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PortuNoticias | Chile: Michelle Bachelet vence eleições presidenciais

domingo, 15 de dezembro de 2013


A socialista Michelle Bachelet venceu hoje as eleições presidenciais do Chile com larga vantagem, e a sua opositora, Evelyn Matthei, já reconheceu a derrota.

“Vou telefonar-lhe para lhe dar os parabéns e para lhe desejar o maior êxito no seu Governo. O meu desejo mais profundo e honesto é que corra bem. Ninguém que ame realmente o Chile pode querer o contrário”, disse a candidata derrotada, emocionada, perante os seus apoiantes.

Michelle Bachelet converteu-se hoje na primeira mulher reeleita Presidente do Chile, vencendo a segunda volta das presidenciais. Com a quase totalidade das mesas de voto escrutinadas (98,16 por cento) Bachelet tinha 62,20 por cento dos votos, face a 37,79 por cento de Matthei.

A candidata derrotada disse na sede de candidatura que nunca desejou aquele desafio mas que também nunca pensou fugir a ele. “Agradeço profundamente aos que me apoiaram e acreditaram no projeto de sociedade que queríamos construir no Chile”, disse.


© Lusa | Agencia de noticias de Portugal
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PortuNoticias | Nicolás Maduro assiste à posse de luso-descendente como presidente de câmara venezuelana


O Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, assistiu hoje à tomada de posse do luso-descendente Francisco Garcês como presidente da Câmara Municipal de Guaicaipuro, Los Teques, capital do Estado de Miranda, a sul de Caracas.

Durante a cerimónia, que teve lugar na Praça Miranda de Los Teques, anunciou que o Governo nacional vai construir um teatro e um terminal de passageiros naquela localidade.

Apoiado pelo Partido Socialista Unido da Venezuela, Francisco Garcês recebeu do Conselho Nacional Eleitoral (CNE) a ata de adjudicação e proclamação como presidente da Câmara Municipal de Guaicaipuro, enquanto um importante número de pessoas se concentrou para manifestar apoio à nova autoridade do município.

O luso-descente sublinhou o seu compromisso de fazer uma gestão com "eficiência e ética socialista" ao serviço do povo, ao mesmo tempo que agradeceu "aos revolucionários" pelos esforços para garantir uma "vitória bolivariana" na região e ofereceu o triunfo ao falecido Presidente Hugo Chávez.

"Oferendamos este triundo ao nosso gigante, a esse líder supremo (Hugo Chávez), que tornou possível que hoje tenhamos pátria. Viveremos e venceremos", declarou, durante um ato em que 10 outros socialistas foram empossados como vereadores.

Segundo a Comissão Nacional de Eleições venezuelana, Francisco Garcês obteve 58.235 votos, correspondente a 52,08% dos eleitores locais que participaram nas municipais de domingo

De engenheiro civil de profissão, Francisco José Garcés Da Silva nasceu em Caracas em 1973. É descendente de madeirenses naturais da Ribeira Brava e dos Canhas, na Madeira.

Entre junho de 2010 e novembro de 2011 foi ministro dos Transportes e Comunicações do falecido Presidente Hugo Chávez.

Professor da Universidade Central da Venezuela, possui um mestrado em engenharia estrutural. Entre 2008 e 2009 fez um doutoramento em engenharia civil em França, obtendo depois um segundo mestrado em engenharia sismo-resistente.

Em 2009 presidiu a Fundação Venezuelana de Investigações Sismológicas.

© Felipe Gouveia | Agencia de noticias LUSA


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PortuNoticias | Nicolás Maduro pede demissão de líder da oposição após resultados eleitorais

sábado, 14 de dezembro de 2013


O Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, disse que as forças políticas que apoiam a revolução bolivariana conquistaram 76% das câmaras municipais do país e instou o opositor e ex-candidato presidencial Henrique Capriles Radonski a demitir-se.

"Aí tens o teu plebiscito, 'caprichinho'. Prepotente, fascista prepotente. Espero que aprendas a humildade e dês a cara ao país, que te demitas da direção política da Mesa de Unidade Democrática (coligação opositora) e dos teus cargos", disse.

