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PortuNoticias | Cesta alimentar custou 6.416,10 bolívares em dezembro 2013

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014


O Centro de Documentação e Análise Social da Federação Venezuelana de Professores de escola primária (Cendas-FVM) informou que a cesta alimentar situou-se em 6.416,10 bolívares no mês de dezembro do ano passado.

Esta quantia representa uma variação de 8,7%. O que quer dizer 511,99 bolívares mais que o mês anterior (novembro 2013)

A Cendas-FVM detalhou que de dezembro de 2012 a dezembro de 2013 a cesa alimentar apresentou uma variação anual de 57,5 %. Isto é, 2.342,20 bolívares mais num ano.

9 de 11 alimentos que conformam a cesta alimentar tiveram um aumento. Entre os quais o leite, o queijo, os ovos, carnes, frutas, hortaliças, verduras e grãos. O açúcar e o azeite não registaram aumento.

Adé Caldeira | Informação, atualidades, agenda e noticias portuguesas na Venezuela


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PortuNoticias | Luso-venezuelanos pagarão mais por menos divisas para as viagens a Portugal


Caracas, 27 jan (Lusa) - A Venezuela reduziu de 3.900 para 3.000 a quantidade de dólares de que os nacionais e estrangeiros, incluindo luso-venezuelanos radicados no país, estão autorizados a dispor anualmente para operações em divisas.

A redução foi estabelecida pela Comissão de Administração de Divisas e o pelo Centro Nacional de Comércio Exterior e publicada na "Gaceta Oficial" (equivalente ao Diário da República).

O valor da redução (equivalente a 2.867 euros para 2.205 euros) abrange as divisas em efetivo, os pagamentos com cartões de crédito por motivo de viagem e os consumos efetuados de maneira eletrónica, através da Internet.

"É cada vez mais difícil viajar. Por um lado, há as dificuldades para conseguir viagem e o preço dos bilhetes e por outro, os condicionamentos para obter moeda estrangeira. Além disso, temos a recente desvalorização da moeda nacional, que passou de 6,30 para 11,30 a cotação oficial de cada dólar para viajantes", disse à agência Lusa o luso-descendente Alberto Teixeira.

Alberto Teixeira referiu à Agência Lusa que "anteriormente, quem viajava a Portugal disponha de 400 euros em bilhetes, mais 3.000 dólares (2.205 euros) para pagamentos com cartão de crédito" e que todos os cidadãos podiam fazer compras pela Internet até 400 dólares (294 euros), mesmo sem viajar.

"Agora, o total são 3.000 dólares (2.205 euros) por ano para viagens a alguns destinos e com permanências maiores a oito dias. Desse valor, é descontado o efetivo e as compras pela Internet", disse, mostrando-se contrariado pela situação e chamando a atenção que "a Venezuela é um país onde escasseiam produtos, que era possível comprar pela via eletrónica".

Segundo a "Gaceta Oficial", se um passageiro viajar até 7 dias a um país da África, Ásia, Europa e Oceânia, será autorizado a dispor apenas de 2.000 dólares anuais (1.470 euros), sendo os 3.000 dólares apenas para estadias de 8 ou mais dias.

Para outros destinos, os valores são diferentes, com um máximo de 2.500 dólares (1.838 euros) em estadias longas em países como Cuba, Argentina, Brasil, Canadá, Chile e alguns Estados norte-americanos.

No caso das viagens a Miami (EUA), Colômbia, Curaçao, Aruba, Bonaire, Panamá e Peru o valor máximo autorizado é de 700 dólares (514 euros) por ano.

PortuNoticias com © Lusa | Felipe Gouveia | Agencia de noticias de Portugal


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PortuNoticias | Presidente venezuelano acusa os Estados Unidos de tentarem dividir a América Latina

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014


O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, acusou a administração norte-americana de estar a tentar dividir a região, advertindo os Estados Unidos de que não devem "equivocar-se com a Venezuela, nem com a América Latina".

"O império [norte-americano] quer dividir a América Latina (...) Quem tentar dividir a América Latina verá a Venezuela de pé, porque não tememos nada nem ninguém, e vamos defender o sonho de união do nosso continente", assegurou Maduro. "A cada provocação responderemos com a contundência que nos ensinou o comandante Hugo Chávez", disse.

Nicolás Maduro falava no palácio presidencial de Miraflores, em Caracas, durante uma assembleia popular convocada para assinalar o 15.º aniversário da chegada ao poder do ex-presidente Hugo Chávez, falecido em março do ano passado, e do início da revolução bolivariana.

