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PortuNoticias | Insegurança leva à suspensão do carnaval em duas localidades venezuelanas

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014


[17/02/2014] A alta insegurança que se regista na Venezuela levou as autoridades de San Diego e Puerto Cabello a suspender o festejo do carnaval, que tradicionalmente é os mais emblemático no Estado de Carabobo, 150 quilómetros a oeste de Caracas.

"Devo informar que, mesmo com tudo preparado, decidimos suspender os carnavais internacionais de San Diego (Valência), devido ao clima de insegurança que se vive no nosso país", anunciou o presidente da Câmara Municipal, Enzo Scarano.

Por outro lado também o autarca de Puerto Cabello, Rafael Lacava, anunciou que estavam suspensos os atos do carnaval naquela localidade, porque "não há ânimo para isso".

Rafael Lacava recordou que em janeiro último a atriz e miss venezuelana Mónica Spear Mootz e o seu marido foram assassinados a tiro por homens armados, que assaltaram a viatura em que circulavam entre as localidades de Valência e Puerto Cabello.

No último domingo, dois padres católicos foram assassinados e um terceiro ficou ferido na localidade de Valência, Estado de Carabobo, 150 quilómetros a leste de Caracas.

As vítimas foram mortas com múltiplos golpes de faca enquanto dormiam nas suas habitações dentro das instalações do Colégio Don Bosco.

Segundo dados não oficiais, no Estado de Carabobo residem mais de 130.000 portugueses.

PortuNoticias com © Lusa | Felipe Gouveia


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PortuNoticias | Partido da oposição venezuelana denuncia rusga à sua sede


[17/02/2014] O partido opositor venezuelano Vontade Popular denunciou que agentes da Direção de Inteligência Militar (DIM) da Venezuela efetuaram uma rusga ilegal à sua sede.

"DIM ataca sede de Vontade Popular com armamento, sem ordem, ilegalmente", denunciou através da sua conta no Twitter o coordenador do partido político, Carlos Vecchio.

A rusga, segundo o presidente da Câmara Municipal de El Hatillo (sul de Caracas), David Smolansky, ocorreu pelas 15:20 horas locais (19:50 horas em Lisboa) e foi efetuada por oficiais da DIM que entraram no local armados.

A rusga teve lugar um dia depois de o líder do partido Vontade Popular, Leopoldo López, convocar os venezuelanos para o acompanharem numa marcha até ao Ministério de Relações Interiores, Justiça e Paz, para "dar a cara" contra acusações que lhe foram dirigidas pelo executivo.

O dirigente opositor, procurado pelas autoridades venezuelanas, é acusado pelo Governo da Venezuela de estar envolvido nos acontecimentos violentos que provocaram três mortos e dezenas de feridos durante manifestações de opositores e de simpatizantes do atual regime, ocorridas na última semana em Caracas.

Segundo a imprensa venezuelana, Leopoldo López é acusado por um tribunal venezuelano de "homicídio intencional qualificado executado por motivos fúteis e não nobres" de dois dos três cidadãos que faleceram durante manifestações.

É ainda acusado de "associação, instigação para cometer delito, intimidação pública, incêndio a edifício público, danos a propriedade pública e lesões graves".

PortuNoticias com © Lusa | Felipe Gouveia


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PortuNoticias | Opositor Leopoldo López convocou marcha para se apresentar à Justiça venezuelana


[17/02/2014] O dirigente da oposição venezuelana, Leopoldo López, convocou os venezuelanos para o acompanharem numa marcha até ao Ministério do Interior, Justiça e Paz, onde quiz "dar a cara" às acusações do Governo contra si.
Líder do partido Vontade Popular é procurado pelas autoridades venezuelanas, Leopoldo López é acusado pelo Governo de estar envolvido nos acontecimentos violentos que provocaram mortos e dezenas de feridos durante as manifestações na última semana.

"Estarei aí para dar a cara. Disseram durante os últimos dias que me querem ver preso, aí estarei para dar a cara. Eu não tenho nada a temer, não cometi nenhum delito. Tenho sido um venezuelano comprometido com o nosso país, com o nosso povo, com a Constituição e com o nosso futuro", disse Leopoldo López num vídeo divulgado através do Youtube.

O político frisou ainda que "se há alguma decisão ilegal” de o prender seria enfrentada e assumida.

No vídeo o líder opositor começou por agradecer "todas as mensagens de apoio e solidariedade" recebidas nos últimos dias e sublinha que continua na Venezuela, onde vai permanecer para “lutar” por um país melhor.

