campinas, no Estado de São Paulo, como local de estágio durante o Campeonato do Mundo de 2014, que vai decorrer no Brasil.

Em comunicado divulgado na sua página oficial, a FPF revela que o selecionado luso vai trabalhar no Centro de Treinos da Associação Atlética Ponte Preta e no Estádio Moisés Lucarelli, local onde efetuará os treinos abertos, ficando alojada no Hotel The Palms.

Segundo os responsáveis da FPF, foram visitados 27 possíveis locais, em diversas regiões do Brasil, tendo a escolha recaído em Campinas, depois de verificadas “todas as vertentes desportivas e logísticas inerentes à participação no Mundial”.

A seleção portuguesa vai disputar o Mundial do Brasil, agendado para 12 de junho a 13 de julho, tendo ficado integrada no grupo G, juntamente com Alemanha, Estados Unidos e Gana.

@PortuNoticias com © Lusa | Agencia de noticias de Portugal


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PortuNoticias | Estaleiros de Viana: Incumprimento do contrato com Venezuela custaria 30 milhões de euros ao Estado - Empordef

terça-feira, 17 de dezembro de 2013


O presidente da Empordef disse hoje que em janeiro deverão estar concluídas as negociações com a Venezuela para que os asfalteiros sejam construídos pelo subconcessionário e revelou que o incumprimento representaria "30 milhões de euros" de encargos.

Segundo o presidente da holding estatal, a Direção-Geral da Concorrência da União Europeia (DGCom) considerou que seria do "interesse público proteger o contrato" que é realizado "de Estado a Estado" e cujo incumprimento representaria "mais de 30 milhões de euros de encargos".

A DGCom considerou "relevante não ter esse prejuízo", disse, depois de questionado pelos jornalistas sobre o processo de negociações com a empresa pública Petróleos da Venezuela para que venha a ser o vencedor do concurso de subconcessão, o grupo Martifer, a assumir o negócio, de 128 milhões de euros, rubricado em 2010.

Em declarações aos jornalistas, na sede da Empordef, em Lisboa, Vicente Ferreira disse ter a expectativa de que "no final de janeiro" as negociações estejam concluídas.

O presidente da Empordef disse que não há "nenhum plano b" para a hipótese de falharem as negociações, frisando que existe uma negociação em curso.

O grupo Martifer anunciou que vai assumir em janeiro a subconcessão dos terrenos, infraestruturas e equipamentos dos ENVC, pagando ao Estado uma renda anual de 415 mil euros, até 2031.

O processo de subconcessão e liquidação dos ENVC,SA é defendido pelo Governo como a solução que evita a devolução de 181 milhões de euros de ajudas públicas não declaradas à Comissão Europeia atribuídas desde 2006, no âmbito de uma investigação lançada por Bruxelas que o Executivo garante ter inviabilizado a reprivatização.

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PortuNoticias | Pedro Reis/AICEP: Exportadoras portuguesas “levaram o país ao colo”

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013


O Presidente da AICEP, Pedro Reis, destacou, em declarações à agência Lusa em Washington, o atual momento das exportadoras portuguesas, defendendo que estas empresas “levaram o país ao colo” e “puxaram por toda uma economia”.

O responsável da AICEP - Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, que integra a comitiva da missão de captação de investimento a decorrer até sexta-feira nos Estados Unidos liderada pelo ministro da Economia António Pires de Lima, comentava desta forma as estatísticas do comércio internacional divulgadas na terça-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

“É importante olhar para o mês de outubro em termos das exportações portuguesas, mas já é o momento de olhar para o ano, que está quase a terminar, e em que as exportações portuguesas realmente puxaram por todo um país e puxaram por toda uma economia”, enalteceu Pedro Reis, em declarações à Lusa na terça-feira à noite.

“As nossas exportadoras levaram o país ao colo nestes dois anos difíceis que o país teve e é chegado o momento, a meu ver, do país reconhecer isso e levar as exportadoras em ombros”, reforçou o presidente da AICEP.

Para Pedro Reis, estas empresas conseguiram “retirar Portugal de uma situação muito difícil”, mas também “resgatar o seu futuro” e “dar de volta ao país confiança na sua economia e consciência de que há um caminho que é possível trilhar, que elas já o fizeram, e que nos pode levar de novo à senda do crescimento”.

Segundo os indicadores do INE, as exportações portuguesas registaram um abrandamento na taxa de crescimento entre outubro e setembro deste ano, mas, em termos homólogos, registaram um aumento de 4,2%.

No total, as exportações portuguesas ascenderam em outubro a 4.218 milhões de euros, “o terceiro melhor mês de exportações do ano”, depois de maio e julho, segundo realçou Pedro Reis.

Em termos mensais, a venda de bens ao exterior aumentou 7,2% face a setembro.