Maduro falava para um grupo de simpatizantes, na Praça Bolívar de Caracas, onde sublinhou que "por cada três câmaras municipais que a revolução ganhou, a oposição ganhou uma".

"Das 257 câmaras municipais a revolução ganhou 210, com 76% das câmaras do país (…) a oposição conquistou apenas 53 câmaras, 20% das câmaras do país", disse.

Reconheceu a vitória do opositor António Ledezma como presidente reeleito da Câmara Maior de Caracas e anunciou que vai reunir-se, por regiões, com os munícipes eleitos.

"Aqui está o Plano da Pátria (programa de governo criado pelo falecido Hugo Chávez), quem me reconhecer como presidente e reconhecer este plano, está convidado ao grande diálogo social", disse.

Maduro frisou ainda que quem não o reconhecer como Chefe de Estado "ficará no ostracismo do esquecimento", numa alusão a setores opositores que continuam a questionar os resultados das eleições presidenciais de 14 de abril último, em que foi eleito presidente da República.

"Nós a bem somos muito bons, sabemos dialogar, sabemos ouvir, aprendemos com tudo o que ouvimos, venha de onde vier. Isso nos ensinou (Hugo) Chávez, a ouvir, a estudar, a ver os temas, a tomar decisões, com equilíbrio, com justeza, quem quiser trabalhar a bem seja bem-vindo, quem se mantiver conspirando e sabotando terá que ver-se com a lei", afirmou.

O Presidente da Venezuela sublinhou ainda que a partir de janeiro o seu governo vai dar prioridade aos programas de assistência social “Grande Missão Habitação Venezuela” e “Bairro Tricolor”, ao abastecimento de água, à saúde, a uma ofensiva económica e ao combate à insegurança.

O líder opositor, Henrique Capriles Radonski, já reagiu e questionou a leitura do governo dos resultados eleitorais.

"Votaram somente 58,92% dos venezuelanos. Sobre a base dessa participação podemos tirar muitas conclusões. O discurso de (Nicolás) Maduro não lê o que passou na Venezuela. Este país não tem dono (…) temos um país dividido e de isso não nos podemos alegrar", disse.

Insistiu que é preciso diálogo e resolver os problemas dos venezuelanos e não um discurso de ameaça e intimidação, ao mesmo tempo que condenou o que disse ser uma campanha "abusiva" de "esbanjamento brutal dos recursos" dos cidadãos.

Os primeiros dados divulgados pelo Conselho Nacional Eleitoral dão conta que o Partido Socialista Unido da Venezuela venceu as eleições municipais de domingo com 4.584.477 votos (44,16%) do total nacional e obteve 196 dos 335 municípios (58,5%). A coligação opositora Mesa de Unidade Democrática obteve 4.252.082 votos (40,96%) e 53 câmaras municipais (15,82%).

Segundo vários analistas, a oposição não conseguiu promover as eleições como um plebiscito a Nicolás Maduro. Os socialistas ganharam mais câmaras e votos, mas a oposição venceu nas principais cidades e aumentou a sua presença.

© Felipe Gouveia | Agencia de noticias LUSA


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PortuNoticias | Nicolás Maduro vence municipais na Venezuela graças ao “efeito televisão de plasma”


Sem surpresa, o Partido Socialista Unido da Venezuela foi o grande vencedor das eleições municipais de domingo, assegurando uma maioria de votos e de mandatos e oferecendo um novo fôlego à presidência de Nicolás Maduro, que recupera a iniciativa política e deixa a concorrência de Henrique Capriles ligeiramente mais para trás.

Com 97% dos votos contados, o PSUV tinha 49,24% contra 42,7% da coligação de oposição Mesa da Unidade Democrática (MUD). Os números mostram um ligeiro crescimento da base eleitoral de Maduro, que nas presidenciais de Abril não foi capaz de cavar uma diferença de mais do que 230 mil votos para a oposição. A margem cresceu agora para 700 mil votos de diferença, mesmo assim, muito longe das votações avassaladoras de Chávez: os resultados municipais confirmam que a Venezuela está partida ao meio, dividida entre a lealdade ao chavismo e o desejo de virar a página.