"Como é natural tirei uns dias para pensar, partilhar com a minha família e tomar a melhor decisão nestes momentos. Como ratifiquei continuarei a luta nas ruas e ao lado do povo venezuelano. É por isso que esta próxima terça-feira 18 quero convocar todos para que caminhemos juntos (…) até ao Ministério do Interior e Justiça, lugar que se converteu no símbolo da repressão, da perseguição, das torturas e das mentiras", afirmou.

Chamado de "covarde" pelo Presidente Nicolás Maduro, Leopoldo López anunciou aos seus simpatizantes que levaria "requerimentos muito completos" que passariam por "esclarecer a responsabilidade do Estado nos homicídios ocorridos" sublinhando que "aí estão fotos, vídeos, provas irrefutáveis do que aconteceu nesse dia".

Leopoldo López pretendia também que sejam libertados "todos os cidadãos" que "foram perseguidos e continuam presos e alvo de torturas", que "acabe a repressão e a perseguição do que é um direito de todos os venezuelanos, o direito a protestar".

O Governo venezuelano deve também "assumir o desarmamento dos grupos paramilitares e coletivos que foram responsáveis por homicídios e pela insegurança".

"Esse dia temos que sair como sempre o fizemos, pacificamente. Peço-lhes que se vistam de branco porque isso significa o nosso compromisso pela paz", disse.

Segundo a imprensa venezuelana, Leopoldo López é acusado dos delitos de "associação, instigação para cometer delito, intimidação pública, incêndio a edifício público, danos a propriedade pública e lesões graves", além de outros como homicídio.

PortuNoticias com © Lusa | Felipe Gouveia


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PortuNoticias | Venezuela expulsa três funcionários da embaixada dos EUA por alegada conspiração


[17/02/2014] O Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, acusou três funcionários da embaixada dos Estados Unidos em Caracas de conspirarem para encetar um golpe de Estado.

"Que nos respeitem porque o nosso país não se mete nos assuntos internos de ninguém (…). Mas como esta pátria se respeita eu dei a ordem ao ministro dos Negócios Estrangeiros para (…) expulsar do país estes três funcionários consulares da embaixada dos Estados Unidos da América na Venezuela", disse.

O Presidente Nicolás Maduro falava numa declaração ao país feita a partir do palácio presidencial de Miraflores, que foi transmitida em simultâneo e de forma obrigatória pelas rádios e televisões venezuelanas.

"Que vão conspirar para Washington, que deixem quieta a Venezuela", enfatizou, sem, contudo, revelar o nome nem os cargos dos diplomatas norte-americanos que vão ser expulsos.

Por outro lado, recordou, que "há meses” foi necessário tomar medidas idênticas.

Em novembro do ano passado, Nicolás Maduro expulsou três funcionários da embaixada dos Estados Unidos em Caracas sob a acusação de estarem aliados à oposição em alegados planos para criar instabilidade no país.

Washington recusou as acusações de envolvimento dos funcionários em ações de "conspiração para desestabilizar" o Governo da Venezuela e em retaliação declarou também três funcionários venezuelanos como ‘personas non gratas’.

PortuNoticias com © Lusa | Felipe Gouveia


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PortuNoticias | Organizações portuguesas condenam violência na Venezuela (embaixada)


[17/02/2014] Organizações portuguesas enviaram à embaixada da Venezuela em Lisboa mensagens de solidariedade para com o povo e o Governo do país na sequência da violência que já provocou mortos e dezenas de feridos no país.

"Nas missivas podem ler-se palavras de apoio às ações que tem tomado o Presidente Nicolás Maduro para combater o plano de conspiração da oposição venezuelana que pretende gerar desestabilização e mortes no país" explica um comunicado divulgado pela representação diplomática.

Segundo a Embaixada da Venezuela em Lisboa, as notas de solidariedade foram enviadas pelo "Partido Comunista Português (PCP), pelo Conselho Português para a Paz e a Cooperação, pela Cooperativa Mó de Vida e pessoas afins ao processo revolucionário" venezuelano.

"O PCP condenou a campanha de violência e os atos de vandalismo perpetrados por grupos de cariz neofascita que provocaram mortes e destruição a bens públicos (…) o PCP denuncia os objetivos antidemocráticos e golpistas desta campanha desestabilizadora levada a cabo contra a Revolução Bolivariana, por forças reacionárias e a direita venezuelana, articuladas e apoiadas pelo imperialismo norte-americano", explica.