Para os Estados-membros da União Europeia (UE) foram exportados cerca de 2.934 milhões de euros (mais 3,9% face ao período homólogo e mais 5,4% face a Setembro) e, para os países extra-UE, 1.284 milhões de euros (uma subida homóloga de 4,7% e de 11,5% em termos mensais).

“Quando olhamos para o ano, vemos um crescimento consolidado nas exportações de bens de 4% e encontra-se lá todos os melhores objetivos que se podiam definir para um país em termos de abertura da economia e para um país que se quer posicionar nos mercados externos, seja na internacionalização, seja na exportação, seja na captação de investimento que virá para Portugal, que é isso que estamos a fazer nos Estados Unidos”, disse o responsável.

De acordo com Pedro Reis, em 2013, as exportadoras portuguesas conseguiram atingir todos os objetivos importantes.

Um deles foi, segundo o responsável, a consolidação das exportações para a Europa, nomeadamente “assegurar que não existisse um naufrágio nas exportações para Espanha, um mercado que vale 20% das exportações portuguesas totais”. As exportações para o 'país vizinho' cresceram 7%, precisou o líder da AICEP.

As outras metas alcançadas pelas exportadoras portuguesas foram a diversificação de mercados, “porque as próximas décadas são as décadas do resto do mundo”, e a integração de “valor acrescentado nacional e de intensidade tecnológica”, salientou Pedro Reis.

Já a pensar em 2014, o presidente da AICEP referiu que o próximo ano deve ser encarado “com cautela, objetividade, sensatez”.

“O nosso crescimento, o futuro e a capacidade da economia portuguesa ressuscitar joga-se fora do país e é fundamental, e temos a obrigação, de acompanhar esse esforço das empresas, de o facilitar, de o lubrificar e isso faz-se nestas oportunidades, nestas missões” em mercados internacionais, como é o caso dos Estados Unidos.

A missão a decorrer nos Estados Unidos é a quarta etapa do "roadshow' de promoção de investimento em Portugal que o Ministério da Economia está a desenvolver junto dos seus principais parceiros económicos. As anteriores etapas passaram por Londres, Berlim e Moscovo.

@PortuNoticias com © Lusa | Agencia de noticias de Portugal
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PortuNoticias | Mensagem de Natal para as Comunidades alerta para risco de abuso e exploração | Secretário de Estado


O secretário de Estado das Comunidades aproveitou a tradicional mensagem de Natal para pedir aos portugueses que tencionam emigrar que se informem sobre a realidade que os espera, para evitar situações de abuso e exploração.

Numa mensagem dirigida "à grande Família Portuguesa", José Cesário faz uma referência aos que, "em virtude de situações de dificuldades e carências", se veem obrigados a sair do país, "não por opção, mas por necessidade".

"Mais jovens e mais velhos, de vários extratos sociais, vários são os Portugueses que se encontram nesta situação", reconhece o governante.

A todos eles, o secretário de Estado relembra que "é essencial informarem-se acerca da realidade que vão encontrar e estarem cientes dos direitos que os assistem, para evitar cair em situações de abuso ou exploração”.

Recomenda a consulta da campanha “Trabalhar no Estrangeiro – Informe-se antes de partir” e apela aos emigrantes que, no caso de terem dificuldades, recorram aos postos diplomáticos, consulados ou embaixadas, a procurar ajuda.

"Devem continuar a contar com Portugal, continuarem ligados a Portugal, quer de forma direta, quer através do relacionamento com as Comunidades Portuguesas estabelecidas há mais tempo e conhecedoras da realidade local", aconselha ainda.

Na mesma mensagem, José Cesário reitera que a contribuição das Comunidades Portuguesas para o presente e futuro de Portugal "é da maior importância e permite ao País adquirir uma dimensão que de outra forma não teria".

Dirigindo-se aos empresários portugueses no estrangeiro, "que estão a dar um contributo fundamental para a recuperação" da economia, o secretário de Estado agradece o esforço e confiança, contributo que considera "decisivo para o futuro de Portugal".

Cesário agradece ainda a todos os que trabalham na rede diplomática e consular, que "ajudam a transmitir uma imagem de um Portugal moderno", e aos "homens e mulheres de cultura, aos professores, aos académicos, aos investigadores, aos que promovem a Língua e a Cultura Portuguesas no mundo".

O governante termina a mensagem com uma "nota de confiança no futuro que se alicerça em sinais positivos": "No arranque do Ano Novo, quero reafirmar a enorme esperança que temos para o futuro do nosso país".

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PortuNoticias | Migrações: Pedidos de nacionalidade portuguesa estáveis, Brasil continua à frente

domingo, 15 de dezembro de 2013


Os pedidos de atribuição de nacionalidade portuguesa estão estáveis, na ordem dos 3.700 por mês, mantendo-se o Brasil no topo dos países, como em anos anteriores, segundo dados do Instituto dos Registos e do Notariado.