“Com esta grande vitória, o povo da Venezuela disse ao mundo que a revolução bolivariana continua, e agora com mais força”, declarou o Presidente, que discursou na Praça Bolívar de Caracas assim que o Conselho Nacional Eleitoral divulgou os primeiros resultados parciais. Apesar do tom triunfalista, Maduro teve de esperar quase quatro horas para que aquele organismo determinasse que a “dinâmica” eleitoral já não punha em causa a primazia do PSUV. “Aqui está meu comandante, o presente do seu povo”, notou Maduro, que tinha decretado para a mesma data da votação um dia de amor e lealdade a Hugo Chávez.

Henrique Capriles, o governador do estado de Miranda que é a figura maior da oposição não escondeu um certo desconsolo, mas aconselhou o Presidente a reavaliar a mensagem dos venezuelanos nas urnas. “O Governo continua sem saber ler os resultados. Este país não tem dono”, declarou.

Mesmo sem ter conseguido aumentar a sua base eleitoral em termos de votos absolutos, como era a sua expectativa, a coligação de oposição Mesa de Unidade Nacional reclamou os grandes municípios do país: Caracas e a área metropolitana da capital, Maracaibo, a segunda maior cidade, e uma série de capitais estaduais, incluindo Barinas, terra natal do ex-Presidente Hugo Chávez.

Mas não foi capaz de contrariar o que os analistas descreveram como o “efeito televisão de plasma”, numa referência às controversas medidas económicas do Governo de Maduro, nomeadamente a tomada de cadeias de venda de electrodomésticos e a redução obrigatória dos preços para fomentar o consumo.

No discurso de vitória, o Presidente prometeu manter a sua ofensiva contra os “usurários” e “especuladores”, anunciando a intenção de regular as margens de lucro das empresas privadas em todos os sectores da economia, e particularmente na alimentação e habitação.

Plesbicito a Nicolás Maduro

O PSUV venceu em 196 municípios e a oposição conseguiu 53, anunciou a presidente do Conselho Nacional de Eleições, Tibisay Lucena, precisando que 80 autarquias ainda estavam por atribuir. Dos 337 municípios venezuelanos, apenas oito foram ganhos por outros partidos que não o socialista e o MUD.

Os números prestaram-se a interpretações diferentes para o Governo e a oposição, com o primeiro a cantar vitória por ter alcançado o maior número de votos e conquistado o maior número de municípios, e a segunda, a festejar o seu triunfo nas cidades mais populosas do país. “Por cada três autarquias ganhas pela revolução, a oposição obtém apenas uma”, sublinhou Maduro.

No que diz respeito ao braço-de-ferro entre o Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e o líder da oposição Henrique Capriles, as eleições de domingo revelaram-se inconclusivas.

Estas municipais eram consideradas um referendo à capacidade de Maduro manter a herança de Hugo Chávez num momento em que o país atravessa uma profunda crise económica, com a taxa de inflação nos 54%.

“Não é uma vitória larga, mas o resultado dá a Maduro um espaço para se mostrar forte e prosseguir com as suas políticas”, assinalava à BBC Mundo o sociólogo norte-americano David Smilde, investigador do Washington Office on Latin America e autor de um blogue sobre a Venezuela.

“A oposição ganhou uma oportunidade para governar e demonstrar, nem que seja simbolicamente, que as coisas podem ser feitas de outra forma”, comentou David Smilde. Porém, o desconsolo nas hostes liberais era palpável. “Eles transformaram a votação num plesbicito a Maduro, e desse ponto de vista perderam”, notou o analista.

© Publico | Comunicação Social SA (Portugal)


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PortuNoticias | Nicolás Maduro felicita luso-venezuelano e diz que a missão foi “cumprida”

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013


O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, felicitou hoje o luso-descendente Francisco Garcês por ter sido eleito presidente da Câmara Municipal de Guaicaipuro, Los Teques, a capital do estado de Miranda e diz que a missão foi "cumprida".