O chefe de Estado venezuelano considerou um "sucesso" a II Cimeira da Comunidade de Estados da América Latina e Caraíbas, realizada na semana passada, em Cuba, deixando entrever que a "demonstração de força" dada pelos países participantes é uma das razões para os Estados Unidos quererem dividir a América do Sul.

Durante a sua intervenção de hoje, que as rádios e televisões do país tiveram a obrigação de transmitir, em direto, Nicolás Maduro explicou que a assembleia popular, além de assinalar o 15.º aniversário do início da revolução bolivariana tinha como propósito "analisar críticas e autocríticas [do processo], para que a revolução não estanque".

O Presidente da Venezuela instou o Grande Polo Patriótico - a aliança de forças políticas que apoiam o seu regime - a avançar com "uma renovação permanente do pensamento político" e acusou a oposição de estar "derrotada e fracionada", apenas unida "ao norte [do continente, os Estados Unidos], pelos seus próprios interesses".

A assembleia popular começou com uma gravação do Hino Nacional da Venezuela, interpretado por Hugo Chávez.

O ex-presidente assumiu o poder, pela primeira vez, a 02 de fevereiro de 1999. O discurso que então pronunciou na tomada de posse, em Caracas, será retransmitido esta segunda-feira, pelas televisões e rádios do país.

Nicolás Maduro defende que o falecido líder socialista, ao chegar ao poder, encontrou um país em "crise social", com "80% de pobreza, 40% de miséria, 25% de desemprego estrutural, 60% do povo na economia informal e sem direito à saúde", e com a educação em vias de privatização.

No início de janeiro, o atual presidente da Venezuela disse que o seu governo reduziu para 19,6% o índice de pobreza.

PortuNoticias com © Lusa | Felipe Gouveia | Agencia de noticias de Portugal


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PortuNoticias | Deputado lusodescendente: “Combate à inflação e especulação são prioridades na Venezuela”


O economista e deputado lusodescendente Jesus Farias disse hoje que a Venezuela tem como prioridades para 2014, abater a inflação, acabar com a especulação e com o "dólar paralelo", e fortalecer a economia.

"Temos tarefas concretas para este ano no âmbito económico. Em primeiro lugar abater a inflação. Não podemos continuar arrastando níveis inflacionários de 56% (acumulados em 2013), que são o resultado da guerra económica e da especulação desatada por grande grupos económicos", disse.

Em declarações ao canal estatal Venezuelana de Televisão, o militante do Partido Socialista Unido da Venezuela, o partido do falecido Presidente Hugo Chávez, precisou que esses níveis inflacionários são também "o resultado de uma economia doente, que produz muito pouco".

Por outro lado sublinhou que as prioridades são ainda "baixar" o marcador do dólar no mercado negro e fortalecer o crescimento económico, desafios que no seu entender são "complexíssimos", num ano em que a Venezuela aposta em "sanear" a sua economia.

"Temos de baixar esse marcador que é o dólar negro e temos de estabelecer condições que permitam que uma economia doente como a nossa, assim doente como está, possa crescer", disse.

Segundo o luso-descendente, com a economia atual "será impossível cumprir as tarefas que a revolução nos solicitou" e por isso há que "impulsionar a industrialização do país e expandir ao máximo o desenvolvimento das forças produtivas".

Na Venezuela existe, desde 2003, um férreo sistema de controlo cambial que impede a livre obtenção de moeda estrangeira no país.

Oficialmente a cotação atual do dólar norte-americano é de 6,30 bolívares para importações consideradas prioritárias, como alimentos e medicamentos.

Para outros produtos e para fins turísticos a cotação varia segundo leilões semanais efetuados pelo Banco Central da Venezuela cuja média das ofertas registadas nas últimas semanas foi de 11,30 bolívares por cada dólar norte-americano.

Existe ainda um mercado paralelo de divisas, popularmente conhecido como mercado negro, onde o dólar norte-americano tem uma cotação de mais de dez vezes superior aos 6,30 oficiais, mas cujo valor a legislação proíbe divulgar.

PortuNoticias com © Lusa | Felipe Gouveia | Agencia de noticias de Portugal


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PortuNoticias | Na Venezuela os telefones de Caracas vão mudar de número


A empresa telefónica estatal venezuelana, Cantv, emitiu hoje um comunicado anunciando que as linhas telefónicas de Caracas que começam pelos dígitos 911 vão ser migradas para o serial 966, nos próximos 30 dias.

Segundo a Cantv o processo de migração deverá estar concluído a 01 de março de 2014, conservando as linhas telefónicas os dígitos correspondentes ao código de área e os quatro números restantes.

A iniciativa, explica o comunicado, deve-se à implementação do Código Especial para Serviços de Emergência Nacional 911, enquadrado no Sistema Integrado de Monitorização e Assistência do Ministério do Poder Popular para as Relações Interiores, Justiça e Paz.