Até final de outubro deste ano, o instituto recebeu 37.822 pedidos, numa média mensal de 3.782, o que reflete a mesma tendência em relação ao ano passado. Em 2012, entraram no Instituto dos Registos e do Notariado (IRN) 44.602 processos, ou seja, 3.716/mês.

O Brasil mantém-se no topo da lista, seguido de Cabo Verde – uma realidade que se verifica pelo menos desde 2009. O terceiro país de origem dos pedidos é a Ucrânia, tal como nos dois últimos anos.

Integram ainda o “top 10” das nacionalidades de origem, este ano, Angola, Guiné-Bissau, Moldávia, São Tomé, Roménia, Índia e Rússia, revelam ainda os dados solicitados ao IRN pela Lusa.

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PortuNoticias | Livro conta carreira de Amália, em quatro línguas, com quatro discos e cem temas


O “melhor prémio que Amália Rodrigues recebeu foi o reconhecimento e o aplauso do público”, escreve Samuel Lopes, autor de um livro sobre a fadista, com quatro CD e 100 temas, agora publicado pela Sevem Muses.

Intitulada “Amália Rodrigues - Antologia”, a obra é editada em português e inclui versões em inglês, espanhol e francês, “de modo a facilitar a compreensão aos públicos estrangeiros que continuam interessados em conhecer aquela que é um das nossas maiores vozes de sempre”, explicou Samuel Lopes.

O autor, em declarações à Lusa, reconhece que “é uma curta biografia, mas regista o essencial de uma carreira fulgurante”.

“Por muito que se escreva, muito mais ficará ainda por escrever sobre a senhora dona Amália, como é conhecida no meio fadista, uma mulher que se deixou levar pela sua voz e que marcou todos que com ela se cruzaram”, escreve o Samuel Lopes.

À Lusa, o autor afirmou que esta “minibiografia” é “um ponto de partida, uma abordagem a uma carreira longa e cheia, que poderá levar as pessoas a pesquisar mais”.

A biografia daquela que “foi considerada o expoente máximo do fado” é traçada em grandes etapas, desde a infância na década de 1920, no seio de uma família humilde com origens na Beira Baixa, até à sua morte em outubro de 1999, celebrando 60 anos de carreira artística que “tem inspirado todas as gerações que lhe seguiram”.

Samuel Lopes qualifica Amália Rodrigues como “sublime fadista”, e traça o percurso daquela que foi considerada, em 1959, pela revista norte-americana Variety, uma das quatro melhores vozes do mundo.

No texto é referida a ida a Madrid, as temporadas brasileiras, as presenças nos palcos norte-americanos e mexicanos, a possibilidade de filmar em Hollywood, os prémios no MIDEM, em Cannes, e o palco do Olympia que Amália considerou “decisivo” para a sua carreira internacional, que a levaria aos teatros de Israel ao Japão, e da ex-URSS à Argentina, passando pela China e pelo Líbano.

A obra inclui, aliás, o concerto da fadista em 1957 naquele palco parisiense da rua das Capucînes, o primeiro de muitos, tendo-se tornado figura habitual das temporadas da sala gerida por Bruno Coquatrix, e posteriormente pelos herdeiros.

Samuel Lopes divide os quatro CD que integram a edição, cada um com 25 temas, em “Fado”, “Cinema e Teatro”, “Fado e Canção” e “Olympia e Espanhol”.

Em “Fado” registam-se temas de diferentes épocas da fadista, desde “Ai, Mouraria”, criado no Brasil, de Amadeu do Vale e Frederico Valério, à canção de Coimbra com “Fado Hilário”, passando por “Lago”, de Luís Macedo e Alain Oulman, e “Ave Maria fadista”, de Gabriel de Oliveira e Francisco Viana.

O segundo CD, “Teatro e Cinema”, regista alguns dos temas que a fadista criou como “Boa Nova”, da revista homónima estreada em 1942, “Amor sou tua”, do filme “Sangue Toureiro” e “Fado Malhoa”, da série de pequenos filmes realizados por Augusto Fraga.

O CD “Fado e Canção” inclui “Foi Deus”, de Alberto Janes, “Fado Xuxu”, criado no Brasil por Amadeu do vale e Frederico, e ainda vários temas do repertório brasileiro como “Trepa no coqueiro” e “Saudade de Itapuã”.

O último CD, além do concerto no Olympia do qual se registaram 14 temas, entre ao quais “Uma casa portuguesa” e “Fado Amália”, inclui 11 temas em espanhol como “Lerele”, “Don triqui traque” e a ranchera mexicana “Fallaste corazón”.


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