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segunda-feira, 13 de junho de 2016


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PortuNoticias | Governo da Venezuela rejeita mediação internacional

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014


O ministro venezuelano de Relações Exteriores disse que a Venezuela não aceita nem solicita mediação internacional, como sugeriu a Organização de Estado Americanos (OEA), para acabar com os violentos protestos que desde há 12 dias atingem o país.

"A Venezuela não está a pedir nem aceita mediação alguma, nem de personalidades, nem de organismo multilateral algum, porque na Venezuela existem instituições democráticas e há uma vontade da maioria do povo para resolver esta situação em paz e em democracia", disse, Elías Jaua.

Durante uma conferência de imprensa do Partido Socialista Unido da Venezuela, Elías Jaua afirmou que "o Presidente (Nicolás Maduro) tem sido firme e o partido acompanha essa decisão", vincando que a única instância a que a Venezuela consideraria, se necessário, seria a União de Nações da América do Sul (Unasul devido “à agressão fascista a que está sendo submetida".

Na semana passada, o secretário-geral da OEA, José Miguel Insulza, disse estar preocupado com a possibilidade de que os protestos em Caracas ocasionem novos episódios de violência e apelou ao "Governo para evitar o uso da força” e à oposição para manifestar-se "pacificamente, evitando preocupações".

“Se já não há confiança em ninguém, em nenhuma instituição ou pessoas” disse, “talvez atores externos provenientes da nossa própria América sejam uma alternativa possível".

As manifestações na Venezuela ocasionaram 13 pessoas falecidas, seis delas em Caracas e dezenas de feridos e mais de 500 detidos.

Segundo o Sindicato Nacional de Trabalhadores da Imprensa, pelo menos 62 jornalistas foram vítimas de repressão de parte de organismos de segurança do Estado, de civis venezuelanos, de civis armados e de manifestantes.

Nicolás Maduro atribuiu entretanto às barricadas montadas pelos seus opositores a morte de 30 pessoas, por “ataques de coração e de asma”, que se somam às 13 mortes quantificadas pela Procuradoria-Geral no âmbito dos protestos.

“Já contabilizámos 30 compatriotas que faleceram por não terem sido socorridos a tempo”, disse, durante um discurso, transmitido pela cadeia pública de rádio e televisão, a um grupo de motociclistas que foi ao palácio presidencial manifestar-lhe apoio.

Dos Estados Unidos, chegaram apelos para o Presidente venezuelano dialogue com os seus opositores e a população venezuelana e acabe com as “acusações falsas” aos norte-americanos.

O porta-voz da Presidência norte-americana, Jay Carney, disse que Maduro “pede um diálogo” com o seu homólogo dos EUA, Barack Obama, “e a troca de embaixadores”, mas deveria “centrar-se no diálogo com o povo venezuelano”.

Durante o dia de segunda-feira, Nicolás Maduro anunciou ainda a detenção de um homem, alegadamente proveniente do Médio Oriente, que classificou como “mercenário” e a quem acusou de preparar atentados com carros armadilhados.

O indivíduo foi detido quando num bairro de classe média-alta, em Maracay, cem quilómetros da oeste de Caracas, “a preparar carros armadilhados para encher o país de violência”, adiantou o dirigente venezuelano.

PortuNoticias com © Lusa | Felipe Gouveia


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PortuNoticias | Saqueado supermercado de portugueses na Venezuela


Um supermercado, propriedade de empresários portugueses radicados na Venezuela, foi saqueado na noite de segunda-feira na localidade de El Limón, do estado venezuelano de Arágua, a oeste de Caracas, disseram à agência Lusa fontes da comunidade portuguesa local.

As mesmas fontes explicaram que várias pessoas chegaram ao supermercado ‘Super Líder’ quando este se encontrava encerrado, partiram os vidros, invadiram o espaço e roubaram vários produtos.

Entretanto, durante um Conselho Federal de Governo, o governador de Arágua, Tareck El Aissami, confirmou que tinham sido registados vários assaltos a estabelecimentos comerciais da localidade.

"Estão a roubar estabelecimentos privados, comércios em alguns pontos (do estado)", disse.

Contactados telefonicamente, vários elementos da comunidade portuguesa ou luso-descendente explicaram que estavam em casa, preocupados pela situação.

Os mesmos elementos explicaram que nas últimas horas ouviram-se muitos tiros em várias zonas de Maracay e em Turmero, localidades de Arágua.