O documento precisa que o PCP expressa solidariedade a Nicolás Maduro, destacando que a violência ocorre num momento em que a Venezuela promove a melhoria das condições de vida da população e intensifica as medidas de combate à especulação e à guerra económica.

Por outro lado o Conselho Português para a Paz e a Cooperação condenou as ações de violência e manifestou "solidariedade com o povo venezuelano na sua valente luta para defender a revolução bolivariana e os sucessos obtidos em matéria económica, cultural e social".

"O CPPC alerta para a gravidade da situação e apela à solidariedade de todos os democratas e organizações progressistas para com o povo venezuelano e as suas importantes conquistas (…) perante as ameaças de recrudescimento de renovadas ingerências externas", explica.

Por outro lado a Cooperativa Mó de Vida condenou o "tratamento mediático que alguns meios (de comunicação social) portugueses deram a estas ações violentas" os quais "ocultaram fatos importantes com o objetivo de induzir uma opinião” porque esses meios “estão com as mesmas forças que tentam desestabilizar o processo venezuelano".

Segundo o comunicado, a Mó de Vida manifestou "total solidariedade às vitimas que nada fizeram para que isto acontecesse, aos movimentos sociais venezuelanos e ao povo que luta por defender as conquistas alcançadas com este processo (bolivariano)".

O documento conclui explicando que o embaixador da Venezuela em Lisboa, general chefe Lucas Rincón Romero, agradeceu a solidariedade manifestada e as constantes expressões de apoio ao processo revolucionário e socialista venezuelano.

PortuNoticias com © Lusa | Felipe Gouveia


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PortuNoticias | Estados Unidos pedem ao governo da Venezuela para libertar manifestantes detidos

domingo, 16 de fevereiro de 2014


[16/02/2014] O secretário de Estado norte-americano, John Kerry, pediu ao governo da Venezuela que liberte os manifestantes opositores detidos durante os distúrbios registados esta semana e que reponha a calma neste país.

Em comunicado, o secretário de Estado condenou os eventos que causaram vários mortos e dezenas de feridos e manifestou a “profunda preocupação” dos Estados Unidos perante o que aconteceu.

“Fazemos um apelo ao governo venezuelano para que proporcione um espaço político necessário para um diálogo significativo com o povo venezuelano e para que liberte os manifestantes detidos. Instamos todas as partes a trabalhar no sentido da calma ser restabelecida e que se abstenham da violência”, disse.

O chefe da diplomacia norte-americana juntou-se, assim, à Alta Comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Navi Pillay, ao secretário executivo da Organização de Estados Americanos (OEA), José Miguel Insulza, e á Alta Representante dos Assuntos Exteriores da União Europeia, Catherine Ashton, na condenação da violência nas ruas venezuelanas.

PortuNoticias com © EFE | Agencia espanhola de noticias


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PortuNoticias | Diosdado Cabello diz que oposição venezuelana conspira e é dirigida pelos Estados Unidos com base na Colômbia


[16/02/2014] O presidente do Parlamento venezuelano, Diosdado Cabello, disse que a oposição está a conspirar contra o Governo e é "dirigida a partir dos Estados Unidos" com uma base na Colômbia, de onde o ex-governante Álvaro Uribe, financia os conspiradores.

"A direita está a conspirar, neste momento (...) dirigida a partir dos Estados Unidos com uma base na Colômbia, Uribe está a dirigir os seus amigos daqui", disse Diosdado Cabello durante um discurso numa cerimónia do Governo no estado de Bolívar.

O líder do parlamento Venezuela disse que Uribe é o “inimigo da paz deste continente, inimigo da paz da Venezuela” está a "dirigir a conspiração contra este país, financiando".

Diosdado Cabello acrescentou que os protestos que decorrem há dias na Venezuela e que já causaram mortos, dezenas de feridos e detidos, fazem parte de um plano que tem como fim último derrubar o Governo.

Além disso, afirmou que o ex-Presidente Uribe enviou para a Venezuela uma candidata a senadora do seu país para se encontrar com os alegados conspiradores para preparar "mais mortos" que justifiquem o golpe de Estado.

"Depende do povo e da força armada que a direita fascista se imponha aqui na Venezuela, não vão conseguir senhores da burguesia", disse.

