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PortuNoticias | Governador socialista pede libertação de opositores venezuelanos

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014


O governador do Estado venezuelano de Táchira (850 quilómetros a sudoeste de Caracas), José Gregório Vielma Mora, anunciou que vai pedir ao executivo que deixe em liberdade o líder opositor Leopoldo López e o ex-comissário Ivan Simonovis.

"Faz falta, no país, que alguém diga faça tábua rasa e comece de novo, disse o socialista, apontando o caminho da paz: “Todos os que estão agora presos, por questões políticas, mandem-nos para casa, incluindo Simonovis, incluindo Leopoldo López."

Vielma Mora é um político e militar venezuelano que entre os anos 2000 e 2008, durante os governos do Presidente Hugo Chávez, foi superintendente do Serviço Nacional de Administração Alfandegária e Tributária. Em 2013 foi eleito governador de Táchira com o apoio do Partido Socialista Unido da Venezuela.

"A paz não é um tema de três letras, nasce do coração, se houve erros no Governo há que aceitá-los, se houve na oposição há que aceitá-los. Aceito todos os meus erros e inclusive peço desculpa", frisou.

O governador admitiu que as manifestações de estudantes na Venezuela são "um problema que vai crescendo" e questionou a atuação da Guarda Nacional (polícia militar), naquela localidade, na repressão aos manifestantes, frisando que "houve um excesso" e "os excessos não estão permitidos nem pelo Governo estadual nem nacional".

"Eu prefiro ter uma instalação queimada a ter um morto, que quebrem todos os vidros de uma instalação pública a que exista um ferido, estou contra tratar uma manifestação pacífica através das armas e do atropelo e por isso, em Táchira, permitimos que os estudantes estejam numa zona que é deles", frisou.

“Não sou parte do regime, fui eleito democraticamente no Estado mais opositor do país", disse o socialista, mostrando-se agastado com o sobrevoo, na semana passada, de dois aviões militares naquela localidade e com o anúncio do Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, de que poderia decretar o estado de sítio na região.

"Foi um excesso inaceitável. Eu pedi a mudança do chefe da Coordenação da Região para a Defesa Integral, porque estou contra a repressão. Não estamos de acordo com um estado de sítio, estamos tranquilos", frisou.

Leopoldo López Mendoza é um político e economista venezuelano, líder de partido opositor Vontade Popular, e a 18 de fevereiro entregou-se às autoridades que o acusam de estar envolvido nos protestos violentos que seis dias ocasionaram três mortos.

Segundo a imprensa venezuelana, Leopoldo López é acusado dos delitos de instigação pública, danos à propriedade, 'determinador' (autor intelectual) num incêndio intencional e associação para cometer delito.

Iván Simonoviz é um ex-comissário policial venezuelano, encarregado de segurança da Câmara Metropolitana de Caracas, condenado a prisão por envolvimento nos acontecimentos que em abril de 2002 causaram a morte de várias pessoas e o afastamento temporário do falecido Presidente Hugo Chávez do poder.

PortuNoticias com © Lusa | Felipe Gouveia


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PortuNoticias | Procuradora geral da República dá balanço dos incidentes de ontem

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014


A procuradora geral da República, Luisa Ortega Díaz, informou nesta quinta-feira 13/02 dos factos violentos que se geraram ontem em todo o país:
● 3 falecidos (2 estudantes e 1 oficialista),
● 66 pessoas com feridas de gravidade (9 em Caracas, 41 em Aragua, 3 em Lara, 11 em Mérida e 1 em Táchira) das quais 17 são servidores públicos, militares ou policiais e 49 são civis,
● 69 pessoas presas e serão apresentadas hoje ante os tribunais de controle.

“Três venezuelanos perderam a vida, puderam ter sido muito mais… Este facto não ficará impune, investigaremos e determinaremos as responsabilidades de quem provocou estas ações. Faremos justiça, confiem nas instituições venezuelanas e nas pessoas que estão à frente”, sentenciou a procuradora geral.

Advertiu que “os autores materiais e intelectuais pagarão. Estamos a trabalhar nisso; estamos a praticar todas as investigações para determinar quem são os responsáveis. Realizaremos apreensões, inspeções, detenções e todo o que faça falta”.

Sustentou que o Ministério Público trabalhará incansavelmente para manter a paz no país e fazer justiça. “Isto não ficará impune”, reiterou.

Adé Caldeira | Pin:7A667AA2

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