PortuNoticias com © Lusa | Felipe Gouveia


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PortuNoticias | Governador socialista pede libertação de opositores venezuelanos

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014


O governador do Estado venezuelano de Táchira (850 quilómetros a sudoeste de Caracas), José Gregório Vielma Mora, anunciou que vai pedir ao executivo que deixe em liberdade o líder opositor Leopoldo López e o ex-comissário Ivan Simonovis.

"Faz falta, no país, que alguém diga faça tábua rasa e comece de novo, disse o socialista, apontando o caminho da paz: “Todos os que estão agora presos, por questões políticas, mandem-nos para casa, incluindo Simonovis, incluindo Leopoldo López."

Vielma Mora é um político e militar venezuelano que entre os anos 2000 e 2008, durante os governos do Presidente Hugo Chávez, foi superintendente do Serviço Nacional de Administração Alfandegária e Tributária. Em 2013 foi eleito governador de Táchira com o apoio do Partido Socialista Unido da Venezuela.

"A paz não é um tema de três letras, nasce do coração, se houve erros no Governo há que aceitá-los, se houve na oposição há que aceitá-los. Aceito todos os meus erros e inclusive peço desculpa", frisou.

O governador admitiu que as manifestações de estudantes na Venezuela são "um problema que vai crescendo" e questionou a atuação da Guarda Nacional (polícia militar), naquela localidade, na repressão aos manifestantes, frisando que "houve um excesso" e "os excessos não estão permitidos nem pelo Governo estadual nem nacional".

"Eu prefiro ter uma instalação queimada a ter um morto, que quebrem todos os vidros de uma instalação pública a que exista um ferido, estou contra tratar uma manifestação pacífica através das armas e do atropelo e por isso, em Táchira, permitimos que os estudantes estejam numa zona que é deles", frisou.

“Não sou parte do regime, fui eleito democraticamente no Estado mais opositor do país", disse o socialista, mostrando-se agastado com o sobrevoo, na semana passada, de dois aviões militares naquela localidade e com o anúncio do Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, de que poderia decretar o estado de sítio na região.

"Foi um excesso inaceitável. Eu pedi a mudança do chefe da Coordenação da Região para a Defesa Integral, porque estou contra a repressão. Não estamos de acordo com um estado de sítio, estamos tranquilos", frisou.

Leopoldo López Mendoza é um político e economista venezuelano, líder de partido opositor Vontade Popular, e a 18 de fevereiro entregou-se às autoridades que o acusam de estar envolvido nos protestos violentos que seis dias ocasionaram três mortos.

Segundo a imprensa venezuelana, Leopoldo López é acusado dos delitos de instigação pública, danos à propriedade, 'determinador' (autor intelectual) num incêndio intencional e associação para cometer delito.

Iván Simonoviz é um ex-comissário policial venezuelano, encarregado de segurança da Câmara Metropolitana de Caracas, condenado a prisão por envolvimento nos acontecimentos que em abril de 2002 causaram a morte de várias pessoas e o afastamento temporário do falecido Presidente Hugo Chávez do poder.

PortuNoticias com © Lusa | Felipe Gouveia


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PortuNoticias | Oposição bloqueia estradas das principais cidades de oito estados da Venezuela


As estradas das principais cidades de oito dos 24 estados da Venezuela foram bloqueadas por grupos de opositores da revolução bolivariana professada pelo governo do Presidente venezuelano, Nicolás Maduro.

Testemunhos de residentes, imprensa e autoridades locais dão conta de que os bloqueios afetam os estados de Táchira, Carabobo, Barquisimeto, Arágua, Zúlia, Anzoátegui, Mérida e Miranda, no âmbito dos protestos que desde há 12 dias se realizam no país, por diversos motivos, entre eles a insegurança, a violência, a inflação, a escassez de produtos e medicamentos.

Em Caracas, os bloqueios obrigaram o metropolitano a suspender serviços complementares de transporte de superfície com autocarros.

Ao começo da manhã de hoje (tarde em Lisboa) estava parcialmente bloqueada a estrada antiga que liga a capital venezuelana a La Guaira (norte) e a Guarenas (leste).

O presidente da Câmara Municipal de El Hatillo, o opositor David Smolansky, condenou a colocação de barricadas nas estradas, ao mesmo tempo que instou os manifestantes "à sensatez", e a manifestações pacíficas.

"Uma coisa são os protestos pacíficos, não violentos e inteligentes e outra é que nos próprios nos prejudiquemos. Temos pessoas que devem ser atendidas por emergência, médicos que devem atender a pacientes", disse.