PortuNoticias com © Lusa | Agencia de noticias de Portugal


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PortuNoticias | Venezuela acusa imprensa internacional de manipular fotos de manifestações


[16/02/2014] A ministra venezuelana de Comunicação e Informação, Delcy Rodriguez, acusou a imprensa internacional de manipular imagens dos protestos ocorridos no país, prometendo ações judiciais do governo.

"Estamos cansados das mentiras dos meios que, permanentemente, têm uma campanha suja contra a Venezuela. Nós vamos acionar judicialmente, não vamos permitir este tipo de ações", disse a governante, durante uma conferência no palácio presidencial de Miraflores.

Em causa, afirmou a ministra, está a publicação de fotos de manifestações no Chile e no Egito, como atos atuais da Venezuela, para gerar violência.

Perante as câmaras de televisão, apresentou, entre outros exemplos, imagens divulgadas pelo jornal espanhol ABC sobre um protesto no Egito, que foi apresentada como uma agressão na Venezuela.

Delcy Rodríguez denunciou ainda que a sede do canal estatal e alguns dos seus trabalhadores foram alvo de agressões na última noite.

PortuNoticias com © Lusa | Felipe Gouveia


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PortuNoticias | Líder opositor convocou marcha nacional contra a violência na Venezuela


[16/02/2014] O ex-candidato presidencial Henrique Capriles Radonski pediu ao governo venezuelano que investigue as mortes ocorridas durante as recentes manifestações na Venezuela e anunciou uma marcha nacional contra a violência no país.

"Não é democrático controlar a ordem pública com chumbo, isso é fascismo puro. Quem deu um tiro na cabeça a esses venezuelanos? Onde estão? Que aconteceria se eu dissesse à gente para sair à rua como (Nicolás) Maduro disse ontem?" - questionou.

Durante uma conferência de imprensa em Caracas, o também governador do Estado venezuelano de Miranda, acusou o governo de colocar pessoas "infiltradas" em todos os atos da oposição, que alegadamente promoveriam a violência, ao mesmo tempo que se demarcou dos opositores que exigem "a saída" do Presidente da República.

"Não somos violentos. Não acreditamos nesse caminho. Não percamos o foco, deixemos os infiltrados sós, sejam de um partido ou de outro”. Até porque “há gente que quer que eu seja violento e não posso ser violento com gente que amo", disse Henrique Capriles que anunciou uma marcha nacional contra a violência e os grupos armados.

O líder opositor instou os estudantes que, desde há dias protestam em várias cidades contra as políticas governamentais, a "garantir a paz da República" e solidarizou-se com o dirigente opositor Leopoldo López, do partido Vontade Popular, que tinha pendente uma ordem de captura e é responsabilizado pelo Governo, dos acontecimentos violentos de 12 de fevereiro.

Capriles Radonski insistiu que não pode apoiar situações de violência e recordou que "os seus quatro bisavós foram assassinados num campo de concentração, sobreviventes do Holocausto", disse.

Entretanto centenas de pessoas concentraram-se hoje em Parque Cristal, Chacao (leste de Caracas), para apoiar as manifestações de estudantes.

PortuNoticias com © Lusa | Felipe Gouveia


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PortuNoticias | Dois sacerdotes assassinados durante um assalto na Venezuela


[16/02/2014] Dois padres católicos foram assassinados e um terceiro ficou ferido na Venezuela, na localidade de Valência, Estado de Carabobo, 150 quilómetros a leste de Caracas.

Segundo fontes do Colégio Don Bosco, os sacerdotes, Jesus Herasmo Plaza (79 anos) e Luís Heriberto Sánchez (salesiano, 84 anos), foram mortos com múltiplos golpes de faca enquanto dormiam nas suas habitações dentro das instalações daquela escola católica.
O caso ocorreu pelas 00:00 horas locais (04:30 horas em Lisboa) e um terceiro padre ficou também ferido, encontrando-se hospitalizado num centro de saúde local.

Segundo o religioso Luciano Stefani, os assassinos ficaram com "o pouco dinheiro" que as vítimas tinham na algibeira".

"Parece uma afronta contra a Igreja", disse.

Os homicídios estão a ser investigados pelo Corpo de Investigações Científicas, Penais e Criminalísticas (Cicpc), a antiga Polícia Técnica Judiciária.

Ao saber do homicídio, dezenas de pessoas se concentraram junto do Colégio Don Bosco, para protestar pelo ocorrido.