"De 21 municípios em Miranda, ganhámos 15 municípios, incluindo a capital, Los Teques (…) felicitações a Francisco Garcês e aos novos presidentes de câmaras municipais", disse Nicolás Maduro.

O estado de Miranda é governado, desde 2008, pelo opositor e ex-candidato presidencial, Henrique Capriles Radonski. É também uma região onde reside um elevado número de cidadãos portugueses ou luso-descendentes.

"Avançámos muito em câmaras municipais que têm estado nas mãos da oposição", frisou Nicolás Maduro, que disse esperar "uma reflexão sincera do campo opositor".

"Esperemos o respeito pelos resultados de parte da direita (política) e entretanto vamos trabalhar, continuar a consolidar esta revolução que há um ano nos pôs nas mãos o comandante Hugo Chávez”, afirmou.

Com 40 anos de idade e natural de Caracas, Francisco Garcês convidou "o povo a celebrar, a continuar a organizar-se e a trabalhar", sublinhando que virão "bons tempos para Guaicaipuro, junto ao Presidente Nicolás Maduro".

Frisou ainda que nos próximos dias começará a "executar as primeiras ações de governo, junto com o povo" e que fazia "um balanço positivo" do processo eleitoral.

"Isto demonstra a fidelidade do povo de Guaicaipuro à revolução bolivariana, o amor que tem por Hugo Chávez (falecido presidente). Isso compromete-nos a trabalhar, a avançar na recuperação da nossa cidade e a fazer dela uma cidade bonita, amável onde todos convivamos", frisou.

Francisco José Garcês da Silva é engenheiro civil e foi ministro venezuelano de Transporte e Comunicações num Governo de Hugo Chávez entre junho de 2010 e novembro de 2011.

© Felipe Gouveia | Agencia de noticias LUSA


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PortuNoticias | Nicolás Maduro presenteia civismo eleitoral com férias escolares até 6 de janeiro na Venezuela


O Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, decidiu quinta-feira presentear os estudantes pelo civismo dos venezuelanos durante as eleições municipais do último domingo, decretando o início das férias escolares de Natal, desde hoje até 06 de janeiro de 2014.

«Decidi decretar as férias de natal, desde amanhã, sexta-feira 13 de dezembro, até a segunda-feira 06 de janeiro», disse.

Nicolás Maduro falava no Teatro da Academia Técnica Militar do estado de Arágua, a oeste de Caracas, durante um encontro com presidentes de câmaras e vereadores eleitos a 08 de dezembro nas municipais da Venezuela.

© Felipe Gouveia | Agencia de noticias LUSA


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PortuNoticias | Socialistas da Venezuela venceram 71,94% das câmaras municipais

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013


O Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV) vai presidir a 241 dos 335 municípios do país, indicam os últimos dados das eleições municipais de domingo que deram ao PSUV 71,94% de mandatos.

Segundo o Conselho Nacional Eleitoral (CNE) os candidatos da coligação Mesa de Unidade Democrática (MUD), da oposição, foram escolhidos para presidir a 73 (21,79%) das câmaras municipais e os restantes 21 municípios (6,26%) vão ser governados por outros partidos.

O presidente da câmara metropolitana de Caracas, António Ledezma, da MUD, foi reeleito no cargo e Jorge Rodríguez, do partido dissidente do ‘chavismo’, Vanguarda Bicentenária Progressista, presidirá a câmara do distrito Alto Apure.

Algumas câmaras municipais vão ser presididas por candidatos que ficaram fora da polarização PSUV-MUD, entre elas o Partido Comunista da Venezuela, cujos candidatos ganharam em 4 municípios, a organização Juan Bimba, em 3, Movimento Ao Socialismo e Vanguarda Bicentenária Revolucionária, em dois cada.

Foram eleitos para dirigir apenas um município organizações como o Poder Laboral, Tupamaro, Movimento Eleitoral do Povo, Movimento Ecológico, o Partido Socialista Organizado em Venezuela, Pelo meu Povo, Mopvine, Jovem, Progressistas Meridenhos Independentes e Unidos por Monágas.