PortuNoticias com © Lusa | Felipe Gouveia


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PortuNoticias | Nicolás Maduro convoca conferência nacional de paz na Venezuela para quarta-feira


O Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, afirmou que convocou uma Conferência Nacional de Paz para a próxima quarta-feira para que todos os setores se reconheçam como venezuelanos e para dizerem que querem a paz.

"Estou a convocar a Conferência Nacional pela Paz da Venezuela na quarta-feira, aqui também no Palácio Presidencial", disse Maduro numa entrevista transmitida pelo canal estatal VTV, em alusão à convocatória dos setores políticos e sociais para abordar a situação que se vive no país.

"Estou a convocar todo o país para a Conferência Nacional de Paz para nos olharmos nos olhos, para nos reconhecermos como venezuelanos, para dizermos: queremos a paz, vamos fazer a paz", disse.

Nicolás Maduro também recordou que vai realizar-se uma reunião do Conselho Federal, órgão onde estão todos os governadores, incluindo o líder opositor Henrique Capriles, que já confirmou a sua presença.

O Presidente da Venezuela anunciou também que pedirá uma Comissão da Verdade na Assembleia Nacional (parlamento) para que investigue a violência durante os protestos.

“Vou pedir à Assembleia Nacional que forme uma Comissão da Verdade que investigue toda a violência registada, que investigue todas as denúncia sobre o golpe de Estado em marcha, que investigue todas as mentiras e manipulações nacionais e internacionais”, disse.

Os protestos contra o Governo de Maduro sucedem-se desde que no dia 12 uma manifestação de estudantes e de opositores ao regime acabou com incidentes violentos e com a morte de três jovens.

Desde o início dos protestos morreram 11 pessoas em incidentes relacionados com as manifestações. Governo e oposição têm pedido para que as manifestações decorram sem incidentes, mas além das 11 vítimas mortais já há a registar mais de 150 feridos e dezenas de detidos.

PortuNoticias com © EFE | Agencia espanhola de noticias


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PortuNoticias | Presidente da Venezuela prevê que diálogo com os EUA será difícil e conflituoso

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014


O Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, disse que o diálogo com os Estados Unidos será "difícil e conflituoso", pouco depois de desafiar o seu homólogo norte-americano, Barack Obama, para um "diálogo de alto nível" entre os dois Governos.

"Todas as conversações e relações com os Estados Unidos, de um país que queira ser livre, serão sempre conflituosas, difíceis, mas os conflitos, aprendeu a humanidade, há que os gerir pelas política e diplomacia", disse.

Nicolás Maduro falava no palácio presidencial de Miraflores, Caracas, numa conferência de imprensa com jornalistas nacionais e estrangeiros, durante a qual acusou os meios de comunicação internacionais, como a CNN, de criarem "uma campanha” para o demonizar, assim como fizeram com Hugo Chávez.

"Sugiro ao Presidente (Barack) Obama que manejemos o conflito entre a independência do sul, entre a revolução bolivariana e a elite dos Estados Unidos, pela via política e diplomática", frisou.

O Presidente da Venezuela sublinhou estar na disposição de "nomear um embaixador nos EUA, para que cumpra o papel da via diplomática e política".

Para esse "grande diálogo", Nicolás Maduro designou Roy Chaderton, atual representante permanente da Venezuela na Organização de Estados Americanos, e concedeu poderes especiais ao atual ministro das Relações Exteriores, Elías Jaua, "para que avance o processo".

"Nós com os EUA o que queremos é paz, respeito, cooperação. Amamos os povos dos EUA, admiramos a sua cultura, a sua música (…) o povo dos EUA é um povo também nobre que merece ser visto no mundo como um povo de paz, ser amado (…) será difícil, mas estamos prontos", frisou.

PortuNoticias com © Lusa | Felipe Gouveia


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PortuNoticias | Comerciantes portugueses na Venezuela preocupados com novas medidas contra a especulação

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014


Comerciantes da comunidade portuguesa na Venenzuela manifestaram preocupação por novas medidas e inspeções decretadas pelo governo de Caracas para combater a especulação de preços, por temerem vir a ser "injustamente prejudicados".

"Os responsáveis nem sempre são os comerciantes, muitas vezes são os distribuidores e todos os mecanismos intermediários entre os produtores e os supermercados, mas somos nós os que ficamos mal vistos", disse o proprietário de um supermercado em Caracas.