PortuNoticias com © Lusa | Felipe Gouveia


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PortuNoticias | Consulado português na Venezuela com "recorde histórico" de atos em janeiro


O Consulado Geral de Portugal em Caracas registou em janeiro "um número histórico" de atos consulares realizados, "apesar daquele ser um mês tradicionalmente de pouca afluência", avançou fonte consular.

"Tudo aumentou. O número de atos realizados foi de 6.868, o que representa um crescimento de 66,6% com relação a janeiro de 2013. É um numero bastante acima do registado em qualquer outro mês da história do Consulado", disse o cônsul geral.

Paulo Santos, explicou que "à semelhança do que tem acontecido recentemente [desde 2013] são os documentos de identificação aqueles que têm tido o acréscimo mais importante".

"Pela primeira vez, emitimos mais de 1.500 passaportes e também pela primeira vez, mais de 1.000 cartões de cidadão", precisou.

Desde maio de 2013 que o Consulado de Portugal em Caracas está a registar uma inusitada afluência de utentes, "mas na segunda metade do ano nota-se que houve um crescimento muito forte", declarou.

Na Venezuela existem oficialmente 600 mil portugueses, número que fontes da própria comunidade lusa dizem ser inferiores às estimativas comunitárias, que apontam para 1,5 milhões, incluindo os luso-descendentes que não possuem dupla nacionalidade.

PortuNoticias com © Lusa | Felipe Gouveia


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PortuNoticias | Presidente do Parlamento da Venezuela estreia programa de TV e ataca oposição


O presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Diosdado Cabello, estreou o seu programa no canal estatal VTV com a visita do chefe de estado, Nicolás Maduro, e acusações ao opositor Leopoldo Lopez de causar violência.

"Houve um incidente no aeroporto, o problema é que o ego de Leopoldo López não cabe num avião da Conviasa (...). Começou até a bater nos funcionários do aeroporto. Temos a informação precisa de que será interposta perante a Procuradoria-Geral da República por agressões e violação da lei da aviação”, afirmou.

Diosdado Cabello referia-se a um incidente no aeroporto de Maiquetía, em Caracas, quando Leopoldo López tentou viajar para o estado Táchira (oeste) e alegadamente foi impedido por funcionários, tendo sido anunciada a suspensão do voo.

Além de atacar a oposição e especialmente o líder do partido Vontade Popular (VP), Leopoldo López, o chefe do parlamento disse que os adversários do Governo estão divididos em seis partes e que já esqueceram a chamada "Unidade".

Depois de quase uma hora de programa, em que Diosdado Cabello reconheceu a sua falta de experiência como apresentador, o Presidente Nicolás Maduro surpreendeu-o no estúdio e felicitou-o pelo programa.

O Presidente da Venezuela anunciou que vai elaborar normas "muito estritas" contra o que diz ser o sensacionalismo da imprensa e para impedir que quem viva no estrangeiro seja proprietário de algum meio de comunicação social.

“Vão-me chamar de ditador, mas não me importo. Eu vou fazer um conjunto de normas, muito estritas, para acabar com o sensacionalismo, a campanha, a propaganda que se enche e se alimenta do sangue, da morte e quem a promove", disse.

PortuNoticias com © Lusa | Felipe Gouveia


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PortuNoticias | Líder da oposição e presidente da Venezuela repudiam violência em manifestações


O Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e o líder da oposição, Henrique Capriles, repudiaram a violência naquele país, que provocou, pelo menos, três mortos, 23 feridos e 30 detenções, segundo informação das autoridades.

Nicolás Maduro condenou a onda de violência nas manifestações anti-governamentais, mas atribuiu-a a autores materiais e intelectuais. "Toda a informação que possuo indica autores materiais desta violência, mas também indica autores morais", disse Maduro num discurso a partir do estado Aragua, no centro-norte, transmitido na estação de rádio e televisão.

Manifestações em Caracas e nas grandes cidades do país convocadas pela oposição para protestar contra o Governo de Maduro terminaram com incidentes que causaram a morte de, pelo menos, duas pessoas na capital, onde os manifestantes apedrejaram o Ministério Público e queimaram veículos da polícia.

O Presidente da Venezuela repudiou a violência e pediu para estarem alerta para combater qualquer intenção para destabilizar o seu Governo.

Ao mesmo tempo que defendeu o seu Governo como respeitador dos direitos civis e das liberdades, disse num tom energético que deu instruções para que todo aquele que se manifeste sem autorização seja imediatamente detido.