"A dita migração de código, realizar-se-á nas linhas com este serial (911), situadas na cidade capital. Durante o tempo de migração informar-se-á, de forma automática, cada usuário que digite um número que inicie por este serial, sobre a migração do mesmo, com o objetivo de que substitua o serial pelo novo 966 e desta maneira consiga a comunicação requerida", explica o comunciado.

Uma vez efetuada a migração um cidadão que pretenda ligar de uma linha telefónica móvel ou do interior do país para a capital, deverá passar a marcar 0212-966 e os restantes quatro dígitos.

Nas chamadas do estrangeiro, de países como Portugal, em vez 00 58 212 911 os usuários deverão marcar 00 58 212 966 e os restantes quatro dígitos do número telefónico pretendido.

PortuNoticias com © Lusa | Felipe Gouveia | Agencia de noticias de Portugal


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PortuNoticias | Estudo apresenta Papa Francisco como a figura mais marcante de 2013


Um estudo encomendado pela rede católica global “Aleteia” à consultora ‘3rdPlace’ apresenta o Papa Francisco como a figura mais marcante do último ano na internet.

O relatório, que abrange o período entre março e novembro de 2013, adianta que “a nível global”, o Papa argentino “foi a personalidade que mereceu um volume mais elevado de pesquisas no Google”, com cerca de 1 milhão e 740 mil buscas.

Ao nível de toda a rede, Francisco foi também o nome “mais mencionado”, com “mais de 49 milhões” de referências.

Batizado com o nome “Internet loves Pope Francis” (A Internet ama o Papa Francisco), o estudo sublinha o elevado grau de abrangência de Francisco, cuja comunicação tem extravasado fronteiras.

A consultora 3rdPlace realça que a influência do Papa no mundo digital, a sua “capacidade de interação” com as pessoas, ultrapassa inclusivamente o grau reconhecido a alguns dos mais importantes líderes mundiais.

No caso da rede social Twitter, a conta de Francisco, apesar de ter uma frequência inferior a 1 tweet publicado por dia (0,79) desde que foi reativada em março de 2013, tem uma maior interação por parte dos seguidores; o estudo apresenta, como termo de comparação, o caso do presidente dos Estados Unidos da América, Barack Obama.

PortuNoticias com © Agencia Ecclesia | Noticias portuguesas da Igreja Católica


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PortuNoticias | Liberado Orlando Vieira, comerciante portugués secuestrado

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014


PortuFlash | Liberado Orlando Vieira, comerciante portugués secuestrado

El comerciante portugués Orlando Vieira fue liberado hace pocos momentos en La Mata Cúa y ya se encuentra atendido en una clínica mirandina. 

Orlando Vieira de 43 años fue secuestrado en Ocumare del Tuy y presenta fuertes golpes. 

Según la GNB, los secuestradores lo liberaron porque se sintieron presionados por el cerco militar en la zona.

Adé Caldeira | www.portunoticias.com | Twitter: @PortuNoticias


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PortuNoticias | Concerto em Caracas homenageia integração luso-venezuelana e música dos dois países

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014


Dois maestros, um português, outro venezuelano, vão juntar-se em fevereiro na capital da Venezuela para dirigir a Orquestra Sinfónica Venezuela num concerto em que serão interpretadas obras clássicas de compositores portugueses e venezuelanos.

O concerto, segundo um comunicado de imprensa da Embaixada de Portugal em Caracas, busca "ilustrar a relação harmoniosa e de perfeita integração dos portugueses que emigraram para a Venezuela e das gerações subsequentes, numa mescla de culturas que vai muito além dos considerandos estritos de política e de economia".

Composto por duas partes sem intervalo, o concerto terá lugar a 16 de fevereiro de 2014 no Centro Português de Caracas.

O maestro venezuelano Regulo Stabilito dirigirá a Orquestra Sinfónica Venezuela na interpretação de obras clássicas de compositores portugueses e o lusitano Osvaldo Ferreira terá a seu cargo a interpretação de obras clássicas de compositores venezuelanos.
No concerto, segundo o comunicado, participará também o músico venezuelano Pedro Castillo (ex-vocalista dos Aditus), que interpretará o tema "Algo Elétrico".

Para a Embaixada de Portugal em Caracas trata-se de "um desafio que convida um venezuelano a explicar a herança clássica portuguesa e vice-versa, ilustrando-se uma relação sentida que vai muito além do explicável por palavras, já que há, efectivamente, 'algo elétrico' entre os dois povos e suas culturas".