Admitindo que os comerciantes podem ter alguma responsabilidade e pedindo o anonimato o mesmo comerciante frisou que "seria importante que as autoridades começassem por inspecionar os preços a outros níveis, a fim de detetar a origem de irregularidades e assim garantir que o cumprimento da lei em todas as etapas, desde a produção à comercialização".

Vários outros comerciantes disseram apoiar a luta contra a especulação e o açambarcamento.

Na terça-feira o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciou que avançará com "medidas mais radicais" contra o açambarcamento, a especulação e o contrabando de produtos, que incluirão, além de prisão para infratores a expropriação de empresas.

"Já basta. Vamos até ao fundo, vou até ao fundo. Não me subestimem setores da burguesia, não subestimem o povo. Se há que expropriar vamos expropriar a quem tivermos que o fazer, para defender a economia do país e do nosso povo", disse Maduro, afirmando-se disposto a "fazer uma revolução económica total, absoluta, radical".

PortuNoticias com © Lusa | Felipe Gouveia


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PortuNoticias | Venezuela adverte os especuladores com “cela fria” e até 14 anos de prisão


O Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, voltou a instar os empresários a cumprirem a nova Lei de Preços Justos, ao mesmo tempo que advertiu os especuladores com uma "cela fria" e penas até 14 anos de prisão.

"Aumentaram as penas (de prisão) até 14 anos, sem atenuantes de qualquer tipo. Você escolhe se prefere uma cela fria (…) ou trabalhar e respeitar o povo venezuelano e as leis", disse.

Nicolás Maduro falava no palácio presidencial de Miraflores, durante um Conselho de Ministros, em que recordou ter estabelecido segunda-feira, 10 de fevereiro, como data limite para que os comerciantes ajustem os produtos segundo a nova lei.

Por outro lado, precisou, durante as recentes inspeções realizadas a estabelecimentos comerciais do país foram detetadas situações de açambarcamento de produtos.

"Encontrámos açambarcamento de todo o tipo, de todos os produtos que vocês possam imaginar, a um nível que nos pensávamos que começava a desaparecer. Não desapareceu o açambarcamento, não desapareceu o contrabando, está vivo e saudável e vinculado, às vezes, ao narcotráfico", disse.

O chefe de Estado sustentou que a nova lei visa estabelecer normas "muito claras" para os custos dos processos produtivos e lucros máximos de 30%.

PortuNoticias com © Lusa | Felipe Gouveia | Agencia de noticias de Portugal


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PortuNoticias | Ex-candidato venezuelano desvincula-se de ações de grupo da oposição


O ex-candidato da oposição Henrique Capriles Radonski desvinculou-se de um grupo de opositores que convocou ações de rua, incluindo uma marcha para pedir a renúncia do Presidente Nicolás Maduro, por não acreditar em saídas violentas ou golpes de Estado.

"Não vamos participar nisso (…) a nossa agenda é social, a saída é social. Não acreditamos nem em saídas violentas, nem em saídas por golpes de Estado", disse o ex-candidato à presidência da Venezuela.

Capriles Radonski, que é atualmente governador do Estado venezuelano de Miranda, falava durante um encontro com cidadãos, durante o qual sublinhou que os convocadores são um setor da oposição que atua à margem da coligação opositora Mesa de Unidade Democrática.

"Onde estão os pobres nisto tudo? Não há nada e nós não vamos participar, porque não vamos cair outra vez, nem nos vamos deixar levar por coisas. A história repete-se outra vez. Estamos construindo um projeto que inclua todos os pobres, a imensa maioria do país", disse, fazendo alusão indireta aos acontecimentos que em abril de 2002 afastaram temporariamente o falecido Presidente Hugo Chávez do poder.

No último domingo centenas de pessoas participaram numa assembleia de cidadãos, em Caracas, convocada pela oposição venezuelana, durante a qual questionaram as políticas governamentais desde a chegada ao poder de Hugo Chávez, há 15 anos, a 02 de fevereiro de 1999.

Durante a iniciativa, que a oposição designou de primeira jornada para mudar o país, os participantes deram opinião sobre as alternativas para a saída da crise e as ações a desenvolver para "restabelecer" a democracia e promover uma viragem de regime.

Uma marcha de protesto, no próximo dia 12 de fevereiro, dia da juventude, marca o arranque das iniciativas que a oposição diz ser "a saída".

"Isto é um chamamento à rebeldia", disse a deputada Maria Corina Machado, que também subscreveu a convocatória. "Não nos calarão", garantiu. "Que nos chamem rebeldes, mas defendamos a Venezuela!".