"O repúdio à violência fascista, golpista, destes pequenos grupos (...) Todo o mundo alerta, não confiemos em quem é capaz de tudo", disse.

Por sua vez, o líder opositor Henrique Capriles condenou a violência gerada no final das manifestações em Caracas e noutras partes do país, afirmando que estas ações não podem manchar a demonstração do protesto cívico e cidadão.

"Condenamos a violência! A violência jamais será o nosso caminho! Estamos seguros que a imensa maioria a rejeita e condena!", disse Capriles na rede social Twitter.

Para Capriles "hoje mobilizaram-se milhares de pessoas de forma pacífica para exercer o seu direito ao protesto" e é "inaceitável manchar essa demonstração com violência!".

Milhares de estudantes e ativistas da oposição foram às ruas na quarta-feira em Caracas e outras cidades venezuelanas para protestar contra o alto custo de vida e a insegurança.

Um ativista pró-governo e um estudante foram mortos na quarta-feira, em Caracas, anunciou a procuradora-geral da Venezuela, Luisa Ortega Díaz, ao dar conta de 23 feridos em manifestações em várias cidades.

Outro militante foi baleado mortalmente em Chacao, a leste da capital da Venezuela, de acordo com o presidente do município.

Por sua vez, o ministro do Interior, Miguel Rodriguez disse que foram presas 30 pessoas. "Todos eles tinham capuzes, rádios e tinham nas suas malas ‘cocktails molotov’, pedras, todos os tipos de objetos para atacar a polícia", afirmou.

PortuNoticias com © AFP | Agence France Presse


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PortuNoticias | Opositores acusam Nicolás Maduro de “suspender garantias” e pedem mais manifestações na Venezuela


Dirigentes da oposição acusaram o Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, de "suspender garantias" constitucionais e apelam a novas manifestações, depois de o Governo ter anunciado que deu instruções para impedir os protestos não autorizados.

"Este é um Governo frágil (...) demonstra Maduro quando pretende dizer aos venezuelanos que vai suspender as garantias. À conta de quê? Isso é uma suspensão de garantias sem dizê-lo abertamente", afirmou o opositor Leopoldo López em conferência de imprensa.

Pelo menos duas pessoas morrerem na sequência de uma manifestação para protestar contra o Governo em Caracas que degenerou em confrontos de um grupo de encapuzados com a polícia.

Uma terceira pessoa morreu noutros incidentes no município de Chacao.

"Assim como condenamos os atos de violência, dizemos aos venezuelanos que a luta continua e fazemos um apelo a todas as famílias da Venezuela a que nos mantenhamos firmes na luta", acrescentou.

Porta-vozes da oposição alegaram que as situações de violência descontrolada na quarta-feira na capital deveram-se a um ato planeado do Governo para desacreditá-los.

O Presidente Nicolas Maduro repudiou a violência que ocorreu em várias partes do país e afirmou que nessas altercações, além dos autores materiais houve também autores intelectuais, denunciando um alegado "reaparecimento nazi-fascista” na Venezuela.
O líder da oposição e ex-candidato presidencial Henrique Capriles também condenou a violência e garantir que os incidentes não podem manchar a manifestação realizada de modo pacífico.

PortuNoticias com © EFE | Agencia espanhola de noticias


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PortuNoticias | Milhares de estudantes voltam à rua na Venezuela, ONU e Igreja pedem investigação

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014


[14/02/2014] Os estudantes voltaram a sair à rua na Venezuela, em protesto contra o Governo, no dia em que a ONU e a Igreja pediram uma investigação à violência no país.

Milhares de estudantes opositores do Governo do Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, voltaram a manifestar-se na capital, dias depois de outro protesto ter terminado em violência.

Nicolás Maduro já apelou aos seus apoiantes para se manifestarem “pela paz e contra o fascismo”.

Uma série de manifestações pró e contra Maduro, em vários locais do país, segundo o balanço oficial, terminou com mortos, 66 feridos graves e 69 detidos, mas várias organizações não-governamentais apontam números superiores.

O Alto-Comissariado da Organização das Nações Unidas para os Direitos Humanos já expressou a sua preocupação com a situação e pediu uma investigação “imediata, exaustiva e imparcial” às mortes dos três manifestantes, verificadas em Caracas, e ao uso excessivo da força.

“Milhares de pessoas das grandes cidades da Venezuela participaram nos protestos contra a detenção de manifestantes estudantis, os altos índices de criminalidade e as dificuldades económicas”, disse em conferência de imprensa o porta-voz da agência da ONU, Rupert Colville.