© Felipe Gouveia | Agencia de noticias LUSA



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PortuNoticias | Mapa dos resultados eleitorais em Caracas nas eleições autárquicas 2013 na Venezuela


Assim ficou o mapa eleitoral da área metropolitana de Caracas depois das eleições autárquicas venezuelanas do domingo 8 de dezembro 2013:
Partido Socialista Unido de Venezuela (PSUV, partido de governo) e partidos aliados: 1 câmara municipal
Mesa da Unidade Democrática (MUD, partido de oposição) e partidos aliados: 4 câmaras municipais

Oficialismo:
Câmara Municipal de Libertador

Oposição:
Câmara Municipal de Baruta
Câmara Municipal de Chacao
Câmara Municipal de El Hatillo
Câmara Municipal de Sucre


© Adé Caldeira | PortuNoticias Prensa Internacional
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PortuNoticias | Mapa dos resultados eleitorais nas eleições autárquicas 2013 na Venezuela

(fonte: jornal "Ciudad CCS")

Assim ficou o mapa eleitoral depois das eleições autárquicas venezuelanas do domingo 8 de dezembro 2013:
Partido Socialista Unido de Venezuela (PSUV, partido de governo) e partidos aliados: 255 câmaras municipais
Mesa da Unidade Democrática (MUD, partido de oposição) e partidos aliados: 81 câmaras municipais

Oficialismo:
PSUV sozinho: 241 câmaras municipais
Partidos aliados ao PSUV: 14 câmaras municipais
Total oficialismo: 255 câmaras municipais

Oposição:
MUD sozinha: 74 câmaras municipais (incluído a Camara Metropolitana da Grande Caracas)
Partidos aliados à MUD: 7 câmaras municipais
Total oposição: 81 câmaras municipais

© Adé Caldeira | PortuNoticias Prensa Internacional

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PortuNoticias | Dois luso-descendentes eleitos para presidir duas câmaras municipais na Venezuela

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013


Dois luso-descendentes, Francisco Garcês e José Luís Rodrigues, foram eleitos nas municipais venezuelanas de domingo para presidir às câmaras de Guaicaipuro e Carrizal, segundo os mais recentes divulgados pelo Conselho Nacional Eleitoral (CNE) venezuelano.

Situadas no Estado de Miranda, as câmaras municipais de Guaicaipuro (Los Teques) e Carrizal são das mais importantes do Estado e em ambas regiões residem, segundo dados não oficiais, mais de 40.000 cidadãos portugueses.

Apoiado pelo Partido Socialista Unido da Venezuela (o partido fundado pelo falecido presidente Hugo Chávez), Francisco Garcês obteve, segundo o CNE, 58.235 votos, correspondentes a 52,08% dos eleitores locais que participaram nas municipais de domingo.

Com o apoio da coligação opositora Mesa de Unidade Democrática, o luso-descendente José Luís Rodrigues foi reeleito para um quarto mandato com 11.861 votos, o equivalente a 51,62% do escrutínio.

Engenheiro civil, Francisco José Garcés Da Silva, nasceu em Caracas em 1973. É descendente de madeirenses naturais da Ribeira Brava e dos Canhas, Madeira.

Entre junho de 2010 e novembro de 2011 foi ministro dos Transportes e Comunicações do falecido presidente Hugo Chávez.

Professor da Universidade Central da Venezuela, possui um mestrado em engenharia estrutural, grau de Magister. Entre 2008 e 2009 fez um doutoramento em engenharia civil em França, obtendo depois um segundo mestrado em engenharia sismo-resistente.

Em 2009 presidiu à Fundação Venezuelana de Investigações Sismológicas.

Com 59 anos e descendente de imigrantes naturais da Calheta, Madeira, José Luís Rodrigues é economista e tem uma licenciatura em Direito. Chegou "à política por casualidade" ao ser convidado para participar em reuniões do partido opositor Ação Democrática, quando trabalhava na administração de uma empresa privada.