A marcha foi também convocada por Leopoldo López, coordenador do partido opositor Vontade Popular e pelo presidente da Câmara Metropolitana de Caracas, António Ledezma.

PortuNoticias com © Lusa | Felipe Gouveia


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PortuNoticias | Jornalistas venezuelanos protestaram pela falta de divisas para importar papel


Duas centenas de jornalistas e trabalhadores de meios de comunicação social venezuelanos marcharam em Caracas em protesto pela falta de divisas para a importação de papel para imprimir os jornais.

Na Venezuela está vigente, desde 2003, um férreo sistema de controlo cambial que impede a livre obtenção de moeda estrangeira no país, o que obriga as empresas a acudir à Comissão de Administração de Divisas e ao Centro Nacional de Comércio Exterior (Cenacoex) para obter os dólares para as importações.

Convocados pelo Sindicato Nacional de Trabalhadores da Imprensa (Sntp) e pelo Colégio Nacional de Jornalistas (CNP - entidade responsável pela atribuição da carteira profissional), os jornalistas marcharam desde o centro de Caracas até a sede do Cenacoex, onde entregaram um documento a manifestar "profunda preocupação" pela situação e a instar aquele organismo a autorizar as divisas para importar papel e evitar o encerramento de mais jornais no país.

"Estamos perante uma crise de consequências dramáticas e sociais", declarou Marcos Ruíz, secretário do Sntp, fazendo alusão à escassez de papel que afeta 80 empresas do setor, que obrigou os jornais a reduzir o número de páginas e levou ao encerramento de 12 diários e revistas.

Segundo Tinedo Guia, presidente do CNP, a falta de papel "não afeta apenas os jornalistas, mas a indústria".

"A informação é democracia, liberdade. Estamos torcendo pela democracia, a liberdade é um exercício ético do jornalismo", vincou.

No protesto participaram também estudantes de comunicação social de diversas universidades venezuelanas.

PortuNoticias com © Lusa | Felipe Gouveia | Agencia de noticias de Portugal


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PortuNoticias | Luso-descendente vai liderar Gabinete de Estratégia Política da Casa Branca


O luso-descendente David Simas, de 43 anos, foi nomeado líder do Gabinete de Estratégia Política da Casa Branca na área da comunicação e estratégia, em preparação das eleições intercalares de novembro para a Câmara dos Representantes e Senado.

A Casa Branca anunciou ainda a nomeação de Broderick Johnson para secretário do gabinete, Amy Brundage para diretora de comunicações e Anne Wall e Amy Rosenbaum para assessoras para assuntos legislativos.

"O povo americano vai ser muito bem servido pelo talento e dedicação de David, Broderick, Amy, Anne e Amy nos seus novos cargos. Aguardo ansiosamente trabalhar com eles nos meses e anos que se seguem para continuar a fazer avançar o nosso país", disse, em comunicado, o Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama.

No ano passado, David Simas foi nomeado assessor e conselheiro de Obama na área da comunicação e estratégia.

Nos últimos meses, trabalhava na área da reforma da saúde, aconselhando a administração norte-americana com os problemas de implantação das mudanças estabelecidas pela nova legislação conhecida como "Obamacare".

Simas vai agora liderar um gabinete que Obama tinha extinguido em 2011, embora apenas com um terço dos 15 elementos que tinha até então.

As eleições de novembro, em que se disputam todos os 435 lugares da Câmara dos Representantes e 33 dos 100 lugares do Senado, são consideradas fundamentais para Barack Obama, que precisa manter o controlo da câmara alta para assegurar a passagem de algumas das suas propostas nos últimos dois anos de mandato.

Simas deverá aconselhar os candidatos democratas, ajudando a calendarizar angariações de fundos, visitas de campanha do Presidente e outras mensagens de apoio e ajudar a coordenar a estratégia de campanha com o Comité Democrata Nacional e outros organismos nacionais e locais.

No apoio direto ao Presidente, Simas deve continuar a aconselhar Obama no apoio as suas políticas e acompanhar áreas como a política climática.

Em 2012, durante a última campanha presidencial, o advogado luso-descendente foi diretor de sondagens dos democratas. Durante os primeiros dois anos de mandato de Barack Obama serviu como assessor do conselheiro David Axelrod.

David é filho de António Simas, do Faial da Terra, São Miguel, Açores, e de Deolinda Matos Simas, de Abela, Alentejo. Os dois portugueses emigraram para Taunton, em Massachusetts, nos anos 60.