PortuNoticias com © Lusa | Felipe Gouveia | Agencia de noticias de Portugal


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PortuNoticias | Centenas de venezuelanos saíram às ruas em respaldo ao apelo dos lideres opositores Maria Corina Machado e Leopoldo Lopez


Centenas de pessoas participaram numa assembleia de cidadãos, em Caracas, convocada pela oposição venezuelana, durante a qual questionaram as políticas governamentais desde a chegada ao poder de Hugo Chávez, há 15 anos, a 02 de fevereiro de 1999.

Os opositores, que contam com vários lusodescendentes, concentraram-se na praça Brión de Chacaíto, na zona oriental de Caracas, e exibiram cartazes com frases de contestação às limitações para se obter moeda estrangeira, à falta de energia, de medicamentos e de outros produtos básicos, à desvalorização da moeda e à alta inflação, assim como à insegurança, no país.

"As praças públicas são a única janela que fica para expressar o desacordo com o desastre da governação do país, porque a imprensa está sob pressão", disse um lusodescendente à agência Lusa, para explicar as razões que o levaram até aquela praça. "Estamos em crise pela insegurança, pela inflação, pela falta de divisas. E, em nome do bem-estar do povo, os governantes tomam medidas que só nos afetam, que nos limitam e já estamos cansados", acrescentou.

Durante a iniciativa, que a oposição designou de primeira jornada para mudar o país, os participantes deram opinião sobre as alternativas para a saída da crise e as ações a desenvolver para "restabelecer" a democracia e promover uma viragem de regime.

Uma marcha de protesto, no próximo dia 12 de fevereiro, dia da juventude, marca o arranque das iniciativas.

"É hora de nos mobilizarmos pela nossa pátria e por um melhor destino", disse o presidente da Câmara Metropolitana de Caracas, o opositor AntónioLedezma. "Se não o fizermos, seremos responsáveis pela perda da nossa democracia e pelo seu mais precioso bem, a liberdade", afirmou.

Ledezma insistiu ainda na necessidade de defender a imprensa venezuelana do controlo que a impede de obter papel para imprimir jornais, e de lutar para acabar com as filas para se "comprar farinha ou leite" e de ter de se "implorar a Deus para conseguir uma viagem aérea".

"Nos bairros não há água, luz, nem boas escolas, nem serviços de saúde. Este governo quer que nos resignemos às filas, à escassez, às migalhas, mas devemos dizer-lhe que nos sobra dignidade, coragem, firmeza e capacidade ética para lutar", disse Ledezma na sua comunicação.

O coordenador do partido opositor Vontade Popular, Leopoldo López, por seu lado, apelou a que "se levante a voz para dizer basta", sublinhando que "todos são vítimas" e "burlados" pelo sistema.

Leopoldo López alertou para o caminho a fazer, que "não será fácil", exigindo organização. "Estamos iniciando uma etapa para procurar a saída. A Constituição propõe-nos vários caminhos: a renúncia [do Chefe de Estado], uma emenda constitucional, um referendo revogatório e uma constituinte", disse.

"Isto é um chamamento à rebeldia", disse a deputada Maria Corina Machado, que também subscreveu a convocatória da reunião de hoje. "Não nos calarão", garantiu. "Que nos chamem rebeldes, mas defendamos a Venezuela!"

Segundo a imprensa venezuelana, as assembleias da oposição realizaram-se hoje em diferentes cidades venezuelanas, entre as quais Maracaibo, Mérida e São Fernando de Apure.

PortuNoticias com © Lusa | Felipe Gouveia | Agencia de noticias de Portugal


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PortuNoticias | Venezuela retoma as fiscalizações de preços nos estabelecimentos comerciais


A Venezuela retomou as ações de inspeção e fiscalização de diferentes estabelecimentos comerciais do país para verificar se os comerciantes estão a cumprir a nova Lei Orgânica de Preços Justos.

"Hoje vamos inspecionar locais comerciais de todo o país para garantir o cumprimento da lei", anunciou na sua conta no Twitter a superintendente de direitos económicos, Andreina Tarazon, sem precisar quais as áreas de atividade que seriam inspecionadas.

As fiscalizações estão a ser efetuadas por funcionários da Superintendência Nacional para a Defesa dos Direitos Sócios-Económicos, organismo criado recentemente pelo governo venezuelano para regular o processo de fiscalização, supervisão de custos e determinação de margens de preços e lucros para os produtos e serviços no país.

A 23 de janeiro último o governo venezuelano publicou na 'Gaceta Oficial' N.º 40.340 (correspondente ao Diário da República, em Portugal) a nova Lei Orgânica de Preços Justos.

A nova legislação estabelece que serão sancionados com uma pena até dez anos de prisão, os cidadãos que incorram em açambarcamento de produtos e os vendam de forma especulativa.