Foi depois convidado para o cargo de tesoureiro, oportunidade que aproveitou para conhecer os programas que a governação do Estado de Miranda tinha para o município de Carrizal.

É um dos promotores da construção do Santuário de Nossa Senhora de Fátima em Carrizal.

Em finais de 2006 foi confirmado no cargo, depois de exigir do Conselho Nacional Eleitoral uma recontagem dos votos, argumentando existir "incongruência numérica" nos resultados que davam a vitória ao candidato afeto ao presidente Hugo Chávez.

© Felipe Gouveia / Agencia de noticias LUSA


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PortuNoticias | Partido Socialista ganha eleições municipais na Venezuela com 44,16% dos votos


Os primeiros dados divulgados pelo Conselho Nacional Eleitoral (CNE) da Venezuela dão conta que o Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV - fundado por Hugo Chávez), venceu as eleições municipais de domingo com 4.584.477 votos (44,16 %) do total nacional.

A coligação opositora Mesa de Unidade Democrática (MUD) obteve 4.252.082 votos (40,96 %), o Partido Comunista da Venezuela 167.049 (1,6 %) e as outras organizações políticas acumularam 1.376.556 votos (13,26 %).

Os resultados foram divulgados já com tendências "irreversíveis" e uma vez totalizados 97,52 % dos votos eleitorais. O nível de participação foi de 58,92 %.

Em termos municipais, o PSUV ganhou em 196 dos 335 municípios (58,5 %), a MUD 53 (15,82 %). As outras organizações vão governar oito câmaras municipais (2,38 %).

Por outro lado o PSUV obteve 133 conselhos municipais (39,7 %), a MUD 48 (14,32 %) e as outras organizações sete (2,08 %).

O opositor António Ledezma foi reeleito presidente da Câmara Maior de Caracas, com 690.193 votos (50,81%), depois de em 2008 perder parte do seu poder, quando o falecido Presidente Hugo Chávez criou o cargo de chefe de governo para o Distrito Capital, designando Jacqueline Farias do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV) para exercer tais funções.

Entre os municípios considerados importantes e onde houve uma maior disputa entre o PSUV e a MUD está o município Libertador, em Caracas, onde o socialista Jorge Rodríguez, antigo vice-presidente e chefe de campanha de Hugo Chávez, foi também reeleito com 474.227 votos (54.55%).

No Estado de Zúlia, o município de Maracaibo, bastião da oposição, a opositora Evelin Trejo, mulher do ex-candidato presidencial opositor, Manuel Rosales, atualmente exilado no Peru, foi reeleita com 287.021 votos (51,8 %).

O opositor Alfredo Ramos foi eleito presidente do município Iribarren, do Estado de Lara, com 205.275 votos (53,12 %).

Em Barinas, onde nasceu Hugo Chávez, o opositor José Luís Machín obteve 55.013 dos votos (50,45 %) e em Valencia o também opositor Miguel Cocchiola conseguiu 166.905 votos (55,87 %).

Os dados já divulgados dão conta que o candidato luso-descendente Francisco Garcês foi eleito presidente da Câmara municipal de Guaicaipuro, no Estado venezuelano de Miranda, a sul de Caracas, com 57.161 (51,93 %).

© Felipe Gouveia / Agencia de noticias LUSA



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PortuNoticias | Portugueses votam em massa nas municipais venezuelanas

domingo, 8 de dezembro de 2013


Um importante número de portugueses radicados na Venezuela levantou-se hoje cedo para participar nas eleições municipais locais, apelando aos cidadãos para "cumprirem" com um direito para o qual estão convocados mais de 19 milhões de venezuelanos.

"Se não votamos não podemos exigir depois que nos deem atenção. As eleições presidenciais são muito importantes e têm a ver com a política nacional, mas estas também são muito importantes porque se trata da autoridade imediata, próxima, que vamos ter onde vivemos", disse uma cidadã portuguesa à Agência Lusa.

Com 59 anos, natural da Madeira, costureira, Conceição de Freitas explicou que "é às autoridades municipais a quem acodem para tratar licenças para construir, ou pedir explicações em casos, por exemplo, de falhas em serviços urbanos".