Foi neste estado norte-americano que nasceu David e a irmã, Melissa, jornalista que apresentou o noticiário do Kark 4, um canal afiliado da NBC, até 2012.

David Simas é licenciado em Ciência Política, na Universidade de Stonehill, e Direito, na Escola de Direito de Boston. Tornou-se conhecido na comunidade portuguesa ao exigir às companhias de televisão por cabo que incluíssem a RTP Internacional nos seus pacotes.

Já como advogado, tornou-se colunista de um jornal da comunidade e participou em programas de rádio.

Acabou por ser contratado para o Congresso de Massachusetts, onde ficou até 2007, ano em que foi nomeado chefe de gabinete do governador Deval Patrick. Há cinco anos, o homem que inventou o slogan "Yes We Can", David Axelrod, convidou-o para a Casa Branca.

Na cimeira da NATO em Lisboa, em novembro de 2010, Barack Obama apresentou Simas à comunicação social.

"A família do David está a ver", disse o Presidente dos Estados Unidos, apresentando: "Este é o meu amigo David Simas."

PortuNoticias com © Lusa | Agencia de noticias de Portugal


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PortuNoticias | Libertado comerciante madeirense sequestrado na Venezuela


O empresário madeirense do setor da panificação, raptado na noite de terça-feira no estado venezuelano de Miranda, foi libertado esta madrugada

Segundo fontes da comunidade portuguesa local, o comerciante, de 42 anos, é natural de Santa Cruz, na ilha da Madeira, e foi libertado numa zona conhecida como La Mata.

"A família já está com ele. Está numa clínica a fazer exames, mas pensamos que está bem apesar de ter sinais de que foi golpeado na cara", disse uma das fontes.

O comerciante foi intercetado por vários homens armados pelas 22:00 locais de terça-feira (02:30 de quarta-feira em Lisboa), quando chegava ao estacionamento da sua residência em Ocumare del Tuy, no município Tomás Lander do estado de Miranda, a cerca de 70 quilómetros a sul de Caracas.

Segundo a imprensa local, após o sequestro os raptores permitiram que entrasse em contato telefónico com um irmão a quem teria manifestado que estava bem de saúde.

O sequestro causou preocupação na comunidade portuguesa daquela localidade e alguns comerciantes e motoristas chegaram a ponderar paralisar as suas atividades em protesto.

PortuNoticias com © Lusa | Felipe Gouveia | Agencia de noticias de Portugal


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PortuNoticias | Engenheiro Civil português recebe prémio mundial


O Engenheiroportuguês Armando Rito recebeu em Bombaim, Índia, o prémio Freyssinet um dos maiores prémios de engenharia civil mundial.

O prémio é atribuído de 4 em 4 anos pela FIB (Federação Internacional de Betão), sediada em Lausane, Suiça. Vai na sua 4a edição e distingue figuras de relevo na área do betão estrutural.

Armando Rito tem no currículo diversos projectos de pontes e estruturas especiais. Recebeu vários galardões nacionais e internacionais. O mais significativo talvez tenha sido em 2011 quando recebeu o prémio Secil pelo projecto da ponte 4 de Abril em Angola (ver foto no final do texto).

Este prémio deve deixar os portugueses orgulhosos pois permite atestar a qualidade da engenharia civil de Portugal e dos engenheiros portugueses.


PortuNoticias com © www.engenhariapt.com
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PortuNoticias | Nicolás Maduro quer normas estritas contra o sensacionalismo da imprensa na Venezuela


O Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciou que vai elaborar normas "muito estritas" contra o que diz ser o sensacionalismo da imprensa e para impedir que quem viva no estrangeiro seja proprietário de algum meio de comunicação social.

"Vão-me chamar de ditador, mas não me importo. Eu vou fazer um conjunto de normas, muito estritas, para acabar com o sensacionalismo, a campanha, a propaganda que se enche e se alimenta do sangue, da morte e quem a promove", disse.

Nicolás Maduro falava durante um ato oficial celebrado no estado venezuelano de Miranda, a sul de Caracas, e acusou a imprensa venezuelana de pretender o falhanço do programa de pacificação do país que o Governo lançará a 14 de fevereiro.

"Quando um país inteiro clama pela paz e eles saem a deleitar-se com a morte e a promovê-la", disse.