Por seu turno, o presidente da Conferência Episcopal da Venezuela, Diego Padrón, solicitou ao Governo que desarme “os grupos violentos”, ao referir-se aos incidentes violentos de quarta-feira.

Padrón, arcebispo de Cumaná, no leste do país, acrescentou, em declarações a jornalistas, que a pacificação é um processo que começa no “reconhecimento mútuo dos adversários e continua com uma reconciliação”.

A Conferência Episcopal emitiu um comunicado, lido por Padrón, em que se exige “uma investigação exaustiva e o castigo dos culpados, no marco da Constituição e das leis, observando o devido processo judicial”.

Os bispos venezuelanos apelaram ainda aos “dirigentes de todos os partidos e grupos, tanto sociais como políticos”, para que incentivem os seus apoiantes a contribuir para a redução das tensões, o reconhecimento dos seus adversários e a reconciliação mútua.

Nicolás Maduro criticou a cobertura dos protestos pela imprensa estrangeira e determinou o encerramento da televisão por cabo NTN24, que emite notícias 24 horas por dia, acusando-a de transmitir “o tumulto de um golpe” de Estado.

O Presidente venezuelano acusou a Agência France Presse de manipulação: “Há muita manipulação. Denuncio a Agência France-Presse. A AFP está a liderar a manipulação.”

Acrescentou ainda que tinha ordenado ao ministro das Comunicações para “tomar medidas e falar muito claramente aos correspondentes da AFP na Venezuela”.

A diretora regional da AFP para a América latina, Juliette Hollier-Larousse, disse que não percebia as observações de Nicolás Maduro: “Estamos à espera de um encontro com as autoridades para saber mais”.

A empresa da rede social Twitter, sediada em San Francisco, comunicou que a Venezuela estaria aparentemente a bloquear o envio de imagens através desta plataforma pelos manifestantes.

PortuNoticias com © AFP | Agence France Presse


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PortuNoticias | Nicolás Maduro convocou manifestação "pela paz e contra o fascismo" na Venezuela


[14/02/2014] O Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, convocou uma manifestação "pela paz contra o fascismo", depois de as mobilizações realizadas terem terminado em violência e provocado mortos em Caracas e noutras cidades.

"Convocamos uma grande marcha de todas as forças sociais e políticas da revolução bolivariana pela paz e contra o fascismo, eu também respondo à convocatória, no sábado todo o povo de Caracas, vamos marchar contra o fascismo, contra a violência, contra o golpismo", disse.

O Presidente falava durante uma reunião com o seu Gabinete, que foi transmitida pela rádio e televisão.

Na sua alocução, Nicolás Maduro disse que os atos de violência fazem parte de um plano de um grupo opositor que responsabilizou pelas mortes e dezenas de feridos.

Nicolás Maduro comparou este alegado plano que teria como fim a sua saída do poder, com a onda de violência na Ucrânia, que terminou com a demissão do Governo liderado por Mikola Azárov, algo que o Presidente venezuelano garantiu que não lhe acontecerá.

"Na Ucrânia aconteceram situações muito graves, a Venezuela não é a Ucrânia (...) aqui estamos a fazer uma revolução, com todo o respeito que temos pelo povo e Governo da Ucrânia", disse.

Milhares de estudantes saíram às ruas da capital venezuelana para protestar contra o Governo.

PortuNoticias com © EFE | Agencia espanhola de noticias


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PortuNoticias | Venezuelanos protestam no México por repressão contra estudantes no seu país


[14/02/2014] Cerca de 100 venezuelanos radicados no México protestaram pela morte jovens e pela repressão contra uma manifestação pacífica no seu país, exigindo que o Governo de Nicolás Maduro pare a agressão contra os manifestantes e imprensa.

Frente à Embaixada da Venezuela na capital mexicana, os manifestantes mostraram bandeiras e faixas, e gritaram palavras de ordem como "Queremos paz e progresso, não violência", e "Respeito para a liberdade de manifestação".

Os participantes, principalmente jovens, expressaram as suas críticas contra o Governo de Nicolás Maduro, apontando a forte corrupção e pilhagem dos recursos públicos, escassez de alimentos, altas taxas de criminalidade e desemprego.

Eduardo Mayorca, um dos dirigentes que convocaram a manifestação, exigiu ao Governo venezuelano para suspender a política de intimidação contra qualquer expressão para exigir a paz e o progresso.