Por outro lado, quem importe bens nocivos será condenado com uma pena de entre seis a oito anos de prisão e quem vender alimentos ou bens fora de prazo será multado com o equivalente a 10.000 unidades tributárias (125.800 euros ao valor atual de 107 bolívares por unidade tributária).

Quem retiver ou ocultar produtos para causar escassez bens ou distorções nos preços incorre numa pena de prisão de oito a dez anos.

A legislação prevê ainda que os estabelecimentos comerciais envolvidos em quaisquer destes delitos sejam multados pelo valor corresponde ao máximo de 50.000 unidades tributárias e sejam alvo de "uma medida de ocupação temporária de até 180 dias".

Em caso de reincidência, as autoridades poderão encerrar definitivamente os armazéns, depósitos ou estabelecimentos comerciais infratores e proceder à suspensão do Registo Único de Pessoas que Desenvolvem Atividades Económicas.

Na Venezuela, um número importante de estabelecimentos comerciais, nomeadamente supermercados, padarias e restaurantes, são propriedade de imigrantes portugueses radicados no país.


PortuNoticias com © Lusa | Felipe Gouveia | Agencia de noticias de Portugal
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PortuNoticias | José Cesário: “Empresários devem manter atividades nos países de fixação mas trazer um pouco da riqueza para Portugal”


O secretário de Estado das Comunidades defendeu a importância das comunidades portugueses manterem as atividades empresariais nos países onde se fixaram, mas "simultaneamente" trazerem um pouco da riqueza que aí criaram para ajudarem Portugal.

José Cesário falava em Toronto, aos jornalistas, durante as comemorações do 14.º aniversário da Casa das Beiras, abordando um encontro que teve com empresários e forças vivas da comunidade em Mississauga.

"Estive com diversas personalidades, nomeadamente com Charles Sousa, ministro das Finanças do Ontário, uma personalidade cada vez mais significativa no contexto da nossa comunidade local e também na vida pública da província e também houve uma troca de impressões com um empresário (Wilson Teixeira), que está a arriscar em Portugal, e vale a pena ter isso em consideração", disse José Cesário.

Nesse sentido, o secretário de Estado espera uma maior aproximação do empresário que está em Portugal com o que está fora do país. Em 2013 realizaram-se três encontros com empresários da diáspora, e para este ano já estão agendados dois, podendo ainda realizar-se mais três reuniões.

José Cesário também abordou dois factos "inequívocos de maior proximidade de Portugal às suas comunidades": "As novas permanências consulares que hoje levam o trabalho consular a 129 cidades onde não estávamos até aqui. Por outro lado, o início das certificações do ensino do português que credibiliza muitas das nossas escolas um pouco por todo o mundo".

Estes, "foram dois fatores de aproximação decisivos entre Portugal e as suas comunidades", acrescentou.

José Cesário disse ainda que pretende "melhorar tudo no que disser respeito à cultura e língua," para que "seja feito com mais qualidade do que tem sido até aqui".

"Temos que fazer algo cada vez mais para que aquilo que funciona com o mínimo de qualidade, melhore no futuro. Por isso é que oferecemos manuais escolares, disponibilizamos avaliação e certificação, elaboramos programas para esses setores de ensino, começamos a trazer escritores, distribuímos bibliotecas", justificou.

O governante terminou com uma mensagem de esperança, de que vale a pena "acreditar no futuro de Portugal", de continuar a promover "este tipo de eventos (aniversário da Casa das Beiras)", no qual se encontram pessoas de diversas idades, idosos e jovens, porque "é desta simbiose", da "junção de todos" que "resultarão comunidades mais organizadas e mais mobilizadas".

José Cesário chegou ao Canadá no dia 29 de janeiro, onde esteve em Otava, Montreal e Toronto. O secretário de Estado viajou em seguida para os Estados Unidos.

PortuNoticias com © Lusa | Agencia de noticias de Portugal


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PortuNoticias | Papa Francisco recebe “avalanche” de cartas por dia


Milhares de cartas, ofertas, desenhos e outros objetivos são recebidos semanalmente no Vaticano pelo Departamento de Correspondência do Papa, situado no Palácio Apostólico, revelou o responsável por este serviço, mons. Giuliano Gallorini.

Em declarações ao semanário de informação ‘Vatican Magazine’, do Centro Televisivo do Vaticano (CTV), o sacerdote explica que todas as cartas são lidas pelo departamento, procurando distinguir os diferentes conteúdos e, nalguns casos, encaminhando a correspondência para o próprio Papa.

“São os casos um pouco mais delicados, como os casos de consciência. Nesse caso, é feito um apontamento e passam-se as cartas aos secretários, para que o Papa as veja diretamente: ele lê, coloca uma abreviatura e indica-nos como devemos responder”, relata.