"portanto é importante que todos venham votar", acrescentou.

João Fernandes, de 67 anos, saiu bem cedo para votar, em El Marqués (Caracas), porque vive "há muitos anos no pais".

"É um direito que tenho como cidadão com dupla cidadania e além disso porque a política na Venezuela passou a ser uma coisa tão intensa que mexe connosco, é difícil ficar indiferente", explicou.

Este comerciante, também natural da Madeira, diz estar habituado a trabalhar mais de 10 horas diárias e que "o dia das eleições é também uma oportunidade para encontrar vizinhos e conterrâneos" que às vezes não vê durante meses.

Hoje, os venezuelanos acordaram um pouco mais cedo que o habitual. Durante a noite houve fogos de artifício e pelas 05:00 horas locais ouviu-se o toque militar de "Diana" (alvorada), convidando os cidadãos a votar, no que foi designado pelo Partido Socialista Unido da Venezuela como "Dia da Lealdade a Hugo Chávez".

Pelas 08:30 horas locais (13:00 horas em Lisboa), em zonas de Caracas como La Campiña, Chacao e La Candelária, entre outras, era visível a presença de um importante número eleitores nas portas dos centros eleitorais, entre eles vários portugueses, prevendo-se no entanto que a maior afluência se registe ao longo do dia.

Um relatório emitido pelo Conselho Nacional Eleitoral pelas 07:40 horas locais dava conta de que mais de 85% das mesas de voto do país estavam a funcionar, prevendo que em breve atingissem os 100%.

Nos Estados de Vargas, a norte de Caracas, Barinas e Portuguesa, no centro do país, o atraso na chegada de alguns membros de mesa e de testemunhas ocasionou alguns atrasos na abertura das urnas, com as autoridades eleitorais a recorrer a eleitores para iniciar o processo.

As mesas abriram pelas 06:00 horas locais e as eleições vão decorrer até às 18:00 horas locais (22:30 horas em Lisboa).

Estão convocados para votar 19 milhões de venezeulanos, que vão eleger 335 presidentes de câmaras municipais, 1680 vereadores nominais, 69 representantes indígenas, 686 vereadores por lista, os presidente da Câmara Metropolitana de Caracas e de Alto Apure e 20 vereadores distritais. Participam 16.088 candidatos.

O processo é acompanhado por 150.000 oficiais das Forças Armadas venezuelanas.

© Felipe Gouveia | LUSA | Agencia de noticias de Portugal


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PortuNoticias | Presidente da Venezuela apela ao voto em eleições municipais


O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, apelou hoje para que os eleitores do país participem nas eleições municipais, quando faltam apenas algumas horas para o encerramento das urnas, num sufrágio que tradicionalmente se caracteriza por elevada abstenção.

"Pegue na sua carrinha, peça a boleia a um amigo motociclista, mas vá votar. O voto garante a vitória da paz (...) com isto você garante a paz, mexa-se", disse Maduro no apelo feito em declarações a jornalistas.

Nicolás Maduro falava, acompanhado pelos candidatos do Partido Socialista Unido da Venezuela às câmaras municipais da área metropolitana de Caracas, no colégio Miguel António Caro, em Cátia, a oeste de capital, onde votou pelas 14:30 (19:00 em Lisboa).

O chefe de Estado apelou também para que todos os venezuelanos acatem com "serenidade" os resultados que sejam anunciados pelo Conselho Nacional Eleitoral (CNE), admitindo que pode "haver resultados que requeiram esperar um pouco".

Frisou ainda que o programa Plano da Pátria, criado pelo falecido presidente Hugo Chávez, será a "carta de navegação" e o instrumento pelo qual se devem reger os munícipes e vereadores eleitos.

Maduro sublinhou que a Venezuela é o país que "mais eleições fez na América Latina" e recordou que hoje era o dia do amor e da lealdade a Hugo Chávez, que há um ano se dirigiu por última vez ao país, pouco antes de viajar para Cuba para uma intervenção cirúrgica ao cancro de que viria a morrer.