Mayorca recordou que na véspera, os universitários marcharam na Venezuela de maneira pacífica e foram reprimidos, gerando mortos e mais de 100 feridos.

O dirigente afirmou que os grupos que agrediram os jovens são parte do oficialismo e foram armados pelas autoridades.

Por sua vez, Leonardo Ramos, do grupo Venezuelanos Unidos no México, leu um comunicado no qual condenava o "assassinato, sequestro e tortura" de estudantes universitários na Venezuela por parte do Governo do Presidente Maduro.

PortuNoticias com © EFE | Agencia espanhola de noticias


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PortuNoticias | Human Right Watch pede investigação imparcial sobre mortes nas manifestações na Venezuela


[14/02/2014] A Human Right Watch pediu ao Governo venezuelano que leve a cabo “sem demora” uma investigação “imparcial” sobre as mortes e mais de dezenas feridos nas manifestações em Caracas e noutras cidades do país.

"A Venezuela necessita com urgência que estes homicídios sejam investigados e que os responsáveis sejam levados perante a Justiça, independentemente de qual seja a sua filiação política", disse José Miguel Vivanco, diretor para as Américas da organização não-governamental Human Right Watch (HRW), em comunicado.

José Miguel Vivanco acrescentou: "O que a Venezuela não precisa é que as autoridades usem os opositores políticos como bodes expiatórios ou encerrem os meios de comunicação cuja cobertura lhes desagrada".

Cerca de dois mil estudantes saíram às ruas da capital venezuelana para protestar contra o Governo.

PortuNoticias com © EFE | Agencia espanhola de noticias



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PortuNoticias | Milhares de estudantes nas ruas de Caracas contra Nicolás Maduro


[14/02/2014] Milhares de estudantes saíram às ruas da capital venezuelana para protestar contra o Governo.

Deslocando-se a poucas centenas de metros do local onde um jovem opositor morreu, os estudantes queixavam-se da violência governamental e da opressão.

“Quem somos nós? Estudantes! O que queremos? Liberdade!”, gritavam, sem suscitar resposta policial visível na Praça Altamira, um tradicional local de protestos antigovernamentais em Chacao, Caracas.

Um dia antes, milhares protestaram contra o aumento do crime, da inflação e da escassez de bens alimentares no maior desafio a Nicolás Maduro, desde que este tomou posse, em 2013.

O protesto levou o Presidente venezuelano a aludir a tentativa de golpe de Estado e garantiu que não seria derrubado.

O seu Governo apelou à realização de manifestações “antifascistas”, mas a adesão foi fraca.

O principal líder da oposição, Henrique Capriles, asseverou que falar em golpe não fazia sentido.

“A expressão das pessoas não é um golpe de Estado. Um civil não faz golpes de Estado”, disse Henrique Capriles, que concorreu contra Nicolás Maduro nas presidenciais de 2013.

“Vamos canalizar o descontentamento, mas não vos vou mentir, não há condições para a saída do Governo”, disse aos jornalistas, ao condenar os confrontos entre manifestantes anti e pró-governo.

PortuNoticias com © AFP | Agence France Presse


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PortuNoticias | Jornalista português detido pelo CICPC

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014


O jornalista português, Eduardo Leal, em cobertura em Caracas foi detido pelo CICPC em Parque Carabobo (Caracas).

Sua câmara fotográfica foi apreendida e esposado durante 8 horas. Já se encontra liberado, reportaram usuários da rede social Twitter.

Elenis Rodríguez, advogada e ativista de direitos humanos na ONG “Fundação pelos Direitos e Equidade Cidadã” (Fundeci), condenou categoricamente a violação aos DDHH e à integridade de muitos estudantes e adultos que manifestaram pacificamente no dia de ontem (12/02).

“A vergonha maior, como venezuelana, foi quando vimos o fotógrafo de nacionalidade portuguesa, Eduardo Leal, sair tremendo [do palácio de justiça] e sem poder caminhar, devido aos golpes recebidos”, declarou.

Elenis Rodríguez informou que até às 16h30 desta quinta-feira (21h00 em Lisboa), liberaram 19 dos 37 detidos pelo Corpo de Investigações Científicas, Penais e Criminalísticas (CICPC) no dia de ontem nas imediações da Praça Parque Carabobo em La Candelária (Caracas).

Adé Caldeira | Pin:7A667AA2

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