As novas normas vão também proibir "que gente que não viva na Venezuela seja proprietária” de meios de comunicação social, disse ao salientar que o seu Governo vai "curar" a sociedade venezuelana dos "anti-valores do capitalismo, do culto das armas, da violência e das drogas".

O anúncio do Presidente da Venezuela acontece quando a imprensa critica o Executivo por não ter acesso à compra de divisas para importar o papel necessário à impressão dos jornais.

Na Venezuela vigora desde 2003 um férreo sistema de controlo cambial que impede a livre obtenção de moeda estrangeira no país e nas últimas semanas vários jornais reduziram o número de páginas impressas por falta de papel, advertindo que se persistir a situação haverá quem tenha de suspender publicações.

Segundo o Observatório Venezuelano de Violência 25.000 pessoas foram assassinadas em 2013 no país.

PortuNoticias com © Lusa | Felipe Gouveia


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PortuNoticias | Governo venezuelano acusa EUA de "promover e legitimar" desestabilização no país

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014


[17/02/2014] O Governo da Venezuela acusou os Estados Unidos de tentarem “promover e legitimar os esforços para desestabilizar” a democracia do país, após quase duas semanas de protestos contra o Governo.

Em comunicado, o Ministério venezuelano dos Negócios Estrangeiros sustenta que o Governo do Presidente Nicolás Maduro “rejeita categoricamente as declarações do Secretário de Estado norte-americano, John Kerry, na medida em que estas representam mais uma manobra do Governo de Washington” de exercer uma influência indevida em Caracas.

Nas últimas semanas, o Governo venezuelano tem enfrentado o crescente descontentamento de parte da população num contexto de inflação elevada (56,3% em 2013), escassez de alimentos e produtos de consumo, e insegurança.

PortuNoticias com © Lusa | Agencia de noticias de Portugal


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PortuNoticias | México lamenta violência na Venezuela e apela ao diálogo


[17/02/2014] O Governo do México lamentou a violência registada no final de uma manifestação convocada pelos estudantes venezuelanos conotados com a oposição e apelou ao diálogo para solucionar diferenças.

Em comunicado, a Secretaria das relações Externas lamentou os atos de violência e expressou condolências às famílias dos mortos.

Por outro lado, reiterou a sua convicção de que qualquer diferença deve ser resolvida pelo diálogo, respeito pelas instituições e direito internacional.

Os confrontos no final da manifestação de estudantes provocaram mortos, dezenas de feridos e vários detidos.

O Governo responsabiliza o líder da oposição Leopoldo López, sobre quem pende um mandato de captura e que já anunciou que se entrega terça-feira.

PortuNoticias com © EFE | Agencia espanhola de noticias


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PortuNoticias | 11 jornalistas detidos e 20 feridos nos protestos na Venezuela (sindicato)


[17/02/2014] Onze jornalistas foram detidos e, pelo menos, 20 ficaram feridos na Venezuela, entre quarta-feira e domingo, quando faziam a cobertura de protestos da oposição, denunciou o Sindicato Nacional de Trabalhadores da Imprensa (SNTP).

Num comunicado divulgado em Caracas, o SNTP faz um balanço da situação dos jornalistas, precisando que "cinco foram espancados e feridos pela Guarda Nacional e cinco foram roubados por funcionários dos mesmos corpos de segurança, que além de lhes tirarem o material e o equipamento de trabalho, também os deixaram sem objetos pessoais como os telemóveis".

Na lista de nomes dos profissionais agredidos está o do fotógrafo freelancer português, Eduardo Leal, que foi atacado quando cobria uma manifestação de estudantes opositores em Caracas e esteve várias horas detido pela polícia.

O documento sublinha ainda que dois profissionais da comunicação social foram agredidos por manifestantes, um deles na praça França de Altamira (leste de Caracas), onde está concentrada a oposição, e outro durante uma manifestação convocada por simpatizantes do Governo.

Segundo o SNTP foram "violados os direitos ao trabalho e à proteção dos trabalhadores dos meios de comunicação social" o que levou o secretário-geral daquele organismo, Marco Ruiz, a protestar pelas ações dos policias contra os jornalistas e denunciar os mesmos perante as autoridades de Justiça.

No comunicado, o SNTP diz ser "censura" a decisão do Governo de suspender das operações de televisão local o canal internacional de notícias da Colômbia, NTN24, que fazia a cobertura dos acontecimentos e denuncia "assédio" às sedes dos canais Venezuelana de Televisão (estatal) e Globovisión.