As cartas incluem relatos de “dramas pessoais”, pedidos de conselhos e oração ou poemas, e são endereçadas para a Casa de Santa Marta, onde Francisco reside, na Cidade do Vaticano.

No total, o departamento recebe aproximadamente 30 sacos de correspondência por semana e monsenhor Giuliano Gallorini refere que as respostas procuram “fazer sentir a proximidade do Papa que acolhe os sofrimentos”.

“Naquilo que é possível, procuramos ajudar endereçando os pedidos para departamentos específicos: por exemplo, os pedidos de ajuda económica são transmitidos às Cáritas diocesanas”, revela.

No departamento, além do sacerdote, trabalham uma religiosa e duas outras pessoas, que separam as cartas por língua e tema, para que todas tenham resposta.

Os responsáveis procuram seguir o estilo do pontificado de Francisco e “ler estas cartas mais com o coração do que com a mente, partilhar o sofrimento e procurar as palavras certas para exprimir o que o Papa quer verdadeiramente que se exprima: a proximidade, a partilha”.

PortuNoticias com © Agencia Ecclesia | Noticias portuguesas da Igreja Católica


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PortuNoticias | Deputado do PSD alerta para insegurança de portugueses na Venezuela


O deputado social-democrata Carlos Páscoa manifestou-se preocupado pelo que diz ser a "crescente insegurança e degradação de condições de vida" que estão a afetar a comunidade portuguesa radicada na Venezuela.

"Eu percebo que há uma inquietação na comunidade em relação ao que passa hoje na Venezuela. Há um sentimento crescente de insegurança que é preocupante e há um sentimento crescente de degradação das condições de vida aqui na Venezuela", disse o parlamentar.

Eleito pelo círculo de emigração de fora da Europa, Carlos Páscoa falava no âmbito de uma visita de dez dias à Venezuela, onde manterá contactos com portugueses de Caracas e dos Estados de Miranda, Anzoátegui, Arágua, Carabobo e Nueva Esparta.

"O problema de insegurança é particularmente preocupante porque, como sabemos, na nossa comunidade temos muita gente ligada aos negócios, a pequenos negócios que têm a porta aberta e que são obviamente alvos preferenciais de quem está dedicado ao crime", disse.

"Isto agrava-se a uma velocidade que me surpreendeu", admitiu o deputado, referindo que o mais surpreendente é "ver a velocidade a que as condições de vida se estão a degradar" e apontando os altos preços dos bens como um dos sinais.

Questionado sobre se estava ao tanto dos esforços das autoridades para combater a insegurança no país, o deputado social-democrata sublinhou que viveu "muitos anos num país da América do Sul, que foi o Brasil, que passou por uma onda de violência também extremamente elevada".

"Eu tenho consciência da dificuldade que é combater o crime, principalmente quando começa a generalizar-se, e mesmo que haja um combate eficiente, quem está com comércio com a porta aberta, com caixa com dinheiro lá dentro, é sempre o alvo preferencial, e aí os portugueses estão na primeira linha; esta é realmente a minha grande preocupação", disse.

PortuNoticias com © Lusa | Felipe Gouveia | Agencia de noticias de Portugal


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PortuNoticias | Taça do Mundial 2014 esteve em Caracas


A Taça do Mundial de 2014, a disputar no Brasil, chegou na sexta-feira a Caracas, a bordo de um avião da Coca-Cola, no âmbito de uma viagem patrocinado por aquela conhecida marca de refrigerantes.

A taça foi apresentada pelo embaixador da Fifa, Christian Karembeu (campeão da França no Mundial de 1998) e recebida pelo ministro venezuelano do Desporto, António 'Potro' Alvarez e pelo governador lusodescendente do Estado de Vargas, Jorge Luís Garcia Carneiro.

Produzida em ouro puro de 18 quilates, com 36,8 centímetros de altura e cinco quilogramas de peso, a taça tem a particularidade de apenas Chefes de Estado e campeões do mundo a poderem tocar.

A Venezuela foi o país 67.º dos 89 por onde passará o troféu.

Trata-se da segunda visita de uma taça de um mundial de futebol à Venezuela, depois de uma primeira realizada em fevereiro de 2010.

A taça seguirá a 03 de fevereiro de Caracas para a Guatemala.

Mais de oito mil fãs inscreveram-se para poderem ver de perto a taça, que esteve em exibição no Centro de Convenções do Hotel Eurobuilding de Caracas.

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PortuNoticias | 40 produtos apresentam problemas de escassez na Venezuela


O vice-presidente venezuelano para a Área Económica, Rafael Ramírez, disse no domingo que 40 produtos apresentam problemas de escassez na Venezuela, ao mesmo tempo que assegurou que o governo nacional continuará a trabalhar para combater os problemas de abastecimento.