Nicolás Maduro lamentou que uma jovem venezuelana tivesse sido assassinada durante o processo eleitoral, em Trujillo, no centro do país, precisando que as investigações estão em curso.

© Felipe Gouveia / Agencia de noticias LUSA


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PortuNoticias | Portugueses “preparados” para votar com visões diferentes da Venezuela do futuro

sábado, 7 de dezembro de 2013


Com distintas visões sobre o futuro da Venezuela, a comunidade portuguesa está "preparada" para cumprir uma vez mais com "o dever" de votar nas eleições municipais de domingo, mas com muitas reservas em divulgar as suas intenções de voto.

"Há muitos anos que voto mas estas eleições não são a mesma coisa que votar numas presidenciais. É preciso mais preparação, porque há muitos candidatos ", disse uma madeirense à Agência Lusa.

Com 55 anos de idade e mais de 40 na Venezuela, Rosa Vieira, elegerá o presidente da Câmara Metropolitana de Caracas, o presidente da Câmara Municipal de Libertador e os vereadores. “Já tenho tudo bem analisado, como agora o processo é eletrónico é preciso rapidez e não enganar-se", disse.

Questionada sobre as suas intenções, sublinhou que "isso é segredo" mas reconheceu que "a Venezuela precisa urgentemente de um diálogo" e que "os últimos anos as campanhas eleitorais transformaram-se "numa luta de insultos entre políticos, que levam as pessoas a radicalizar posições e a ser pouco tolerantes".

Alguns portugueses disseram à Agência Lusa que mais que atender as necessidades dos cidadãos, muitos dos eleitos deixaram-se levar por "guerras e interesses políticos", o que afetou a credibilidade e a mobilização dos eleitores.

Divididos em quanto a intenções de voto vários comerciantes frisaram estar "confundidos" sobre as diferentes propostas, principalmente porque a polarização política persiste e também as municipais vão vistas como uma "luta entre capitalismo e socialismo", coincidindo no entanto que "os próximos tempos na Venezuela vão ser muito difíceis".

Estes mesmos comerciantes demonstraram receio em expressão as suas opiniões, argumentando temer que quer da parte do "oficialismo" (governo), quer da parte da oposição, sejam alvos de represálias.

© Felipe Gouveia / Agencia de noticias LUSA



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PortuNoticias | Eleições autárquicas na Venezuela em números

quarta-feira, 20 de novembro de 2013


19.167.416 eleitores inscritos no Registro Nacional Eleitoral (RNE)

18.952.292 eleitores são de nacionalidade venezuelana e 215.124 são estrangeiros com mais de 10 anos residentes na Venezuela)

19.066.431 eleitores ativos (100.985 votantes não poderão votar por residir no estrangeiro e sendo estas eleições de circunscrição local)

43.126 solicitudes de candidaturas foram efetuadas por internet

16.880 candidatos realmente inscritos junto ao "Consejo Nacional Electoral” (CNE)

52 organizações com fins políticos e/ou representação indígena

2.792 cargos a eleger

337 presidentes da câmara (“alcaldes”), 2 de eles “metropolitanos”

2.386 vereadores (“concejales”) nominais, por lista e 20 distritais

69 representantes indígenas

726 tipos de “boletas” eleitorais

Data e horas das eleições: domingo 8 de dezembro das 6h da manhã às 18h da tarde (se não houver eleitores em fila de espera para votar)

Inicio e fim da campanha eleitoral: sábado 16/11 às 6h da manhã até quinta-feira 05/12 à meia noite (20 dias)

Escolas como assembleia eleitoral suspenderão atividades escolares do 4 ao 9 de dezembro

Voto assistido com acompanhante é autorizado unicamente em casos de eleitores com deficiência, anciãos ou analfabetas

A “Cédula de Idenditad” (CI) é o único documento autorizado para poder votar mesmo vencida, o passaporte é excluído dos documentos de identificação para poder sufragar

Atualmente o partido de governo venezuelano “Partido Socialista Unido” (PSUV) conta com 275 presidentes da câmara

Lista de todos os candidatos:


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