Segundo as autoridades venezuelanas três pessoas morreram desde 12 de fevereiro último na sequência de atos de violência ocorridos durante protestos de estudantes opositores contra o governo do presidente Nicolás Maduro.

PortuNoticias com © Lusa | Felipe Gouveia


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PortuNoticias | Fotógrafo português interrogado no departamento “anti-terrorismo” venezuelano (advogado)


[17/02/2014] O fotógrafo freelancer português Eduardo Leal, detido na Venezuela quando cobria uma manifestação da oposição, foi “maltratado por homens fardados” e ouvido no departamento "anti-terrorismo" da polícia venezuelana, disse o seu advogado.

"Acompanhei-o ao departamento de anti-terroismo do Corpo de Investigações Científicas e Criminalísticas (CICPC, antiga Polícia Técnica Judiciária) e depois de fazer valer os direitos dele, porque não queriam que fosse acompanhado por um advogado, esperei que fosse chamado e entrevistado", disse Inácio Pereira.

O advogado explicou que o interrogatório, que presenciou, "foi um procedimento normal para estes casos".

"Ele não tinha telefone, disse-me que tinha perdido a câmara fotográfica e o telemóvel. Também [disse] que tinha sido bastante maltratado por umas pessoas que não conseguiu identificar, mas que estavam fardadas de preto e tinham colete anti-balas", frisou.

Questionado sobre se os agressores do fotógrafo português seriam polícias, o advogado explicou que Eduardo Leal "não pôde identificá-los”, mas admitiu que "se lhe puseram algemas e o levaram para a polícia judicial, em Parque Carabobo (centro de Caracas), deviam ser polícias".

Inácio Pereira precisou que soube do caso porque foi contatado pelo Consulado Geral de Portugal em Caracas.

Segundo o advogado, o fotógrafo esteve detido entre as 17:00 locais (21:30 em Lisboa) da última quarta-feira e as 03:00 locais (07:30) de quinta-feira.

"Ele estava bastante magoado, tinha um olho magoado, também as mãos, onde colocaram as algemas, e os braços. Disse-me que tinha as pernas bastante inchadas e quase não podia andar", explicou.

Segundo o Sindicato Nacional de Trabalhadores da Imprensa (SNTP) venezuelano, 11 jornalistas foram detidos e pelo menos 20 ficaram feridos, entre quarta-feira e domingo, quando faziam a cobertura de protestos da oposição.

Num comunicado divulgado em Caracas, o SNTP faz um balanço da situação dos jornalistas, precisando que "cinco foram espancados e feridos pela Guarda Nacional e cinco foram roubados por funcionários dos mesmos corpos de segurança, que além de lhes tirarem o material e o equipamento de trabalho, também os deixaram sem objetos pessoais, como os telemóveis".

Os opositores protestam contra o Governo do Presidente Nicolás Maduro.

PortuNoticias com © Lusa | Felipe Gouveia


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PortuNoticias | Governo venezuelano denuncia ataque de Anonymous a mais de 60 páginas de internet


[17/02/2014] O Governo da Venezuela denunciou que 61 páginas de Internet de instituições oficiais foram atacadas pelo movimento Anonymous nas últimas 48 horas, e que foram extraídos dados e realizadas operações que qualificou como parte de uma “guerra informática".

Em declarações ao canal estatal VTV, o ministro da Ciência e Tecnologia da Venezuela, Manuel Fernández, disse que se trata de uma "guerra informática" ou "cibernética" declarada pelo grupo Anonymous "ou por quem utiliza essa figura".

Manuel Fernández disse que "o ataque mais agressivo" ocorreu contra o portal da estatal Comissão de Administração de Divisas (Cadivi), organismo que regula o sistema de controlo cambial vigente na Venezuela, descrevendo a ação no âmbito de uma "guerra económica" que está a ser travada contra o Governo.

Por sua vez, o diretor geral da estatal Comissão Nacional de Telecomunicações (Conatel), William Castillo, também disse que está em desenvolvimento uma "guerra eletrónica" durante uma entrevista com o canal Telesur.

Segundo William Castillo, esta guerra inclui, além dos ataques piratas às páginas do Estado, montagens de fotografias e vídeos nas redes sociais.

As denúncias de ataques informáticos ocorreram numa altura em que o país enfrenta protestos nas ruas contra o Governo.

Por sua vez, o Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, denunciou que estes protestos são parte de um plano orquestrado pela oposição com financiamento do ex-Presidente colombiano Álvaro Uribe, para derrotá-lo.

PortuNoticias com © EFE | Agencia espanhola de noticias


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