Numa entrevista ao canal privado de televisão Televen, Rafael Ramírez – que também é ministro de Petróleo e Minas e presidente da empresa estatal Pdvsa –, explicou que essa foi uma das razões pela qual o governo promulgou recentemente a Lei de Preços Justos.

"Nós gastámos milhares de milhões de dólares para trazer alimentos para o nosso país e se não fosse pelo sistema de distribuição que estabeleceu a revolução (…) provavelmente não teria sido possível atender os pedidos do nosso povo, porque teríamos ficado só nas mãos de grandes cadeias de distribuição privada", disse.

Segundo aquele responsável, o tema da falta de abastecimento é "um fenómeno grave de especulação" que atenta contra a estrutura de preços, "uma situação que está em desequilíbrio e que a Lei de Preços Justos vai atender de maneira prioritária".

"Com os preços que alguns segmentos da atividade privada estão colocando nos produtos na rua, estão jogando à escassez, para que isso seja uma espiral, estão contrabandeando. Nós estimamos que pelo menos 30 a 40% dos nossos produtos vão parar fora do país", disse, precisando que em novembro último o Governo venezuelano fez um plano excecional de importação de alimentos.

"Vamos importar o que tivermos que importar, mas estamos reunindo com setores de produção nacional para produzir no país tudo o que possamos produzir (…) temos de ser capazes de produzir a maioria dos alimentos que consumimos. A produção (nacional) aumentou mas também o consumo. Somos um país que, em revolução, conseguiu ter maior poder aquisitivo, maior salário e está consumindo", disse.

Questionado sobre a alegada falta de divisas para as importações o ministro venezuelano precisou que estão a ser disponibilizados 42.960 milhões de dólares (31.846 milhões de euros) para atender a procura no país, "um número extraordinário, muito grande".
"Este é um governo popular, revolucionário, com uma clara orientação, (mas) que ninguém se engane. Não nos vamos desviar do que é a nossa proposta política. O que dizemos é que 96% dessas divisas proveem da venda do petróleo, pertencem ao povo", frisou.

Segundo Rafael Ramírez o governo venezuelano está a estabelecer prioridades para a procura de moeda estrangeira para garantir que as divisas sejam disponibilizadas à taxa de 6,30 bolívares (0,07 cêntimos de euro)para alimentos, saúde, educação e para os bens de capital necessários para a produção.

"Abrimos um espaço para as coisas que não são essenciais para a nossa economia. Para ser mais específico 11.800 milhões de dólares vão ser disponibilizados para outra taxa, que resulta dos leilões do Sicad que neste caso é a 11,30 bolívares (13 cêntimos de euro)", disse.

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PortuNoticias | Acusam supermercados da Venezuela de obter grandes lucros à custa dos camponeses


O presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Diosdado Cabello, acusou as grandes redes privadas de supermercados do país de se aproveitarem do trabalho dos camponeses para obter grandes lucros com a comercialização de produtos agrícolas.

"As grandes cadeias de supermercados, que na Venezuela não semeiam nem uma planta de milho, fazem desastres com as colheitas dos camponeses", disse.

Militante do Partido Socialista Unido da Venezuela, Diosdado Cabello, falava durante um encontro com agricultores no Estado venezuelano de Anzoátegui (315 quilómetros a leste de Caracas), durante o qual anunciou que o Executivo prepara-se para avançar em breve com novas ações em matéria agrícola e social.

Segundo Diosdado Cabelo, "às vezes não se conseguem as verduras" nas prateleiras, porque "há máfias" que condicionam os preços de compra a nível de agricultores e as levam "e o produtor, que é quem mais trabalha, é quem menos ganha neste sistema de produção, porque os intermediários ficam com os lucros".

"Já Basta! Isto tem acontecido durante anos (…) Aqui não virão mais os privados a dizer-lhes ou agarras este dinheiro ou verás que fazer com a produção", disse.

Por outro lado insistiu na necessidade de criar empregos em matéria agrícola para impulsionar o sistema nacional de produção de distanciar os jovens dos vícios, sublinhando que a "única maneira de tirar alguém do ócio é através do estudo e do trabalho".

Na Venezuela algumas das mais importantes redes privadas de supermercados são propriedade de comerciantes portugueses radicados no país.

Na quarta-feira o ex-presidente do Instituto para a Defesa das Pessoas no Acesso a Bens e Serviços (Indepabis), Eduardo Samán, acusou os comerciantes de provocarem a alta inflação que se regista no país ao aplicarem aumentos injustificados no preço das mercadorias.

"Se eles não tivessem essa prática de fazer aumentos injustificados, a inflação não se daria (…). A inflação é o resultado da alteração de preço", disse numa entrevista ao canal televisivo de notícias Globovisión.

Eduardo Samán explicou que a especulação é uma consequência do capitalismo, que fixa os preços dos bens segundo o valor que as pessoas estejam na disposição de pagar por eles.

PortuNoticias com © Lusa | Felipe Gouveia | Agencia de noticias de Portugal


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PortuNoticias | Deputado do PS Paulo Pisco acusa RTP de instrumentalização a favor do Governo


O deputado do PS Paulo Pisco, eleito pelas Comunidades Portuguesas, enviou na última quinta-feira uma carta aberta à direção da RTP, acusando-a de instrumentalizar a RTP-Internacional a favor do Governo.

Na missiva, enviada à agência Lusa, o deputado socialista pelo Círculo da Europa e Coordenador na Comissão de Negócios Estrangeiros e Comunidades Portuguesas, afirma que a RTP-Internacional negou "o necessário pluralismo que deve ser a marca distintiva do serviço público de televisão".

Paulo Pisco relata, na carta, que, a 28 de janeiro, se realizou na Assembleia da República uma reunião da Comissão do Associativismo e Comunicação Social do Conselho das Comunidades Portuguesas, na qual participou em representação do Partido Socialista (PS).

"Os temas em discussão foram as políticas do Governo para a Comunicação Social das Comunidades, a situação da Agência Lusa e o contrato de concessão do Serviço Público de Televisão", indica na carta.

Diz ainda que o secretário de Estado das Comunidades, José Cesário, esteve em diálogo com os conselheiros presentes, "mas depois foi apenas ele a ser longamente entrevistado pela RTP-Internacional".

Paulo Pisco lamenta que "o único representante da oposição e representante dos portugueses residentes no estrangeiro" tenha sido "totalmente ignorado, não obstante estar até a participar numa reunião que decorria no parlamento".

O deputado do PS considera que a RTP-Internacional está "ostensivamente ao serviço do Governo", "calando a voz da oposição e negando o necessário pluralismo democrático que deveria ser uma marca obrigatória e central do Serviço Público de Televisão".

A carta aberta foi enviada ao presidente da RTP, Alberto da Ponte, ao diretor do Serviço Internacional da RTP, ao Conselho de Redação e à Comissão de Trabalhadores da RTP.

PortuNoticias com © Lusa | Agencia de noticias de Portugal


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PortuNoticias | Papa Francisco aceita renúncia do presidente da Autoridade de Informação Financeira


O Papa Francisco aceitou a renúncia do presidente da Autoridade de Informação Financeira (AIF) da Santa Sé, cardeal Attilio Nicora, de 76 anos, anunciou o Vaticano.

“O Santo Padre Francisco aceitou o pedido de sua eminência o cardeal Attilio Nicora de ser dispensado do cargo de presidente da Autoridade de Informação Financeira”, refere uma nota da sala de imprensa da Santa Sé.

O Papa nomeou como novo presidente interino da AIS o bispo Giorgio Corbellini, presidente do Departamento de Trabalho da Sé Apostólica e da Comissão Disciplinar da Cúria Romana.

O Vaticano publicou a 18 de novembro de 2013 um decreto do Papa Francisco sobre a atividade financeira da Santa Sé, que reforça a vigilância sobre este setor.

A carta apostólica com forma de ‘Motu Proprio’, documento legislativo de iniciativa do Papa, aprovou o novo estatuto da AIF, criada por Bento XVI.

Este novo estatuto distingue as competências e responsabilidades do presidente, do conselho diretivo e da direção para “garantir que a AIF possa desempenhar mais eficazmente as suas funções, com plena autonomia e independência”.

Além disso, Francisco institui um gabinete para a “vigilância preventiva”.

O atual Papa assinou um ‘Motu Proprio’ a 8 de agosto de 2013 e promulgou nova legislação sobre normas em matéria de transparência, vigilância e informação financeira (8 de outubro) para reforçar a ação do Estado da Cidade do Vaticano e da Santa Sé na prevenção de potenciais atividades ilícitas.

Este novo quadro jurídico juntou às funções da AIF definidas por Bento XVI, em dezembro de 2010, a função de “vigilância prudencial” sobre as instituições que desenvolvem profissionalmente atividades de natureza financeira.

As mudanças vão ao encontro das propostas apresentadas pelo relatório do Moneyval (2012), organismo especializado do Conselho da Europa, relativamente à necessidade de uma maior clareza sobre “o papel, a responsabilidade, a autoridade, os poderes e a independência” do AIF.

PortuNoticias com © Agencia Ecclesia | Noticias portuguesas da Igreja Católica


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